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EUA avaliam de ataques aéreos a intervenção terrestre em Cuba após fracasso de sanções, diz mídia
EUA avaliam de ataques aéreos a intervenção terrestre em Cuba após fracasso de sanções, diz mídia
Sputnik Brasil
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, começou a considerar uma possível intervenção militar em Cuba após avaliar que as sanções econômicas... 18.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-18T23:29-0300
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"A ideia inicial sobre Cuba era que a liderança fosse fraca e que a combinação de sanções reforçadas, um bloqueio de petróleo e vitórias militares dos EUA na Venezuela e no Irã pressionasse os cubanos a fazer um acordo. Agora, o Irã saiu do controle e os cubanos estão se mostrando muito mais resistentes do que o esperado", afirmou uma fonte do governo norte-americano ao veículo.Segundo a publicação, o Pentágono avalia diferentes cenários militares, que vão desde ataques aéreos pontuais para pressionar Havana até uma intervenção terrestre em larga escala com objetivo de promover mudança de regime no país caribenho.O jornal informou ainda que o Comando Sul dos EUA iniciou nas últimas semanas um ciclo de planejamento operacional voltado para uma possível ação militar contra Cuba.Na última quinta, o diretor da CIA, John Ratcliffe, visitou Havana à frente de uma delegação norte-americana e se reuniu com representantes do Ministério do Interior cubano, segundo o governo da ilha.Já no sábado (17), a mídia norte-americana informou que integrantes do alto escalão do governo Trump discutem a possibilidade de sequestrar o ex-líder cubano Raúl Castro, em um modelo semelhante ao adotado recentemente na Venezuela.Em janeiro, Trump assinou uma ordem executiva autorizando tarifas contra importações de países que fornecem petróleo a Cuba e declarou estado de emergência devido ao que classificou como ameaça cubana à segurança nacional dos EUA. A medida agravou a crise de combustível na ilha e afetou setores como geração de energia, transporte, saúde e produção de alimentos. Para amenizar a situação, Havana recebeu doações de petróleo de países como Rússia e México, além de ajuda humanitária de Brasil e Colômbia.
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EUA avaliam de ataques aéreos a intervenção terrestre em Cuba após fracasso de sanções, diz mídia
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, começou a considerar uma possível intervenção militar em Cuba após avaliar que as sanções econômicas e o bloqueio de combustível contra a ilha não produziram os resultados esperados, informou nesta segunda-feira (18) o jornal Politico, citando fontes.
"A ideia inicial sobre Cuba era que a
liderança fosse fraca e que a combinação de sanções reforçadas, um bloqueio de petróleo e
vitórias militares dos EUA na Venezuela e no Irã pressionasse os cubanos a fazer um acordo. Agora, o Irã saiu do controle e os cubanos estão se mostrando muito mais resistentes do que o esperado",
afirmou uma fonte do governo norte-americano ao veículo.
Segundo a publicação, o Pentágono avalia diferentes cenários militares, que vão desde
ataques aéreos pontuais para pressionar Havana até
uma intervenção terrestre em larga escala com objetivo de promover mudança de regime no país caribenho.
O jornal informou ainda que o Comando Sul dos EUA iniciou nas últimas semanas um ciclo de planejamento operacional voltado para uma
possível ação militar contra Cuba.
Na última quinta, o diretor da CIA, John Ratcliffe, visitou Havana à frente de uma delegação norte-americana e se reuniu com representantes do Ministério do Interior cubano, segundo o governo da ilha.
Já no sábado (17), a mídia norte-americana informou que integrantes do alto escalão do governo Trump discutem a possibilidade de
sequestrar o ex-líder cubano Raúl Castro, em um modelo semelhante ao
adotado recentemente na Venezuela.
Em janeiro, Trump assinou uma ordem executiva autorizando tarifas contra importações de países que fornecem petróleo a Cuba e declarou estado de emergência devido ao que classificou como ameaça cubana à segurança nacional dos EUA.
A medida agravou a crise de combustível na ilha e afetou setores como geração de energia, transporte, saúde e produção de alimentos. Para amenizar a situação, Havana recebeu doações de petróleo de países como Rússia e México, além de ajuda humanitária de Brasil e Colômbia.
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