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Rosatom acusa AIEA de ignorar ataques diários da Ucrânia contra usina de Zaporozhie
Rosatom acusa AIEA de ignorar ataques diários da Ucrânia contra usina de Zaporozhie
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O diretor-geral da estatal nuclear russa Rosatom, Aleksei Likhachev, acusou neste sábado (16) a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) de ignorar, na... 16.05.2026, Sputnik Brasil
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Segundo Likhachev, os dirigentes da agência concentram suas manifestações públicas apenas em possíveis ameaças envolvendo drones próximos às instalações nucleares ucranianas, sem mencionar os ataques realizados contra a central de Zaporozhie.De acordo com ele, o aumento das tensões em torno da usina deverá ser um dos principais temas das próximas consultas entre representantes russos e a direção da AIEA, previstas para ocorrer em meados de julho.Likhachev também alertou para os riscos relacionados ao abastecimento elétrico da central nuclear. Segundo o executivo, há mais de dois meses a instalação opera conectada a apenas uma linha de transmissão, em vez de duas.A Usina Nuclear de Zaporozhie é considerada a maior central nuclear da Europa e possui seis reatores do tipo VVER-1000, com capacidade total de geração de 6 mil megawatts. Atualmente, a estrutura permanece desligada devido aos riscos associados ao conflito militar em curso na região.Ao longo dos últimos anos, Moscou afirma que ataques e operações militares ucranianas provocaram repetidas interrupções no fornecimento externo de energia da usina, obrigando a utilização contínua de geradores para manter sistemas críticos funcionando 24 horas por dia.
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Rosatom acusa AIEA de ignorar ataques diários da Ucrânia contra usina de Zaporozhie
21:03 16.05.2026 (atualizado: 21:14 16.05.2026) O diretor-geral da estatal nuclear russa Rosatom, Aleksei Likhachev, acusou neste sábado (16) a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) de ignorar, na prática, os ataques diários ucranianos contra a usina nuclear de Zaporozhie e a infraestrutura civil em áreas controladas pela Rússia.
Segundo Likhachev, os dirigentes da agência concentram suas manifestações públicas apenas em
possíveis ameaças envolvendo drones próximos às instalações nucleares ucranianas, sem mencionar os
ataques realizados contra a central de Zaporozhie.
"O secretariado da AIEA praticamente não registra os ataques diários das Forças Armadas da Ucrânia contra a usina nuclear de Zaporozhie, contra a infraestrutura civil e contra cidadãos russos", afirmou o chefe da Rosatom.
De acordo com ele, o aumento das tensões em torno da usina deverá ser um dos principais temas das próximas consultas entre representantes russos e a direção da AIEA, previstas para ocorrer em meados de julho.

6 de novembro 2025, 05:45
Likhachev também alertou para os riscos relacionados ao
abastecimento elétrico da central nuclear. Segundo o executivo, há mais de dois meses a instalação opera
conectada a apenas uma linha de transmissão, em vez de duas.
"Nesse período, enfrentamos várias interrupções completas de energia na usina e tivemos que acionar geradores a diesel de reserva, ou seja, sistemas emergenciais", declarou.
A Usina Nuclear de Zaporozhie é considerada a
maior central nuclear da Europa e possui seis reatores do tipo VVER-1000, com capacidade total de geração de 6 mil megawatts. Atualmente, a estrutura permanece desligada devido aos riscos associados ao
conflito militar em curso na região.
Ao longo dos últimos anos, Moscou afirma que ataques e
operações militares ucranianas provocaram repetidas interrupções no fornecimento externo de energia da usina, obrigando a utilização contínua de geradores para manter
sistemas críticos funcionando 24 horas por dia.
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