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EUA perdem seu 'superpoder comercial' com abolição de tarifas pela Suprema Corte, diz mídia
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Sputnik Brasil
Os EUA perderam seu superpoder comercial porque o presidente estadunidense, Donald Trump, perdeu a capacidade de ameaçar com tarifas as nações estrangeiras... 12.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-12T10:04-0300
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O jornal aponta que a Suprema Corte dos EUA minou o que era essencialmente o superpoder de Trump: seu método preferido para coagir outras nações à submissão.Nesse contexto, lembra-se que em janeiro, durante uma disputa sobre a Groenlândia, Trump ameaçou impor tarifas aos aliados dos EUA na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), o que abalou Londres, provocou reuniões de emergência na União Europeia (UE) e levou milhares às ruas na Dinamarca.Ao mesmo tempo, é destacado que, na semana passada, outro tribunal dos EUA derrubou as tarifas globais de 10% anunciadas por Trump em fevereiro, que visavam substituir os impostos anteriormente invalidados pela Suprema Corte.Observa-se que, enquanto Trump se prepara para uma importante cúpula com o presidente chinês, Xi Jinping, ele e sua equipe lutam para restaurar sua autoridade para cobrar tarifas sobre importações mundiais. A administração Trump está enfrentando crescente pressão do Congresso, impopularidade pública antes de duras eleições intermediárias e menor alavancagem no cenário global.Além disso, embora outras nações não abandonem os acordos comerciais de imediato, estão repensando e revisando suas abordagens, especialmente no Sudeste Asiático, tratando Washington com menos deferência após a decisão. Diplomatas da UE, por sua vez, duvidam do espaço de Trump para aumentar as tarifas, dada a inflação e as eleições nos EUA.Esse ano viu o governo norte-americano negociar acordos, suspender tarifas que derrubaram os mercados e garantir um cessar-fogo na guerra comercial com a China em outubro, após as medidas retaliatórias de Pequim sobre as terras raras. No entanto, a decisão da Suprema Corte em fevereiro anulou a maioria das tarifas do segundo mandato, elevando as taxas médias de 2,6% para 13% no ano passado, mas transferindo 90% dos custos para empresas e consumidores dos EUA.As ameaças tarifárias de Trump, antes uma ferramenta favorita para pressão econômica instantânea, agora são reduzidas, pois não conseguem eliminar o déficit recorde de US$ 1,2 trilhão (R$ 6 trilhões) em bens dos EUA em 2025 ou reativar a manufatura, que representa 9% do PIB, prejudicada por déficits orçamentários crônicos que exigem capital estrangeiro e importações, conclui o texto.Anteriormente, a mídia ocidental informou que a viagem de Donald Trump à China, para se encontrar com Xi Jinping, será um sério teste para ele. Segundo o texto, o possível acordo comercial com a China contraria as críticas políticas de Trump ao país.
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EUA perdem seu 'superpoder comercial' com abolição de tarifas pela Suprema Corte, diz mídia
Os EUA perderam seu superpoder comercial porque o presidente estadunidense, Donald Trump, perdeu a capacidade de ameaçar com tarifas as nações estrangeiras, informa um jornal britânico.
O jornal aponta que a
Suprema Corte dos EUA minou o que era essencialmente o superpoder de Trump: seu método preferido para coagir outras nações à submissão.
Nesse contexto, lembra-se que em janeiro, durante uma disputa sobre a Groenlândia, Trump ameaçou impor tarifas aos aliados dos EUA na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), o que abalou Londres, provocou reuniões de emergência na União Europeia (UE) e levou milhares às ruas na Dinamarca.
"No entanto, quando, apenas três meses depois, ele anunciou a aplicação de impostos de 50% sobre as vendas de armas ao Irã, sem 'exclusões ou isenções', seu comentário foi rapidamente deixado de lado", ressalta a publicação.
Ao mesmo tempo, é destacado que, na semana passada, outro tribunal dos EUA derrubou as tarifas globais de 10% anunciadas por Trump em fevereiro, que visavam substituir os impostos anteriormente invalidados pela Suprema Corte.
Observa-se que, enquanto Trump se prepara para uma importante cúpula com o presidente chinês,
Xi Jinping, ele e sua equipe lutam para restaurar sua autoridade para cobrar tarifas sobre importações mundiais.
A administração Trump está enfrentando crescente pressão do Congresso, impopularidade pública antes de duras eleições intermediárias e menor alavancagem no cenário global.
Além disso, embora outras nações não abandonem os acordos comerciais de imediato, estão repensando e revisando suas abordagens, especialmente no Sudeste Asiático, tratando Washington com menos deferência após a decisão. Diplomatas da UE, por sua vez, duvidam do espaço de Trump para aumentar as tarifas, dada a inflação e as eleições nos EUA.
Esse ano viu o governo norte-americano negociar acordos, suspender tarifas que derrubaram os mercados e garantir um cessar-fogo na guerra comercial com a China em outubro, após as medidas retaliatórias de Pequim sobre as terras raras. No entanto, a decisão da Suprema Corte em fevereiro anulou a maioria das tarifas do segundo mandato, elevando as taxas médias de 2,6% para 13% no ano passado, mas transferindo 90% dos custos para empresas e consumidores dos EUA.
As ameaças tarifárias de Trump, antes uma ferramenta favorita para pressão econômica instantânea, agora são reduzidas, pois não conseguem eliminar o déficit recorde de US$ 1,2 trilhão (R$ 6 trilhões) em bens dos EUA em 2025 ou reativar a manufatura, que representa 9% do PIB, prejudicada por déficits orçamentários crônicos que exigem capital estrangeiro e importações, conclui o texto.
Anteriormente, a mídia ocidental informou que a viagem de
Donald Trump à China, para se encontrar com Xi Jinping, será um sério teste para ele. Segundo o texto, o possível acordo comercial com a China
contraria as críticas políticas de Trump ao país.
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