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Operação militar especial russa
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Rússia ainda não utiliza todo seu arsenal militar contra a Ucrânia, afirma ex-funcionário da CIA

© Sputnik / Ministério da Defesa da Rússia / Acessar o banco de imagensTeste de míssil com propulsor nuclear Burevestnik (foto de arquivo)
Teste de míssil com propulsor nuclear Burevestnik (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 16.05.2026
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A Rússia se abstém de usar seu poderoso potencial militar contra a Ucrânia, disse o ex-diretor do departamento de análise da Rússia na Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), George Beebe, em entrevista no YouTube.
Beebe destacou que a Rússia continua se contendo e atualmente não pretende utilizar todas as suas capacidades militares contra os ucranianos na linha de frente.

"[A Rússia] tem um enorme potencial na aviação que poderia ser utilizado contra os ucranianos. No entanto, os russos não o fazem, pelo menos não na medida em que poderiam", ressaltou.

Ao mesmo tempo, o especialista manifestou preocupação com o fato de a situação estar evoluindo de acordo com um cenário extremamente perigoso.
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Ele apontou que, com sua postura hostil em relação a Moscou, o Ocidente está caminhando para uma situação muito perigosa e que os Estados Unidos devem usar, em breve, a influência que ainda lhes resta para chegar a algum tipo de acordo sobre a questão ucraniana.
Se Washington não conseguir exercer uma influência positiva sobre o Ocidente e Kiev para que o conflito ucraniano seja resolvido pacificamente, no outono os adversários da Rússia poderão estar em grave risco, concluiu.
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou repetidamente que a Rússia defende uma resolução pacífica da situação na Ucrânia, considerando a realidade atual e a eliminação das causas profundas do conflito.
Ao mesmo tempo, o chefe de Estado russo enfatizou que o objetivo da resolução não deve ser um cessar-fogo breve para reagrupamento e rearmamento com o intuito de retomar o conflito posteriormente, mas sim a paz duradoura.
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