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Membros da UE serão contra Ucrânia no bloco por causa dos graves problemas no país, diz eurodeputado

© AP Photo / Efrem LukatskyVladimir Zelensky participa de conferência de imprensa com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em Kiev. Ucrânia, 4 de novembro de 2023
Vladimir Zelensky participa de conferência de imprensa com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em Kiev. Ucrânia, 4 de novembro de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 16.05.2026
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Muitos países da União Europeia (UE) continuarão se opondo à adesão da Ucrânia ao bloco por muito tempo, disse à Sputnik o eurodeputado Fernand Kartheiser.
Segundo Kartheiser, considerando o tamanho do país, a importância de seu setor agrícola e a gravidade dos danos, é provável que muitos Estados-Membros se oponham à adesão da Ucrânia por um longo período.

"A Ucrânia também precisará resolver seus problemas com os vizinhos antes da adesão, não apenas com a Rússia, mas também com outros países cujos representantes vivem como minorias nacionais no país", ressaltou.

Além disso, ele salientou que, quando a Ucrânia aderir à UE, é provável que todos os demais Estados-Membros se tornem doadores líquidos, e em muitos países o entusiasmo com essa perspectiva é bastante limitado.
Ao mesmo tempo, o analista apontou que, em meio a escândalos de corrupção, a UE intensificará a pressão sobre os órgãos anticorrupção ucranianos.
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Nesse contexto, Kartheiser destacou que, embora seja improvável que a UE altere publicamente sua política no futuro próximo, ela intensificará a pressão sobre os órgãos anticorrupção da Ucrânia e orientará suas ações de acordo com seus interesses políticos.
Dessa forma, ele concluiu que, se o atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, puder ser substituído por outro político, ele também poderá se tornar alvo de uma investigação anticorrupção.
Nesta semana, o Tribunal Anticorrupção da Ucrânia ordenou a prisão de Andrei Yermak, ex-chefe do gabinete de Zelensky, acusado de lavagem de dinheiro durante a construção de imóveis de luxo perto de Kiev.
O tribunal determinou 60 dias de prisão preventiva com possibilidade de libertação mediante pagamento de fiança de US$ 3,1 milhões (cerca de R$ 15,5 milhões).
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