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PSD descarta aliança com PT e apoia Tarcísio em São Paulo, diz Kassab
PSD descarta aliança com PT e apoia Tarcísio em São Paulo, diz Kassab
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O presidente do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, afirmou nesta segunda-feira (27) que a probabilidade de o partido se aproximar do Partido... 27.04.2026, Sputnik Brasil
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Kassab saiu em defesa do acordo de cooperação firmado pelo governador de Goiás com os Estados Unidos para a exploração de terras raras, tema que gerou críticas na oposição, inclusive pela gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que atribui a responsabilidade à União, não ao Estado. Segundo o dirigente partidário, o entendimento não representa cessão de recursos naturais, mas sim transferência de tecnologia para beneficiamento do mineral em solo brasileiro.O presidente do PSD comparou o acordo com o histórico de exploração do minério de ferro no Brasil e defendeu que o modelo goiano permitiria ao país gerar mais empregos e divisas ao processar internamente o mineral, em vez de exportá-lo bruto.Corrida presidencialKassab confirmou que o PSD trabalha pela candidatura de Caiado à presidência da República e destacou o que chamou de perfil de estadista do governador goiano: "Desses pré-candidatos, aquele que representa mais a figura do estadista é o Ronaldo Caiado." O dirigente informou que o plano de governo da candidatura está sendo coordenado pelo ex-ministro Roberto Brant, a quem descreveu como "uma das pessoas mais respeitadas da vida pública brasileira", com passagens pelos governos Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer. Sobre a escolha do vice na chapa, Kassab mencionou que o tema não está sendo discutido no momento e que a decisão seguirá critérios eleitorais e administrativos. "Será a pessoa que possa ajudá-lo a ganhar as eleições e ajudá-lo a governar", afirmou, indicando que o assunto deve ser tratado a partir de junho, às vésperas das convenções partidárias, previstas para julho.Kassab reconheceu que o cenário eleitoral atual está marcado pela polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, mas avaliou que essa dinâmica tende a se alterar com o avanço da campanha.O dirigente defendeu que o eleitorado tende a se mover em direção a uma terceira via, na medida em que perceber em algum candidato a experiência necessária para executar reformas, e não apenas apresentá-las em plataformas de governo.Kassab também mencionou a necessidade de reformas no Judiciário, sem citar nominalmente ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). "Teremos que ter um presidente que tenha coragem para fazer os ajustes e aperfeiçoamentos necessários que o Brasil precisa, inclusive no Judiciário", disse, em resposta à pergunta sobre ações recentes da Corte.Quanto à organização do partido nos estados, o presidente do PSD informou que a campanha de Caiado conta com estrutura em todas as regiões do país, citando apoios dos governadores Eduardo Leite (RS), Ratinho Junior (PR) e Paulo Hartung (ES), entre outros. No Rio de Janeiro, o partido trabalha por um palanque com o governador Eduardo Paes ao lado de Caiado, independentemente de outras alianças que Paes possa manter.
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PSD descarta aliança com PT e apoia Tarcísio em São Paulo, diz Kassab
17:25 27.04.2026 (atualizado: 18:15 27.04.2026) O presidente do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, afirmou nesta segunda-feira (27) que a probabilidade de o partido se aproximar do Partido dos Trabalhadores (PT) para lançar candidato ao governo de São Paulo é zero e reiterou apoio incondicional ao governador Ronaldo Caiado (PSD) na disputa presidencial de 2026.
Kassab saiu em defesa do acordo de cooperação firmado pelo governador de Goiás com os Estados Unidos para a exploração de terras raras, tema que gerou críticas na oposição, inclusive pela gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que atribui a responsabilidade à União, não ao Estado. Segundo o dirigente partidário, o entendimento não representa
cessão de recursos naturais, mas sim transferência de tecnologia para beneficiamento do mineral em solo brasileiro.
"Diferentemente do que estão falando, ao contrário, o Ronaldo Caiado não entregou nada. Ele está trazendo tecnologia para poder beneficiar as terras raras aqui apuradas e, com isso, melhorar a condição de riqueza do país", afirmou Kassab.
O presidente do PSD comparou o acordo com o histórico de exploração do minério de ferro no Brasil e defendeu que o modelo goiano permitiria ao país gerar mais empregos e divisas ao processar internamente o mineral, em vez de exportá-lo bruto.
Kassab confirmou que o PSD trabalha pela
candidatura de Caiado à presidência da República e destacou o que chamou de perfil de estadista do governador goiano:
"Desses pré-candidatos, aquele que representa mais a figura do estadista é o Ronaldo Caiado." O dirigente informou que o plano de governo da candidatura está sendo coordenado pelo ex-ministro Roberto Brant, a quem descreveu como "uma das pessoas mais respeitadas da vida pública brasileira", com passagens pelos governos Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer.
Sobre a escolha do vice na chapa, Kassab mencionou que o tema não está sendo discutido no momento e que a decisão seguirá critérios eleitorais e administrativos. "Será a pessoa que possa ajudá-lo a ganhar as eleições e ajudá-lo a governar", afirmou, indicando que o assunto deve ser tratado a partir de junho, às vésperas das convenções partidárias, previstas para julho.
Kassab reconheceu que o cenário eleitoral atual está marcado pela polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, mas avaliou que essa dinâmica tende a se alterar com o avanço da campanha.
"Existe uma rejeição muito grande. A sociedade brasileira quer que esteja à frente do país alguém que combata a corrupção, promova a reforma administrativa, implante o voto distrital e os aperfeiçoamentos necessários do Judiciário. E o PT não fez isso até hoje, nem o Bolsonaro."
O dirigente defendeu que o eleitorado tende a se mover em direção a uma terceira via, na medida em que perceber em algum candidato a experiência necessária para executar reformas, e não apenas apresentá-las em plataformas de governo.
Kassab também mencionou a necessidade de reformas no Judiciário, sem citar nominalmente ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). "Teremos que ter um presidente que tenha coragem para fazer os ajustes e aperfeiçoamentos necessários que o Brasil precisa, inclusive no Judiciário", disse, em resposta à pergunta sobre ações recentes da Corte.
Quanto à organização do partido nos estados, o presidente do PSD informou que a campanha de Caiado conta com estrutura em todas as regiões do país, citando apoios dos governadores
Eduardo Leite (RS), Ratinho Junior (PR) e Paulo Hartung (ES), entre outros. No Rio de Janeiro, o partido trabalha por um palanque com o governador
Eduardo Paes ao lado de Caiado, independentemente de outras
alianças que Paes possa manter.
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