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Trump diz que reunião foi produtiva e cita Lula como 'o dinâmico presidente brasileiro'
Trump diz que reunião foi produtiva e cita Lula como 'o dinâmico presidente brasileiro'
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Com foco em temas como comércio, segurança pública e cooperação estratégica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi recebido pelo presidente dos... 07.05.2026, Sputnik Brasil
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Após o encontro, o presidente norte-americano afirmou que a agenda foi "muito produtiva" e que serão realizadas novas reuniões entre os países ao longo dos próximos meses sobre pontos considerados estratégicos. Segundo Trump, o encontro abordou diversos temas, com destaque para comércio bilateral e tarifas. Lula foi recebido por Trump por volta das 11h21 e cumprimentado pelo norte-americano assim que desceu do carro. A pedido do Brasil, a coletiva de imprensa foi alterada para após o encontro entre os dirigentes, em uma mudança de protocolo da Casa Branca, que costuma receber os repórteres antes das agendas começarem. Porém, por conta de um compromisso do republicano, não houve a tradicional conferência com os dois líderes.Além de Lula, integram comitiva presidencial os ministros das Relações Exteriores, Mauro Vieira; da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva; da Fazenda, Dario Durigan; do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa; e de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.O Planalto avalia que a reunião pode reduzir a influência de aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na Casa Branca. Além disso, o encontro ocorre em um momento em que Flávio cresce nas pesquisas e tenta ampliar sua interlocução nos EUA por meio de seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por coação no curso do processo que condenou Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado, e Paulo Figueiredo.Tensões diplomáticas entre Brasil e EUAApós se reunir em duas ocasiões no ano passado e até apontar uma "química" — ocasiões que culminaram na redução do tarifaço contra o Brasil e no fim de sanções econômicas contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes —, Lula e Trump voltaram a fazer das divergências a tônica das relações em 2026.Neste mês, Lula citou os embates do norte-americano com o papa Leão XIV, contrário à guerra promovida por Washington contra o Irã. "O Trump não precisava ficar ameaçando o mundo", afirmou à época.Dias depois, em meio à prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem, condenado a mais de 16 anos de prisão no Brasil e considerado foragido, os Estados Unidos determinaram a expulsão do delegado brasileiro envolvido na detenção, realizada pelas autoridades migratórias. O governo brasileiro reagiu com a retirada das credenciais diplomáticas de um agente de imigração norte-americano que atuava em Brasília.
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Trump diz que reunião foi produtiva e cita Lula como 'o dinâmico presidente brasileiro'
15:22 07.05.2026 (atualizado: 16:04 07.05.2026) Detalhes a seguir
Com foco em temas como comércio, segurança pública e cooperação estratégica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca nesta quinta-feira (7). A reunião teve cerca de três horas de duração e incluiu um almoço.
Após o encontro, o presidente norte-americano afirmou que a agenda foi "muito produtiva" e que serão realizadas novas reuniões entre os países ao longo dos próximos meses sobre pontos considerados estratégicos. Segundo Trump, o encontro abordou diversos temas, com destaque para comércio bilateral e tarifas.
"Acabei de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. Discutimos muitos temas, incluindo comércio e, especificamente, tarifas. A reunião foi muito boa. Nossos representantes devem se reunir para discutir alguns elementos-chave. Reuniões adicionais serão agendadas nos próximos meses, conforme necessário",
declarou Trump nas redes sociais.
Lula foi recebido por Trump por volta das 11h21 e cumprimentado pelo norte-americano assim que desceu do carro. A pedido do Brasil, a coletiva de imprensa foi alterada para após o encontro entre os dirigentes, em uma mudança de protocolo da Casa Branca, que costuma receber os repórteres antes das agendas começarem. Porém, por conta de um compromisso do republicano, não houve a tradicional conferência com os dois líderes.
Além de Lula, integram comitiva presidencial os ministros das Relações Exteriores, Mauro Vieira; da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva; da Fazenda, Dario Durigan; do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa; e de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
O Planalto avalia que a reunião
pode reduzir a influência de aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na Casa Branca. Além disso, o encontro ocorre em um momento em que
Flávio cresce nas pesquisas e
tenta ampliar sua interlocução nos EUA por meio de seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por coação no curso do processo que condenou Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado, e Paulo Figueiredo.
Tensões diplomáticas entre Brasil e EUA
Após se reunir em duas ocasiões no ano passado e até apontar uma "química" — ocasiões que culminaram na redução do tarifaço contra o Brasil e no fim de sanções econômicas contra o
ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes —, Lula e Trump voltaram a fazer das divergências a tônica das relações em 2026.
Neste mês, Lula citou os embates do norte-americano com o papa Leão XIV, contrário à guerra promovida por Washington contra o Irã. "O Trump não precisava ficar ameaçando o mundo", afirmou à época.
Dias depois, em meio à prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem, condenado a mais de 16 anos de prisão no Brasil e considerado foragido, os Estados Unidos determinaram a
expulsão do delegado brasileiro envolvido na detenção, realizada pelas autoridades migratórias. O governo brasileiro reagiu com a retirada das credenciais diplomáticas de um agente de imigração norte-americano que atuava em Brasília.
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