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'Letras de glória': Exército homenageia FEB no 81º Dia da Vitória
'Letras de glória': Exército homenageia FEB no 81º Dia da Vitória
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Cerimônia do Dia da Vitória no Monumento aos Pracinhas homenageou ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial e reuniu autoridades militares no Rio de Janeiro. 08.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-08T15:45-0300
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O Ministério da Defesa realizou nesta sexta-feira (8) uma cerimônia em homenagem ao Dia da Vitória no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro (RJ), conhecido popularmente como "Monumento aos Pracinhas".Durante o evento, foram homenageadas 201 personalidades civis e militares, além de seis instituições, com a Medalha da Vitória.As homenagens contaram com autoridades da Defesa, como o comandante do Exército, general Tomás Ribeiro Paiva; a secretária-geral da Defesa, Cinara Wagner Fredo; e o almirante de esquadra Arthur Fernando Bettega Corrêa, representante do comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen.Assinada no fim da noite, a rendição da Alemanha nazista perante o Exército Vermelho ocorreu quando já era 9 de maio na antiga União Soviética e em outros países do Leste Europeu, mas antes da meia-noite no restante da Europa e Estados Unidos.Por isso, no Brasil, remete-se ao 8 de maio, dia em que são prestadas homenagens à participação brasileira no conflito, com cerca de 25 mil militares da Força Expedicionária Brasileira (FEB) atuando nos combates na Itália, além das operações realizadas no Atlântico durante a guerra.Em meio às homenagens, Tomás Paiva afirmou que o Dia da Vitória representa "um memorável marco na luta global pela liberdade e fraternidade entre os povos". Segundo o comandante do Exército, a data simboliza a vitória "da determinação, coragem e democracia" sobre "a tirania e a desumanidade" do nazifascismo, em um dos momentos mais decisivos da história contemporânea.Durante o discurso, Paiva relembrou os impactos da Segunda Guerra Mundial sobre a Europa e afirmou que o avanço do totalitarismo nazifascista provocou "dor, morte e desesperança" no continente. Para o comandante, o conflito permanece como uma referência histórica e política para compreender os desafios do presente.O general também fez um alerta sobre o atual cenário internacional, marcado pelo aumento das tensões geopolíticas e pela expansão dos arsenais militares. Segundo ele, o mundo vive "uma nova corrida armamentista", com armamentos "cada vez mais destrutivos, ameaçadores e poderosos". Diante desse cenário, defendeu que a diplomacia internacional e a capacidade de dissuasão sejam utilizadas como instrumentos para evitar novos confrontos globais.Ao destacar a participação brasileira no conflito, Tomás Paiva lembrou que o Brasil foi o único país da América do Sul a enviar tropas, navios e aeronaves para integrar as forças aliadas durante a guerra. O comandante ressaltou a atuação da FEB na campanha da Itália, além da participação da Marinha brasileira na proteção das rotas logísticas no Atlântico, consideradas estratégicas para o esforço de guerra aliado.Para ele, diante das condições extremas nos mares e no território europeu, os marinheiros, soldados e aviadores demonstraram "o valor do povo brasileiro" e o compromisso das Forças Armadas com disciplina, preparo e determinação.O comandante também relembrou as perdas sofridas pelo país durante a guerra. De acordo com ele, 34 navios brasileiros foram afundados no conflito, provocando a morte de centenas de marinheiros, enquanto 22 aeronaves foram abatidas em combate. Além disso, cerca de 500 militares brasileiros morreram nos confrontos travados em solo europeu.Ao encerrar o discurso, Tomás Paiva homenageou os ex-combatentes, veteranos e familiares dos militares mortos durante a guerra. O general afirmou que o legado daqueles que participaram do conflito permanece vivo nas tradições das Forças Armadas brasileiras e destacou a importância de preservar a memória histórica dos combatentes brasileiros.
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'Letras de glória': Exército homenageia FEB no 81º Dia da Vitória
15:45 08.05.2026 (atualizado: 17:18 08.05.2026) Cerimônia do Dia da Vitória no Monumento aos Pracinhas homenageou ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial e reuniu autoridades militares no Rio de Janeiro.
