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Direita reserva Avenida Paulista no 1º de maio e reúne dezenas em manifestação
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Ato convocado por grupos conservadores para a mais tradicional avenida de São Paulo (SP) nesta sexta-feira, 1º de maio, Dia do Trabalhador, terminou com adesão... 01.05.2026, Sputnik Brasil
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Os grupos Patriotas do QG, Voz da Nação e Marcha da Liberdade, que organizaram o evento com pautas de apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à presidência, anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro e críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), haviam projetado 35 mil participantes. O número registrado foi de dezenas de pessoas. A Sputnik Brasil acompanhou o início do evento, marcado para a manhã. Nenhum político de expressão confirmou presença. O próprio Flávio Bolsonaro não mencionou o evento em suas redes sociais. A convocação circulou principalmente por meio de vídeos gerados com inteligência artificial simulando falas de figuras como o senador Marcos do Val e a ex-deputada Carla Zambelli. O grupo Patriotas do QG, administrado pelo corretor de imóveis Carlos Silva e com cerca de 4 mil seguidores no Instagram, havia reservado o espaço em setembro de 2024, com quase dois anos de antecedência. A Polícia Militar, seguindo critério de ordem de chegada dos pedidos, negou o espaço às centrais sindicais, que precisaram realocar seus atos para a Praça da República e a Praça Roosevelt. A Avenida Paulista é historicamente associada a manifestações progressistas nos dias do Trabalhador.
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Direita reserva Avenida Paulista no 1º de maio e reúne dezenas em manifestação
14:59 01.05.2026 (atualizado: 15:55 01.05.2026) Ato convocado por grupos conservadores para a mais tradicional avenida de São Paulo (SP) nesta sexta-feira, 1º de maio, Dia do Trabalhador, terminou com adesão muito abaixo das expectativas dos organizadores.
Os grupos Patriotas do QG, Voz da Nação e Marcha da Liberdade, que organizaram o evento com pautas de
apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à presidência, anistia ao
ex-presidente Jair Bolsonaro e críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), haviam projetado 35 mil participantes.
O número registrado foi de dezenas de pessoas. A Sputnik Brasil acompanhou o início do evento, marcado para a manhã.
Nenhum
político de expressão confirmou presença. O próprio Flávio Bolsonaro não mencionou o evento em suas redes sociais.
A convocação circulou principalmente por meio de vídeos gerados com inteligência artificial simulando falas de figuras como o senador Marcos do Val e a ex-deputada Carla Zambelli.
O grupo Patriotas do QG, administrado pelo corretor de imóveis Carlos Silva e com cerca de 4 mil seguidores no Instagram, havia reservado o espaço em setembro de 2024, com quase dois anos de antecedência.
A Polícia Militar, seguindo critério de ordem de chegada dos pedidos,
negou o espaço às centrais sindicais, que precisaram realocar seus atos para a Praça da República e a Praça Roosevelt.
A Avenida Paulista é historicamente associada a manifestações progressistas nos dias do Trabalhador.
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