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Minas Gerais registra 1ª morte por hantavírus em 2026; caso ocorreu em área rural
Minas Gerais registra 1ª morte por hantavírus em 2026; caso ocorreu em área rural
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A primeira morte por hantavírus em Minas Gerais em 2026 foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Segundo a pasta, o caso não... 11.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-11T16:04-0300
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De acordo com as autoridades sanitárias, a vítima era um homem de 46 anos, morador de Carmo do Paranaíba, na região do Alto Paranaíba. O caso foi notificado em fevereiro e teve confirmação laboratorial realizada pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). A investigação apontou histórico de exposição a roedores silvestres em área de lavoura.Em comunicado, a secretaria ressaltou que a variante do hantavírus circulante no Brasil não apresenta transmissão entre pessoas. "Trata-se de um caso isolado, sem relação com outros registros da doença", informou a SES-MG.A pasta também esclareceu que um segundo caso atribuído a Minas Gerais chegou a constar nos sistemas oficiais, mas não foi confirmado. Segundo o governo estadual, já foi solicitado ao Ministério da Saúde o ajuste dessas informações.Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) mostram que Minas Gerais registrou quatro casos confirmados de hantavirose em 2025, com dois óbitos. Em 2024, foram contabilizados sete casos da doença e quatro mortes.A hantavirose é considerada uma zoonose viral aguda e, no Brasil, costuma se manifestar principalmente na forma da Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH). A contaminação humana ocorre, na maior parte dos casos, pela inalação de partículas presentes na urina, na saliva e nas fezes de roedores silvestres infectados.Segundo a SES-MG, os casos são mais frequentes em áreas rurais, especialmente em atividades ligadas ao trabalho agrícola, ou em ambientes infestados por ratos silvestres.Os primeiros sintomas são febre, dores musculares, dor de cabeça, desconforto abdominal e dores lombares. Em quadros mais graves, a doença pode evoluir rapidamente para insuficiência respiratória, tosse seca, queda de pressão arterial e aceleração dos batimentos cardíacos.Atualmente, não existe tratamento específico contra a hantavirose. O atendimento médico é baseado em suporte clínico e acompanhamento intensivo, dependendo da gravidade do paciente.A secretaria também reforçou medidas preventivas para reduzir o risco de infecção, principalmente em propriedades rurais. Entre as recomendações estão armazenar alimentos em recipientes fechados, evitar acúmulo de lixo e entulho, manter terrenos limpos e impedir o acesso de roedores a ração animal.
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Minas Gerais registra 1ª morte por hantavírus em 2026; caso ocorreu em área rural
16:04 11.05.2026 (atualizado: 17:25 11.05.2026) A primeira morte por hantavírus em Minas Gerais em 2026 foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Segundo a pasta, o caso não possui qualquer relação com o surto da doença identificado recentemente em um navio de cruzeiro no oceano Atlântico.
De acordo com as autoridades sanitárias,
a vítima era um homem de 46 anos, morador de Carmo do Paranaíba, na região do Alto Paranaíba.
O caso foi notificado em fevereiro e teve confirmação laboratorial realizada pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). A investigação apontou
histórico de exposição a roedores silvestres em área de lavoura.
Em comunicado, a secretaria ressaltou que a variante do hantavírus circulante no Brasil não apresenta transmissão entre pessoas. "Trata-se de um caso isolado, sem relação com outros registros da doença", informou a SES-MG.
A pasta também esclareceu que um segundo caso atribuído a Minas Gerais chegou a constar nos sistemas oficiais, mas não foi confirmado. Segundo o governo estadual, já foi solicitado ao
Ministério da Saúde o ajuste dessas informações.
Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) mostram que Minas Gerais registrou quatro casos confirmados de hantavirose em 2025, com dois óbitos. Em 2024, foram contabilizados sete casos da doença e quatro mortes.
A hantavirose é considerada uma zoonose viral aguda e, no Brasil, costuma se manifestar principalmente na forma da Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH). A contaminação humana ocorre, na maior parte dos casos, pela inalação de partículas presentes na urina, na saliva e nas fezes de roedores silvestres infectados.
Segundo a SES-MG, os
casos são mais frequentes em áreas rurais, especialmente em atividades ligadas ao trabalho agrícola, ou em ambientes infestados por ratos silvestres.
Os primeiros sintomas são febre, dores musculares, dor de cabeça, desconforto abdominal e dores lombares. Em quadros mais graves, a doença pode evoluir rapidamente para insuficiência respiratória, tosse seca, queda de pressão arterial e aceleração dos batimentos cardíacos.
Atualmente, não existe tratamento específico contra a hantavirose. O atendimento médico é baseado em suporte clínico e acompanhamento intensivo, dependendo da gravidade do paciente.
A secretaria também reforçou medidas preventivas para reduzir o risco de infecção, principalmente em propriedades rurais. Entre as recomendações estão armazenar alimentos em recipientes fechados, evitar
acúmulo de lixo e entulho, manter terrenos limpos e impedir o acesso de roedores a ração animal.
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