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China atua em posição de força, pois EUA perderam influência após guerra comercial, diz mídia
China atua em posição de força, pois EUA perderam influência após guerra comercial, diz mídia
Sputnik Brasil
Os Estados Unidos perderam sua influência sobre a China, e o encontro planejado entre o presidente estadunidense, Donald Trump, e seu homólogo chinês, Xi... 13.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-13T09:48-0300
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A revista destaca que a China obteve, discretamente, o controle sobre as decisões dos EUA em relação à implementação de medidas de segurança nacional, como controles de exportação.Ao dissociar sua diplomacia bilateral da competição por influência global, EUA deixaram de lado suas principais preocupações estratégicas e permitiram que a China explorasse as percepções de reconciliação entre Washington e Pequim. Essas mudanças discretas nas relações podem limitar a capacidade de tomada de decisões de Washington nos próximos anos.Portanto, a China saiu mais forte da guerra comercial de 2025, pois as proibições de exportação de Pequim sobre terras raras e minerais vitais causaram mais danos à manufatura dos EUA, levando o governo Trump a desacelerar rapidamente.Ao considerar os fatores analisados acima, a publicação conclui que os EUA terão dificuldade em orientar o relacionamento em seus próprios termos.Anteriormente, um jornal britânico informou que os EUA perderam seu superpoder comercial porque Trump perdeu a capacidade de ameaçar com tarifas as nações estrangeiras. Segundo o texto, a Suprema Corte dos EUA minou o que era essencialmente o superpoder de Trump: seu método preferido para coagir outras nações à submissão.
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China atua em posição de força, pois EUA perderam influência após guerra comercial, diz mídia
Os Estados Unidos perderam sua influência sobre a China, e o encontro planejado entre o presidente estadunidense, Donald Trump, e seu homólogo chinês, Xi Jinping, pode cimentar o domínio de Pequim por anos, informa uma revista estadunidense.
A revista destaca que a China obteve, discretamente, o controle sobre as decisões dos EUA em relação à implementação de medidas de
segurança nacional, como controles de exportação.
"Quando Trump se reunir com Xi em Pequim nesta semana, é pouco provável que os dois líderes alcancem grandes avanços políticos. Porém, eles estabelecerão um novo conjunto de regras e pressupostos implícitos para a gestão das relações, que, em última instância, favorecem a China [...]. Isso, por sua vez, dificultará a capacidade de Washington de preservar a estabilidade bilateral que tanto esforço fez para garantir", ressalta a publicação.
Ao dissociar sua diplomacia bilateral da competição por
influência global, EUA deixaram de lado suas principais preocupações estratégicas e permitiram que
a China explorasse as percepções de reconciliação entre Washington e Pequim. Essas mudanças discretas nas relações podem limitar a capacidade de tomada de decisões de Washington nos próximos anos.
Portanto, a China saiu mais forte da
guerra comercial de 2025, pois as proibições de exportação de Pequim sobre terras raras e minerais vitais
causaram mais danos à manufatura dos EUA, levando o governo Trump a desacelerar rapidamente.
Ao considerar os fatores analisados acima, a publicação conclui que os EUA terão dificuldade em orientar o relacionamento em seus próprios termos.
Anteriormente, um jornal britânico
informou que os EUA perderam seu superpoder comercial porque Trump perdeu a capacidade de ameaçar com tarifas as nações estrangeiras. Segundo o texto, a Suprema Corte dos EUA minou o que era essencialmente o superpoder de Trump:
seu método preferido para coagir outras nações à submissão.
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