O Ministério da Defesa realizou nesta sexta-feira (8) uma cerimônia em homenagem ao Dia da Vitória no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro (RJ), conhecido popularmente como "Monumento aos Pracinhas".
Durante o evento, foram homenageadas 201 personalidades civis e militares, além de seis instituições, com a Medalha da Vitória.
A condecoração é destinada a pessoas e entidades que contribuíram para a preservação da memória dos ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial, participaram de conflitos internacionais em defesa dos interesses do Brasil, integraram missões de paz ou prestaram serviços relevantes ao Ministério da Defesa.
As homenagens contaram com autoridades da Defesa, como o comandante do Exército, general Tomás Ribeiro Paiva; a secretária-geral da Defesa, Cinara Wagner Fredo; e o almirante de esquadra Arthur Fernando Bettega Corrêa, representante do comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen.
Assinada no fim da noite, a rendição da Alemanha nazista perante o Exército Vermelho ocorreu quando já era 9 de maio na antiga União Soviética e em outros países do
Leste Europeu, mas antes da meia-noite no restante da Europa e Estados Unidos.
Por isso, no Brasil, remete-se ao 8 de maio, dia em que
são prestadas homenagens à participação brasileira no conflito, com
cerca de 25 mil militares da Força Expedicionária Brasileira (FEB) atuando nos combates na Itália, além das operações realizadas no Atlântico durante a guerra.
Em meio às homenagens, Tomás Paiva afirmou que o Dia da Vitória representa "um memorável marco na luta global pela liberdade e fraternidade entre os povos". Segundo o comandante do Exército, a data simboliza a vitória "da determinação, coragem e democracia" sobre "a tirania e a desumanidade" do nazifascismo, em um dos momentos mais decisivos da história contemporânea.
Durante o discurso, Paiva relembrou os
impactos da Segunda Guerra Mundial sobre a Europa e afirmou que o avanço do totalitarismo nazifascista provocou "dor, morte e desesperança" no continente. Para o comandante, o conflito permanece como
uma referência histórica e política para compreender os desafios do presente.
"A Segunda Guerra Mundial foi um laboratório de estudos para que possamos escrever a história contemporânea."
O general também fez um alerta sobre o atual cenário internacional, marcado pelo aumento das tensões geopolíticas e pela expansão dos arsenais militares. Segundo ele, o mundo vive "uma nova corrida armamentista", com armamentos "cada vez mais destrutivos, ameaçadores e poderosos". Diante desse cenário, defendeu que a diplomacia internacional e a capacidade de dissuasão sejam utilizadas como instrumentos para evitar novos confrontos globais.
"A diplomacia e a dissuasão precisam ser as grandes armas do futuro, capazes de evitar que erros do passado não se repitam."
Ao destacar a participação brasileira no conflito, Tomás Paiva lembrou que o Brasil foi o único país da América do Sul a enviar tropas, navios e aeronaves para integrar as forças aliadas durante a guerra. O comandante ressaltou a atuação da FEB na campanha da Itália, além da participação da Marinha brasileira na proteção das rotas logísticas no Atlântico, consideradas estratégicas para o esforço de guerra aliado.
Para ele, diante das condições extremas nos mares e no território europeu, os
marinheiros, soldados e aviadores demonstraram "o valor do povo brasileiro" e o compromisso das Forças Armadas com disciplina, preparo e determinação.
O comandante também relembrou as perdas sofridas pelo país durante a guerra. De acordo com ele, 34 navios brasileiros foram afundados no conflito, provocando a morte de centenas de marinheiros, enquanto 22 aeronaves foram abatidas em combate. Além disso, cerca de 500 militares brasileiros morreram nos confrontos travados em solo europeu.
Ao encerrar o discurso, Tomás Paiva homenageou os ex-combatentes, veteranos e familiares dos militares mortos durante a guerra. O general afirmou que o legado daqueles que participaram do conflito permanece vivo nas tradições das Forças Armadas brasileiras e destacou a importância de preservar a memória histórica dos combatentes brasileiros.
"Há 81 anos, esses valorosos heróis escreveram em letras de glória essa história vitoriosa."
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