https://noticiabrasil.net.br/20260519/essa-tambem-e-uma-guerra-das-big-techs-afirma-especialista-sobre-o-conflito-no-ira-50509109.html
'Essa também é uma guerra das big techs', afirma especialista sobre o conflito no Irã
'Essa também é uma guerra das big techs', afirma especialista sobre o conflito no Irã
Sputnik Brasil
Em conversa com a Sputnik Brasil, Caio Almendra comenta como o conflito no Irã tem implicações no investimento e desenvolvimento de modelos de IA, sinalizando... 19.05.2026, Sputnik Brasil
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O conflito no Oriente Médio tem posto outro setor além do mercado energético em risco: o setor das inteligências artificiais. Nos últimos anos, os países do Golfo têm injetado dezenas de bilhões de dólares em big techs estadunidenses nessa tecnologia como parte do plano estratégico de diminuir suas dependências no petróleo e diversificar suas economias.Esses fundos soberanos das monarquias árabes – Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar e Kuwait – gerenciam cerca de US$ 5 trilhões (R$ 25,3 trilhões, aproximadamente) em investimentos. Em uma entrevista, Jack Selby, diretor da Thiel Capital, alertou que um conflito prolongado poderia "drenar" bilhões de investimento em IA. Selby pontuou também que esses investimentos previstos correspondem a 25% do total dos investimentos globais nos próximos cinco anos.Em entrevista para a Sputnik Brasil, Caio Almendra, consultor de inovação e cofundador do Instituto Brasileiro de Ciência de Dados (Bi0s), avalia que o fechamento do estreito de Ormuz e a escalada dos conflitos no Golfo podem contribuir para "inflar" e até para um eventual estouro da bolha da inteligência artificial.Risco em OrmuzAlmendra inicia explicando o modelo de negócios das IAs, ressaltando que a tecnologia ainda não alcançou um nível de rentabilidade compatível com o volume de recursos que atrai. Segundo ele, o setor se sustenta, no curto prazo, por um fluxo contínuo de investimentos destinado a cobrir prejuízos operacionais e financiar a expansão de infraestrutura, como data centers e poder computacional.Esse influxo permanente de capital, afirma, está ligado sobretudo a países que exportam mais do que importam — não os Estados Unidos, mas grandes produtores industriais e energéticos. "Na origem, você tem países do Golfo com pouca população e muito petróleo sendo exportado", explica. Para o especialista, são esses excedentes comerciais e energéticos que ajudam a sustentar empresas de tecnologia ainda sem lucratividade consolidada.Nesse contexto, o fechamento do estreito de Ormuz teria um efeito direto sobre a liquidez internacional. "A liquidez mundial cai, e cai vertiginosamente", afirma Almendra, ao lembrar que cerca de 20% da energia global circula pela região.Com parte relevante do fluxo energético comprometida por um conflito militar, haveria dificuldade para países do Golfo realocarem lucros antes destinados a empresas de tecnologia. Segundo ele, governos e fundos soberanos poderiam inclusive vender ações e retirar investimentos para recompor perdas locais causadas pela guerra, pela destruição material e pela desaceleração de setores como turismo e mercado imobiliário.O especialista aponta, ainda, um segundo mecanismo de pressão sobre a bolha tecnológica: a inflação. Com a alta da energia, aumentam os custos logísticos e os preços em cadeia, o que pode levar o Federal Reserve (FED) a elevar juros nos Estados Unidos.Nesse cenário, investidores tenderiam a abandonar ativos considerados mais arriscados — como criptomoedas, IA e empresas de tecnologia — em direção aos títulos da dívida americana. Para Almendra, a combinação entre redução da liquidez e aperto monetário global cria um ambiente capaz de pressionar fortemente o setor tecnológico e expor fragilidades de um mercado ainda dependente de capital abundante para se sustentar.Disputa entre potências de IAAlmendra aborda também um limite estrutural da corrida global pela inteligência artificial: a transformação das IAs em um mercado de infraestrutura pesada, e não apenas de inovação tecnológica. O avanço dos modelos depende cada vez mais da expansão de data centers, consumo energético e grandes investimentos físicos, envolvendo imóveis, maquinário, energia e operação permanente.Para o especialista, existe um descompasso entre custo e ganho de desempenho. À medida que os sistemas evoluem, o gasto energético cresce em ritmo exponencial, enquanto os ganhos de eficiência se tornam progressivamente menores. "Para aumentar a eficiência de uma IA, você aumenta o número de parâmetros e de informação processada. Quando dobra os textos, a energia não dobra, ela cresce exponencialmente", explica.Almendra observa ainda que China e Estados Unidos vêm seguindo estratégias distintas nessa disputa tecnológica. Enquanto os chineses concentram esforços no aperfeiçoamento matemático e computacional dos modelos, com