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Marinha britânica tem mais almirantes do que fragatas e as constrói da forma errada, diz mídia
Marinha britânica tem mais almirantes do que fragatas e as constrói da forma errada, diz mídia
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A construtora naval britânica Babcock admitiu que realizou a construção fora de sequência de duas fragatas do Tipo 31 e isso resultará em um volume... 17.05.2026, Sputnik Brasil
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A revista salienta que, outrora uma força dominante e temida nos séculos XIX e XX, a Marinha Real do Reino Unido sofreu um declínio significativo no século XXI, sendo hoje frequentemente vista como enfraquecida, com menos navios de guerra operacionais do que almirantes.Segundo a matéria, o programa sofreu repetidos atrasos, pois foi necessário refazer o trabalho em razão de alterações no projeto e de problemas anteriores decorrentes da construção. Os problemas mais graves afetam a embarcação principal, embora as mesmas dificuldades de construção também tenham se estendido ao segundo navio.Como resultado, o cronograma sofreu um atraso muito maior do que o previsto inicialmente e novos atrasos parecem prováveis. Os navios ainda devem ser fragatas flexíveis de uso geral, mas as correções feitas na fase final tornaram sua conclusão mais complexa e cara, conclui o artigo.Anteriormente, um jornal britânico escreveu que o chefe do Estado-Maior da Marinha, almirante Gwyn Jenkins, admitiu que a Marinha Real do Reino Unido não está preparada para um conflito armado. Segundo o texto, a Marinha britânica precisa realizar um trabalho significativo antes de poder travar uma guerra com sucesso.Ao mesmo tempo, o texto apontou que a declaração de Jenkins representou a crítica mais contundente às forças britânicas em meio à crescente pressão sobre o primeiro-ministro, Keir Starmer, para que aumente os gastos com defesa para 3% do PIB.
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Marinha britânica tem mais almirantes do que fragatas e as constrói da forma errada, diz mídia
A construtora naval britânica Babcock admitiu que realizou a construção fora de sequência de duas fragatas do Tipo 31 e isso resultará em um volume significativo de retrabalho e em atrasos no projeto, informa uma revista estadunidense.
A revista
salienta que, outrora uma força dominante e temida nos séculos XIX e XX, a Marinha Real do Reino Unido sofreu um declínio significativo no século XXI, sendo hoje frequentemente vista como enfraquecida,
com menos navios de guerra operacionais do que almirantes.
"As duas primeiras fragatas da aguardada classe Inspiration Tipo 31 da Marinha, que seriam os pilares da frota, foram montadas fora da sequência prevista. E não se trata de um simples mal-entendido. A situação resultou em meses de atraso e em custos estimados em até £ 140 milhões [R$ 939,6 milhões] para corrigir o problema", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, o programa sofreu repetidos atrasos, pois
foi necessário refazer o trabalho em razão de alterações no projeto e de problemas anteriores decorrentes da construção. Os problemas mais graves afetam a
embarcação principal, embora as mesmas dificuldades de construção também tenham se estendido ao segundo navio.
Como resultado, o cronograma sofreu um atraso muito maior do que o previsto inicialmente e novos atrasos parecem prováveis. Os navios ainda devem ser
fragatas flexíveis de uso geral, mas
as correções feitas na fase final tornaram sua conclusão mais complexa e cara, conclui o artigo.
Anteriormente, um jornal britânico
escreveu que o chefe do Estado-Maior da Marinha, almirante Gwyn Jenkins, admitiu que a Marinha Real do Reino Unido não está preparada para um conflito armado. Segundo o texto, a
Marinha britânica precisa realizar um trabalho significativo antes de poder travar uma guerra com sucesso.
Ao mesmo tempo, o texto apontou que a declaração de Jenkins representou a crítica mais contundente às forças britânicas em meio à crescente pressão sobre o primeiro-ministro, Keir Starmer, para que aumente os gastos com defesa para 3% do PIB.
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