https://noticiabrasil.net.br/20260126/ouro-dispara-a-recorde-historico-em-meio-a-temores-de-desdolarizacao-e-tensao-global-diz-midia-47384542.html
Ouro dispara a recorde histórico em meio a temores de desdolarização e tensão global, diz mídia
Ouro dispara a recorde histórico em meio a temores de desdolarização e tensão global, diz mídia
Sputnik Brasil
A disparada do ouro reflete a busca por ativos de refúgio em meio a temores de desdolarização, tensões na cadeia de suprimentos e incertezas macroeconômicas. O... 26.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-26T06:21-0300
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Analistas como Alexandra Symeonidi, da William Blair, que falaram ao South China Morning Post, consideram a alta justificável, citando o aumento dos riscos globais e o impacto de crises recentes envolvendo Venezuela e Groenlândia. Esses eventos reforçaram a procura por segurança, alimentando o movimento de valorização.Antonio Di Giacomo, da XS.com, destacou à mídia que a demanda ativa por ativos de refúgio continua a sustentar os preços, em um cenário de incerteza econômica e volatilidade persistente nos mercados financeiros. Esse comportamento reforça o papel do ouro como porto seguro em períodos turbulentos.O Goldman Sachs projeta novas altas até 2026 e elevou sua meta para US$ 5.400 (R$ 28.610) ao fim do ano, apoiado pela forte demanda de investidores privados. Para o grupo, o metal seguirá beneficiado pela combinação de instabilidade geopolítica e busca por estabilidade patrimonial.Segundo Lynn Song, do ING, o ouro vive um impulso alimentado por tensões globais, afrouxamento monetário e receios sobre a fraqueza do dólar. Esse movimento também atraiu investidores de varejo, cujo interesse vem crescendo de forma consistente ao longo do último ano.A instabilidade política internacional — incluindo o sequestro de Nicolás Maduro e a ofensiva diplomática dos EUA sobre territórios estratégicos — reforça a percepção de risco. Paralelamente, Symeonidi observa que a incerteza sobre a Reserva Federal dos EUA (Fed) e a tendência de diversificação de reservas devem manter bancos centrais como compradores relevantes, com destaque para o PBOC, que tende a ampliar sua exposição ao ouro em detrimento do dólar.
https://noticiabrasil.net.br/20260123/tarifas-comerciais-dos-eua-sao-meios-de-exploracao-economica-de-outros-paises-diz-analista-47307323.html
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economia, ouro, mercado, venezuela, groenlândia, estados unidos, south china morning post, goldman sachs, federal reserve (fed), tensão geopolítica
Ouro dispara a recorde histórico em meio a temores de desdolarização e tensão global, diz mídia
A disparada do ouro reflete a busca por ativos de refúgio em meio a temores de desdolarização, tensões na cadeia de suprimentos e incertezas macroeconômicas. O metal atingiu o recorde de US$ 5.100 (R$ 27.020) a onça, impulsionado pela percepção de proteção estratégica diante do ambiente geopolítico volátil.
Analistas como Alexandra Symeonidi, da William Blair, que
falaram ao South China Morning Post, consideram a alta justificável, citando o
aumento dos riscos globais e o impacto de crises recentes envolvendo Venezuela e Groenlândia. Esses eventos reforçaram a
procura por segurança, alimentando o movimento de valorização.
Antonio Di Giacomo, da XS.com, destacou à mídia que a demanda ativa por ativos de refúgio continua a sustentar os preços, em um cenário de
incerteza econômica e volatilidade persistente nos mercados financeiros. Esse comportamento reforça o papel do ouro como porto seguro em períodos turbulentos.
O Goldman Sachs projeta novas altas até 2026 e elevou sua meta para US$ 5.400 (R$ 28.610) ao fim do ano,
apoiado pela forte demanda de investidores privados. Para o grupo, o metal seguirá beneficiado pela combinação de
instabilidade geopolítica e busca por estabilidade patrimonial.
Segundo Lynn Song, do ING, o ouro vive um impulso alimentado por tensões globais, afrouxamento monetário e receios sobre a fraqueza do dólar. Esse movimento também atraiu investidores de varejo, cujo interesse vem crescendo de forma consistente ao longo do último ano.
A instabilidade política internacional — incluindo o
sequestro de Nicolás Maduro e a
ofensiva diplomática dos EUA sobre territórios estratégicos — reforça a percepção de risco. Paralelamente, Symeonidi observa que a incerteza sobre a Reserva Federal dos EUA (Fed) e a tendência de
diversificação de reservas devem manter bancos centrais como compradores relevantes, com destaque para o PBOC, que tende a ampliar sua exposição ao ouro em detrimento do dólar.
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