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Hugo Motta convoca sessões extras para acelerar PEC do fim da escala 6x1
Hugo Motta convoca sessões extras para acelerar PEC do fim da escala 6x1
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Câmara terá votações de segunda a sexta para cumprir prazos regimentais e tentar aprovar proposta ainda em maio amid pressão do governo e resistência de... 02.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-02T16:32-0300
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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu convocar sessões deliberativas de segunda a sexta-feira na próxima semana com o objetivo de acelerar a tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1.A medida, considerada incomum — já que votações normalmente ocorrem entre terça e quinta — busca destravar a contagem de sessões exigida para a apresentação de emendas na comissão especial que analisa o texto. Pelo regimento, são necessárias dez sessões do plenário para essa etapa, antes da apresentação do parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA).A estratégia também visa viabilizar a votação da proposta ainda neste mês. A comissão especial, instalada recentemente e presidida por Alencar Santana (PT-SP), deve avançar nos próximos dias com a análise do plano de trabalho, votação de requerimentos e possível realização de audiências públicas com trabalhadores, representantes sindicais e integrantes do governo, como o ministro Guilherme Boulos.A PEC trata da mudança na jornada de trabalho, com discussão sobre a redução da carga semanal — atualmente em 44 horas — e o fim do modelo 6x1 (seis dias de trabalho para um de descanso). O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva considera o tema prioritário e aposta no apelo popular da proposta.Além da PEC, o Executivo também enviou ao Congresso um projeto de lei em regime de urgência sobre o tema, o que pode travar a pauta da Câmara caso não seja analisado em até 45 dias. A decisão de priorizar a proposta constitucional reforça o protagonismo do Legislativo na condução da pauta.O avanço da medida ocorre sob pressão de setores empresariais, que defendem compensações para mitigar impactos econômicos, como desonerações. Esses pontos, além de possíveis regras de transição, devem concentrar os debates nas próximas etapas da comissão.
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Hugo Motta convoca sessões extras para acelerar PEC do fim da escala 6x1
16:32 02.05.2026 (atualizado: 20:40 02.05.2026) Câmara terá votações de segunda a sexta para cumprir prazos regimentais e tentar aprovar proposta ainda em maio amid pressão do governo e resistência de setores empresariais.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu convocar sessões deliberativas de segunda a sexta-feira na próxima semana com o objetivo de acelerar a tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1.
A medida, considerada incomum — já que votações normalmente ocorrem entre terça e quinta — busca destravar a contagem de sessões exigida para a apresentação de emendas na comissão especial que analisa o texto. Pelo regimento, são necessárias dez sessões do plenário para essa etapa, antes da apresentação do parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA).
A estratégia também visa viabilizar a votação da proposta ainda neste mês.
A comissão especial, instalada recentemente e presidida por Alencar Santana (PT-SP),
deve avançar nos próximos dias com a análise do plano de trabalho, votação de requerimentos e possível realização de audiências públicas com trabalhadores, representantes sindicais e integrantes do governo, como o ministro Guilherme Boulos.
A PEC trata da mudança na jornada de trabalho, com discussão sobre a redução da carga semanal — atualmente em 44 horas — e o fim do modelo 6x1 (seis dias de trabalho para um de descanso). O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva considera o tema prioritário e aposta no apelo popular da proposta.
Além da PEC, o Executivo também enviou ao Congresso um
projeto de lei em regime de urgência sobre o tema, o que pode travar a pauta da Câmara caso não seja analisado em até 45 dias.
A decisão de priorizar a proposta constitucional reforça o
protagonismo do Legislativo na condução da pauta.
O avanço da medida ocorre sob pressão de setores empresariais, que defendem compensações para mitigar impactos econômicos, como desonerações. Esses pontos, além de possíveis regras de transição, devem concentrar os debates nas próximas etapas da comissão.
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