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Manifestações fazem críticas ao Congresso Nacional e escala 6x1 em São Paulo
Manifestações fazem críticas ao Congresso Nacional e escala 6x1 em São Paulo
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Atos do 1º de Maio reúnem centrais sindicais, trabalhadores e lideranças políticas no centro da capital, com defesa de direitos trabalhistas e mobilização... 01.05.2026, Sputnik Brasil
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Os atos do Dia do Trabalhador realizados nesta sexta-feira (1) em São Paulo reuniram centrais sindicais, movimentos sociais e lideranças políticas em diferentes pontos da região central da capital, com pautas que combinaram celebração, reivindicações trabalhistas e críticas ao cenário político.Na Liberdade, a Força Sindical promoveu um dos eventos tradicionais da data, com concentração na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes. Além de atividades culturais, sorteios e debates sobre emprego e direitos trabalhistas, o ato teve participação de trabalhadores e familiares.Na Praça Roosevelt, no centro, outro ato reuniu a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Intersindical e movimentos de esquerda. Parlamentares e ex-ministras participaram de discursos marcados por críticas à derrubada do veto ao PL da Dosimetria e pela defesa do fim da escala 6×1.A deputada federal Marina Silva classificou a decisão do Congresso como "uma vergonha" e afirmou que houve ataque à democracia "com discurso falso e hipócrita, reduzindo a pena dos golpistas". Ela também defendeu mudanças tributárias, citando a atuação de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda. A deputada Sônia Guajajara convocou mobilização política e eleitoral. "Se nós nos organizarmos, a gente renova este Congresso, que é inimigo do povo", afirmou. Ela também defendeu a eleição de parlamentares comprometidos com pautas sociais e a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.A vereadora Luna Zarattini disse que o fim da escala 6×1 depende da mobilização popular. "Será arrancado na unha e na luta do povo brasileiro", declarou. Já a deputada Erika Hilton afirmou que o Congresso "enviou um recado" ao país e criticou a aprovação de medidas recentes. "O povo quer dignidade, quer descanso e quer tempo com a família", disse.Outros atos também ocorreram no centro da capital, como na Praça da República, convocado pela CSP-Conlutas. As manifestações foram organizadas de forma descentralizada, mas convergiram em pautas comuns relacionadas a direitos trabalhistas, críticas ao Congresso e mobilização política.
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Manifestações fazem críticas ao Congresso Nacional e escala 6x1 em São Paulo
17:41 01.05.2026 (atualizado: 19:04 01.05.2026) Atos do 1º de Maio reúnem centrais sindicais, trabalhadores e lideranças políticas no centro da capital, com defesa de direitos trabalhistas e mobilização eleitoral.
Os atos do Dia do Trabalhador realizados nesta sexta-feira (1) em
São Paulo reuniram
centrais sindicais, movimentos sociais e lideranças políticas em diferentes pontos da região central da capital, com pautas que combinaram celebração, reivindicações trabalhistas e críticas ao cenário político.
Na Liberdade, a Força Sindical promoveu um dos eventos tradicionais da data, com concentração na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes. Além de atividades culturais, sorteios e debates sobre emprego e direitos trabalhistas, o ato teve participação de trabalhadores e familiares.
Na Praça Roosevelt, no centro, outro ato reuniu a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Intersindical e movimentos de esquerda. Parlamentares e ex-ministras participaram de discursos marcados por críticas à
derrubada do veto ao PL da Dosimetria e pela
defesa do fim da escala 6×1.A deputada federal Marina Silva classificou a decisão do Congresso como "uma vergonha" e afirmou que houve ataque à democracia "com discurso falso e hipócrita, reduzindo a pena dos golpistas". Ela também defendeu mudanças tributárias, citando a atuação de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda.
"Uma das vozes que se preocupou com a forma de tributar mais quem ganha menos, em lugar de tributar mais quem tem dinheiro."
A deputada Sônia Guajajara convocou mobilização política e eleitoral. "Se nós nos organizarmos, a gente renova este Congresso, que é inimigo do povo", afirmou. Ela também defendeu a eleição de parlamentares comprometidos com pautas sociais e a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A vereadora Luna Zarattini disse que o fim da escala 6×1 depende da mobilização popular. "Será arrancado na unha e na luta do povo brasileiro", declarou. Já a deputada Erika Hilton afirmou que o Congresso "enviou um recado" ao país e criticou a aprovação de medidas recentes. "O povo quer dignidade, quer descanso e quer tempo com a família", disse.
Outros atos também ocorreram no centro da capital, como na Praça da República, convocado pela CSP-Conlutas. As manifestações foram organizadas de forma descentralizada, mas convergiram em pautas comuns relacionadas a direitos trabalhistas, críticas ao Congresso e
mobilização política.Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
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