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Boulos acusa empresários de espalhar 'terrorismo econômico' contra fim da escala 6 x 1
Boulos acusa empresários de espalhar 'terrorismo econômico' contra fim da escala 6 x 1
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O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou nesta terça-feira (12) que setores da economia estão promovendo "terrorismo econômico"... 12.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-12T17:48-0300
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Conforme o ministro, a reação contra a redução da jornada de trabalho repete o mesmo discurso usado historicamente contra direitos trabalhistas no Brasil, como foi com o salário mínimo, as férias remuneradas e o 13º salário.A proposta discutida no Legislativo prevê a redução da jornada de trabalho, garantindo dois dias de folga semanais aos trabalhadores. Segundo o ministro, grupos contrários à medida tentam inclusive estabelecer prazos para adiar a implementação da nova jornada, algo que, de acordo com ele, não terá apoio do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Boulos também rebateu críticas sobre possíveis impactos econômicos da medida e citou um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) que apontou um impacto médio de cerca de 1% no custo operacional das empresas com a redução da jornada semanal para 40 horas.O ministro afirmou ainda que existe um forte lobby para inviabilizar a proposta e defendeu que o debate seja feito com base em dados concretos. Para ele, a redução da jornada também pode gerar ganhos de produtividade e diminuir os casos de adoecimento mental ligados ao excesso de trabalho."Tem havido uma explosão de casos de burnout no trabalho, por ansiedade, depressão, exaustão. No ano passado, 500 mil trabalhadores foram afastados por problemas de saúde mental, por excesso de trabalho", afirmou.
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Boulos acusa empresários de espalhar 'terrorismo econômico' contra fim da escala 6 x 1
17:48 12.05.2026 (atualizado: 19:23 12.05.2026) O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou nesta terça-feira (12) que setores da economia estão promovendo "terrorismo econômico" para tentar barrar o debate sobre o fim da escala 6 x 1 no Congresso Nacional.
Conforme o ministro, a reação contra a redução da jornada de trabalho repete o mesmo discurso usado historicamente contra
direitos trabalhistas no Brasil, como foi com o salário mínimo, as férias remuneradas e o 13º salário.
"O que existe é um terrorismo econômico brutal nessa história, que, aliás, não é novo no Brasil, se você observar os arquivos dos jornais de 1940, quando Getúlio Vargas criou a lei do salário mínimo. Hoje tem doido para tudo. Alguns até falam em acabar com o salário mínimo. Mas ninguém aceita isso", afirmou, em entrevista à EBC.
A proposta discutida no Legislativo prevê a redução da jornada de trabalho, garantindo dois dias de folga semanais aos trabalhadores. Segundo o ministro,
grupos contrários à medida tentam inclusive estabelecer prazos para adiar a implementação da nova jornada, algo que, de acordo com ele, não terá apoio do governo do
presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Boulos também rebateu críticas sobre possíveis
impactos econômicos da medida e citou um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) que
apontou um impacto médio de cerca de 1% no custo operacional das empresas com a redução da jornada semanal para 40 horas.
"Isso é semelhante ao impacto causado pelo aumento real do salário mínimo, algo que se teve em todos os governos do Lula. Alguma empresa faliu? Gerou desemprego? Ao contrário, temos o menor índice de desemprego da série histórica no Brasil. A atividade econômica, o PIB está crescendo como não crescia havia 12 anos no país", declarou.
O ministro afirmou ainda que existe um forte lobby para inviabilizar a proposta e defendeu que o debate seja feito com base em dados concretos. Para ele, a redução da jornada também pode gerar ganhos de produtividade e diminuir os casos de adoecimento mental ligados ao excesso de trabalho.
"Tem havido uma
explosão de casos de burnout no trabalho, por ansiedade, depressão, exaustão. No ano passado,
500 mil trabalhadores foram afastados por problemas de saúde mental, por excesso de trabalho", afirmou.
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