preocupação ligada à soberania energética e ao uso de renováveis, os norte-americanos mantêm uma aposta centrada na expansão de infraestrutura e na capacidade de atrair capital para sustentar ciclos sucessivos de desenvolvimento.Big techs x Defesa Nesse cenário, as empresas ligadas ao desenvolvimento de novos modelos de IA poderiam pressionar pelo encerramento dos conflitos no Oriente Médio para evitar uma eventual retração dos investimentos das monarquias árabes no setor? Vale lembrar que as big techs do Vale do Silício se aproximaram ainda mais do governo dos EUA no segundo mandato de Donald Trump.Para Almendra, embora exista preocupação econômica com os impactos da instabilidade regional, a relação entre o setor tecnológico e a máquina de guerra norte-americana torna esse debate mais complexo.Uma parte importante das grandes empresas de tecnologia nasceu e se desenvolveu em estreita relação com projetos militares e de segurança nacional dos Estados Unidos. Almendra lembra que o próprio Vale do Silício tem raízes ligadas à Guerra Fria e ao financiamento estatal de tecnologias estratégicas, enquanto fundos de investimento e empresas do setor mantêm conexões históricas com a indústria de defesa e com o Departamento de Estado.Ele cita também a chamada "porta giratória" entre o setor privado e o aparato militar, com engenheiros, matemáticos e executivos transitando entre empresas de tecnologia, órgãos de defesa e projetos ligados à segurança nacional.Na avaliação do consultor, essa proximidade ajuda a explicar por que determinadas empresas não enxergam necessariamente os conflitos como uma ameaça direta aos próprios interesses econômicos, especialmente aquelas ligadas a vigilância, inteligência e sistemas algorítmicos aplicados à guerra. "O número de engenheiros e matemáticos que sai da Google e vai para iniciativas ligadas à defesa — e depois retorna — é imenso", afirma Almendra.Em maio de 2026, o Departamento de Defesa dos EUA firmou acordos para integrar sistemas de IA de empresas como Google, OpenAI, Microsoft, Amazon e Nvidia a redes classificadas voltadas para planejamento, análise de dados e apoio a operações militares. Os contratos – chegando até US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) com a Google – autorizam o uso dessas tecnologias para "finalidades governamentais legais" em ambientes sensíveis e reforçam a estratégia americana de transformar suas Forças Armadas em uma estrutura orientada por inteligência artificial.Para ele, ainda que conflitos provoquem perdas para a economia global, a indústria bélica mantém uma lógica própria de expansão. "Você simplesmente fornece ao Estado capacidade de lutar guerras. E isso é um modelo de negócio possível".Almendra afirma também que empresas como a Palantir simbolizam essa convergência entre tecnologia, defesa e política. Sobretudo, alerta que a proximidade dessas empresas com instituições governamentais pode enfraquecer processos democráticos ao transferir funções de decisão e gestão para sistemas automatizados orientados por interesses privados. Em sua visão, o problema central está no fato de que esses sistemas não responderiam necessariamente a mecanismos de controle popular ou deliberação democrática."Isso é extremamente antidemocrático, porque essa ferramenta não estará a mando de um processo democrático, não estará respondendo a decisões populares, mas sim ao grande capital", argumenta. Almendra menciona ainda declarações do CEO da Palantir, Alex Karp, com o manifesto do livro "A República Tecnológica" como exemplo de uma visão crítica à gestão pública tradicional e favorável à ampliação do papel da tecnologia em decisões estratégicas.O especialista conclui que crises econômicas ou dificuldades enfrentadas pelo setor de IA, por si só, não alterariam essa trajetória. Para ele, a eventual desaceleração do mercado tecnológico provocada por conflitos internacionais não representa necessariamente uma ruptura com esse modelo, mas pode se converter em mais uma etapa de reorganização do setor.
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'Essa também é uma guerra das big techs', afirma especialista sobre o conflito no Irã
17:48 19.05.2026 (atualizado: 18:30 19.05.2026) Especiais
Em conversa com a Sputnik Brasil, Caio Almendra comenta como o conflito no Irã tem implicações no investimento e desenvolvimento de modelos de IA, sinalizando também que uma eventual crise no setor pode reconfigurar — mas não necessariamente interromper — a aproximação entre big techs, capital financeiro e indústria de defesa.
O conflito no Oriente Médio tem posto outro setor além do mercado energético em risco: o setor das inteligências artificiais. Nos últimos anos, os países do Golfo têm injetado dezenas de bilhões de dólares em big techs estadunidenses nessa tecnologia como parte do plano estratégico de diminuir suas dependências no petróleo e diversificar suas economias.
