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Promotoria do Peru pede prisão de candidato de esquerda após avanço ao 2º turno presidencial
Promotoria do Peru pede prisão de candidato de esquerda após avanço ao 2º turno presidencial
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O Ministério Público do Peru solicitou nesta quarta-feira (13) mais de cinco anos de prisão contra o candidato presidencial Roberto Sánchez por supostas... 14.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-14T01:22-0300
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O pedido foi apresentado no mesmo dia em que Sánchez garantiu vaga no segundo turno das eleições presidenciais peruanas, previsto para junho, após superar por margem apertada o candidato de extrema direita Rafael López Aliaga na disputa pela segunda colocação.Segundo a acusação, o líder do partido Juntos pelo Peru teria omitido informações sobre contribuições recebidas pela legenda durante campanhas regionais e municipais. A promotoria afirma que houve inconsistências nos relatórios financeiros entregues às autoridades eleitorais.O Ministério Público pediu pena de cinco anos e quatro meses de prisão para o candidato. De acordo com a investigação, mais de US$ 57 mil (R$ 286,5 mil) em contribuições partidárias teriam deixado de ser declarados ao Escritório Nacional de Processos Eleitorais, órgão responsável pela fiscalização das campanhas no país.O caso chegou inicialmente à Justiça em janeiro deste ano, mas parte da denúncia foi rejeitada pelos magistrados, que determinaram reformulação da acusação antes de uma nova análise. O Poder Judiciário marcou para 27 de maio a audiência que decidirá se o processo seguirá para julgamento oral ou será arquivado.Em publicação nas redes sociais, Sánchez negou irregularidades e afirmou ser alvo de perseguição política. "Durante anos tentaram sustentar uma mentira para me desacreditar politicamente. A Justiça já arquivou as acusações sobre um suposto uso pessoal de recursos econômicos do partido, porque jamais existiu fraude nem apropriação indevida", declarou.A disputa pela segunda vaga no segundo turno foi marcada por forte equilíbrio entre Sánchez e López Aliaga (12% a 11,9%) durante a apuração, que sofreu atrasos após denúncias de irregularidades na votação realizada em 12 de abril.Com 99,94% das urnas apuradas, a candidata conservadora Keiko Fujimori liderava o primeiro turno com 17,1% dos votos válidos.
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Promotoria do Peru pede prisão de candidato de esquerda após avanço ao 2º turno presidencial
O Ministério Público do Peru solicitou nesta quarta-feira (13) mais de cinco anos de prisão contra o candidato presidencial Roberto Sánchez por supostas irregularidades na prestação de contas de recursos usados em campanhas eleitorais entre 2018 e 2020.
O pedido foi apresentado no mesmo dia em que Sánchez garantiu vaga no
segundo turno das eleições presidenciais peruanas, previsto para junho, após superar por margem apertada o
candidato de extrema direita Rafael López Aliaga na disputa pela segunda colocação.
Segundo a acusação, o líder do partido Juntos pelo Peru teria omitido informações sobre contribuições recebidas pela legenda durante campanhas regionais e municipais. A promotoria afirma que houve inconsistências nos relatórios financeiros entregues às autoridades eleitorais.
"A Roberto Sánchez é atribuída a autoria dos crimes de falsa declaração em procedimento administrativo e falsificação de informações sobre contribuições e receitas de organizações políticas", diz o documento apresentado pelos promotores.
O Ministério Público pediu pena de cinco anos e quatro meses de prisão para o candidato. De acordo com a investigação,
mais de US$ 57 mil (R$ 286,5 mil) em contribuições partidárias teriam deixado de ser declarados ao
Escritório Nacional de Processos Eleitorais, órgão responsável pela fiscalização das campanhas no país.
O caso chegou inicialmente à Justiça em janeiro deste ano, mas parte da denúncia foi rejeitada pelos magistrados, que determinaram reformulação da acusação antes de uma nova análise. O Poder Judiciário marcou para 27 de maio a audiência que decidirá se o
processo seguirá para julgamento oral ou será arquivado.
Em publicação nas redes sociais, Sánchez negou irregularidades e afirmou ser alvo de perseguição política. "Durante anos tentaram sustentar uma mentira para me desacreditar politicamente. A Justiça já arquivou as acusações sobre um suposto uso pessoal de recursos econômicos do partido, porque jamais existiu fraude nem apropriação indevida", declarou.
A disputa pela segunda vaga no segundo turno foi marcada por forte equilíbrio entre Sánchez e López Aliaga (12% a 11,9%) durante a apuração, que sofreu atrasos após denúncias de irregularidades na votação realizada em 12 de abril.
Com 99,94% das urnas apuradas, a
candidata conservadora Keiko Fujimori liderava o primeiro turno com 17,1% dos votos válidos.
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