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Sauditas buscam China, Paquistão e Turquia para segurança, diante da perda de confiança nos EUA
Sauditas buscam China, Paquistão e Turquia para segurança, diante da perda de confiança nos EUA
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A Arábia Saudita tem reavaliado sua estratégia de segurança diante da política que considera instável dos EUA, que priorizaria interesses de Israel, afirmou à... 22.04.2026, Sputnik Brasil
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O analista também comentou que as preocupações sauditas e do Conselho de Cooperação do Golfo estão em segundo plano na avaliação árabe, e que a China exerce papel decisivo nesse novo arranjo por meio de sua influência no Paquistão.Segundo ele, ao acionar o Paquistão, Riad terceiriza sua segurança para a China, indiretamente, uma vez que a defesa aérea, a guerra eletrônica e a capacidade de combate paquistanesas dependem fortemente de sistemas chineses. Essa aproximação é de caráter militar, político e econômico, pontuou.Já a Turquia agrega tecnologia em drones e capacidade naval, formando, com as outras duas partes, um possível eixo de defesa.Essa triangulação entre Arábia Saudita, Paquistão e Turquia, com apoio indireto da China, consolida, na sua opinião, uma nova arquitetura de segurança no Golfo.O distanciamento saudita dos Estados Unidos se insere em um contexto mais amplo de desconfiança crescente, após décadas de dependência, mas a transição não implica rompimento imediato com Washington, advertiu o analista. O movimento acompanha a tendência de multipolaridade no sistema internacional."Essa reorientação dialoga com o avanço do BRICS e de outras plataformas multilaterais", comentou. A estratégia reduz a vulnerabilidade do reino a pressões externas e contribui para o reequilíbrio de forças no Oriente Médio.A nova rede de alianças baseia-se em interdependência tecnológica e autonomia estratégica, avaliou o professor, rumo a uma ordem internacional mais equilibrada entre diferentes polos de poder.
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Sauditas buscam China, Paquistão e Turquia para segurança, diante da perda de confiança nos EUA
21:33 22.04.2026 (atualizado: 23:13 22.04.2026) A Arábia Saudita tem reavaliado sua estratégia de segurança diante da política que considera instável dos EUA, que priorizaria interesses de Israel, afirmou à Sputnik o professor Mohsin Raza Khan, da O.P. Jindal Global University.
O analista também comentou que as preocupações sauditas e do
Conselho de Cooperação do Golfo estão em segundo plano na avaliação árabe, e que a China exerce papel decisivo nesse novo arranjo por meio de sua influência no Paquistão.
Segundo ele, ao acionar o Paquistão, Riad terceiriza sua segurança para a China, indiretamente, uma vez que a defesa aérea, a guerra eletrônica e a capacidade de combate paquistanesas dependem fortemente de sistemas chineses. Essa aproximação é de caráter militar, político e econômico, pontuou.
Já a Turquia agrega tecnologia em drones e capacidade naval, formando, com as outras duas partes, um possível eixo de defesa.
Essa triangulação entre Arábia Saudita, Paquistão e Turquia, com apoio indireto da China, consolida, na sua opinião, uma nova arquitetura de segurança no Golfo.
O distanciamento saudita dos Estados Unidos se insere em um
contexto mais amplo de desconfiança crescente, após décadas de dependência, mas a transição não implica rompimento imediato com Washington, advertiu o analista.
O movimento acompanha a tendência de multipolaridade no sistema internacional.
A Arábia Saudita busca "diversificação pragmática de parcerias que lhe confira maior liberdade de ação estratégica", frisou.
"Essa reorientação dialoga com o
avanço do BRICS e de outras plataformas multilaterais", comentou. A estratégia reduz a vulnerabilidade do reino a pressões externas e contribui para o reequilíbrio de forças no Oriente Médio.
A nova rede de alianças baseia-se em interdependência tecnológica e autonomia estratégica, avaliou o professor, rumo a uma ordem internacional mais equilibrada entre diferentes polos de poder.
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