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Mercados recuam após fracasso nas negociações de paz entre EUA e Irã e preço do petróleo sobe

CC BY 2.0 / Timothy Vollmer / back alleyBarris de petróleo (imagem de referência)
Barris de petróleo (imagem de referência) - Sputnik Brasil, 1920, 11.05.2026
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A alta do petróleo e a queda dos futuros de ações refletiram o impasse entre EUA e Irã, após Trump rejeitar a proposta iraniana e manter o bloqueio ao estreito de Ormuz, elevando tensões e pressionando mercados enquanto combustíveis seguem caros nos EUA.
Os mercados já refletem a tensão sobre o estreito de Ormuz após o fracasso das negociações entre Washington e Teerã, nesta segunda-feira (11). A reação veio logo depois de o presidente norte-americano Donald Trump rejeitar publicamente a última proposta iraniana, classificada por ele como "totalmente inaceitável".
Teerã afirma que ainda trabalha em um acordo temporário que poderia suspender os combates por 30 dias e reabrir o estreito, rota essencial para o transporte global de petróleo e gás.

A incerteza prolongada mantém pressão sobre os preços de energia, especialmente nos Estados Unidos, onde a gasolina segue cara, segundo a mídia norte-americana.

O governo dos EUA sinalizou possíveis medidas para aliviar o impacto interno. O secretário de Energia, Chris Wright, disse que Washington considera suspender o imposto federal sobre a gasolina, de US$ 0.184 (R$ 0,90) por galão, para conter custos aos consumidores.
Gotícula de água (imagem referencial) - Sputnik Brasil, 1920, 11.05.2026
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No mercado internacional, o Brent subiu mais de 3%, negociado a US$ 105 (R$ 513,29), enquanto o WTI avançou mais de 4%, acima de US$ 99 (R$ 484,48). Os futuros do S&P 500 apontavam leve queda, e as bolsas asiáticas tiveram desempenho misto, com forte alta na Coreia do Sul e recuo moderado no Japão. Na Europa, os principais índices permaneceram estáveis, destacou a mídia.

Nos postos norte-americanos, a gasolina manteve média de US$ 4,52 (R$ 22,12) por galão, cerca de 52% acima do nível pré-guerra. O diesel caiu um centavo, para US$ 5,64 (R$ 27,60,) ainda 50% mais caro desde o início do conflito. Os preços ao consumidor tendem a reagir com atraso às oscilações do petróleo bruto.

Analistas do Deutsche Bank afirmaram à apuração que a falta de avanços nas negociações sugere que os EUA preferem um acordo, mas a indefinição sobre quem conduz as tratativas no Irã dificulta o progresso. Enquanto o estreito de Ormuz permanecer fechado, alertam, os mercados continuarão vulneráveis.
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