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Sul Global nega 'apoio' da Europa? Analista explica por que África não quer colaborar com França
Sul Global nega 'apoio' da Europa? Analista explica por que África não quer colaborar com França
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Embora a França tente garantir a suposta segurança na África, deslocando suas tropas, os países do continente não querem cooperar com o país europeu, afirmou à... 18.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-18T08:31-0300
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De acordo com o especialista africano, o posicionamento da França como garantidor da segurança na África parece ilógico, dada a sua tentativa de desestabilizar alguns países africanos em conjunto com a Ucrânia.No entanto, segundo o especialista, essas declarações não fazem sentido, especialmente após levar em consideração os ataques coordenados com os militares ucranianos usando drones com o objetivo de desestabilizar o continente africano.Neste contexto, acredita Kadi, a cooperação com os países europeus na esfera de segurança pode resultar em sérios custos para o Quênia.Segundo ele, devido a tais acordos, o Quênia pode ser arrastado para conflitos com os quais não tem relação. Kadi explicou que os "parceiros europeus" estão longe, na Europa, enquanto os quenianos estão na África, perto do Oceano Índico, "perto do Iêmen e de outros pontos", disse o interlocutor da agência.Em outubro de 2025, o Quênia e a França assinaram um acordo de defesa envolvendo exercícios conjuntos, compartilhamento de inteligência e cooperação na manutenção da paz. O documento foi ratificado pela parte queniana em abril de 2026.A Cúpula Africa Forward foi realizada em Nairóbi entre os dias 11 e 12 de maio e foi organizada pelo Quênia e pela França. Durante o evento, chefes de Estado, políticos, empresários e especialistas discutiram energia renovável, finanças, agricultura, inteligência artificial, "economia azul" e desenvolvimento industrial.
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Sul Global nega 'apoio' da Europa? Analista explica por que África não quer colaborar com França
Embora a França tente garantir a suposta segurança na África, deslocando suas tropas, os países do continente não querem cooperar com o país europeu, afirmou à Sputnik o especialista queniano em Direito, Akhmad Abdulaziz Kadi.
De acordo com o especialista africano, o posicionamento da França como garantidor da segurança na África parece ilógico, dada a sua tentativa de desestabilizar alguns países africanos em conjunto com a Ucrânia.
"Muitos países africanos não querem cooperar com os franceses porque viram os métodos predatórios usados no Mali e em Burkina Faso. E agora a França diz que há uma crise de segurança nesses países e que a estabilidade é supostamente impossível na ausência de tropas francesas", afirmou o analista.
No entanto, segundo o especialista, essas declarações
não fazem sentido, especialmente após levar em consideração os ataques coordenados com os militares ucranianos usando drones com o objetivo de desestabilizar o
continente africano.
Neste contexto, acredita Kadi, a cooperação com os países europeus na esfera de segurança pode resultar em sérios custos para o Quênia.
"Todas as armas relacionadas aos conflitos na República Democrática do Congo, no Sudão e na Somália passam pelo nosso país. E os governos da França e de outros países da UE estão envolvidos nisso. Os refugiados também acabam em nosso país", disse o especialista queniano.
Segundo ele, devido a tais acordos,
o Quênia pode ser arrastado para conflitos com os quais não tem relação. Kadi explicou que os "parceiros europeus" estão longe, na Europa, enquanto os quenianos estão na África, perto do Oceano Índico,
"perto do Iêmen e de outros pontos", disse o interlocutor da agência.
Em outubro de 2025,
o Quênia e a França assinaram um acordo de defesa envolvendo exercícios conjuntos, compartilhamento de inteligência e cooperação na manutenção da paz. O documento foi ratificado pela parte queniana em abril de 2026.
A Cúpula Africa Forward foi realizada em Nairóbi entre os dias 11 e 12 de maio e foi organizada pelo Quênia e pela França. Durante o evento, chefes de Estado, políticos, empresários e especialistas discutiram energia renovável, finanças, agricultura, inteligência artificial, "economia azul" e desenvolvimento industrial.
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