Esses fundos soberanos das monarquias árabes – Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar e Kuwait – gerenciam cerca de US$ 5 trilhões (R$ 25,3 trilhões, aproximadamente) em investimentos. Em uma entrevista, Jack Selby, diretor da Thiel Capital, alertou que um conflito prolongado poderia "drenar" bilhões de investimento em IA. Selby pontuou também que esses investimentos previstos correspondem a 25% do total dos investimentos globais nos próximos cinco anos.
Em entrevista para a
Sputnik Brasil,
Caio Almendra, consultor de inovação e cofundador do Instituto Brasileiro de Ciência de Dados (Bi0s), avalia que o fechamento do
estreito de Ormuz e a
escalada dos conflitos no Golfo podem contribuir para "inflar" e até para um
eventual estouro da bolha da inteligência artificial.

18 de fevereiro 2025, 15:25
Almendra inicia explicando o modelo de negócios das IAs, ressaltando que a tecnologia ainda não alcançou um nível de rentabilidade compatível com o volume de recursos que atrai. Segundo ele, o setor se sustenta, no curto prazo, por um fluxo contínuo de investimentos destinado a cobrir prejuízos operacionais e financiar a expansão de infraestrutura, como data centers e poder computacional.
Esse influxo permanente de capital, afirma, está ligado sobretudo a países que exportam mais do que importam — não os Estados Unidos, mas grandes produtores industriais e energéticos. "Na origem, você tem países do Golfo com pouca população e muito petróleo sendo exportado", explica. Para o especialista, são esses excedentes comerciais e energéticos que ajudam a sustentar empresas de tecnologia ainda sem lucratividade consolidada.
Nesse contexto, o fechamento do estreito de Ormuz teria um efeito direto sobre a liquidez internacional. "A liquidez mundial cai, e cai vertiginosamente", afirma Almendra, ao lembrar que cerca de 20% da energia global circula pela região.
Com parte relevante do fluxo energético comprometida por um conflito militar, haveria dificuldade para países do Golfo realocarem lucros antes destinados a empresas de tecnologia. Segundo ele, governos e fundos soberanos poderiam inclusive vender ações e retirar investimentos para recompor perdas locais causadas pela guerra, pela destruição material e pela desaceleração de setores como turismo e mercado imobiliário.
O especialista aponta, ainda, um segundo mecanismo de pressão sobre a bolha tecnológica: a inflação. Com a alta da energia, aumentam os custos logísticos e os preços em cadeia, o que pode levar o
Federal Reserve (FED) a elevar juros nos Estados Unidos.
Nesse cenário, investidores tenderiam a abandonar ativos considerados mais arriscados — como criptomoedas, IA e empresas de tecnologia — em direção aos títulos da dívida americana. Para Almendra, a combinação entre redução da liquidez e aperto monetário global cria um ambiente capaz de pressionar fortemente o setor tecnológico e expor fragilidades de um mercado ainda dependente de capital abundante para se sustentar.
"Quando você trava uma parcela relevante da energia mundial por conta de um conflito, enxuga dinheiro de circulação e pressiona investimentos que dependem desse capital, como os ligados à tecnologia e à inteligência artificial."
Disputa entre potências de IA
Almendra aborda também um limite estrutural da corrida global pela inteligência artificial: a
transformação das IAs em um mercado de infraestrutura pesada, e não apenas de inovação tecnológica. O avanço dos modelos depende cada vez mais da
expansão de data centers, consumo energético e grandes investimentos físicos, envolvendo imóveis, maquinário, energia e operação permanente.
Para o especialista, existe um descompasso entre custo e ganho de desempenho. À medida que os sistemas evoluem, o gasto energético cresce em ritmo exponencial, enquanto os ganhos de eficiência se tornam progressivamente menores. "Para aumentar a eficiência de uma IA, você aumenta o número de parâmetros e de informação processada. Quando dobra os textos, a energia não dobra, ela cresce exponencialmente", explica.
Almendra observa ainda que China e Estados Unidos vêm seguindo estratégias distintas nessa disputa tecnológica. Enquanto os chineses concentram esforços no aperfeiçoamento matemático e computacional dos modelos, com preocupação ligada à soberania energética e ao uso de renováveis, os norte-americanos mantêm uma aposta centrada na expansão de infraestrutura e na capacidade de atrair capital para sustentar ciclos sucessivos de desenvolvimento.
Nesse cenário, as empresas ligadas ao desenvolvimento de novos modelos de IA poderiam pressionar pelo encerramento dos conflitos no Oriente Médio para evitar uma eventual retração dos investimentos das monarquias árabes no setor? Vale lembrar que as big techs do Vale do Silício se aproximaram ainda mais do governo dos EUA no segundo mandato de Donald Trump.
Para Almendra, embora exista preocupação econômica com os impactos da instabilidade regional, a relação entre o setor tecnológico e a máquina de guerra norte-americana torna esse debate mais complexo.
Uma parte importante das grandes empresas de tecnologia nasceu e se desenvolveu em estreita relação com projetos militares e de segurança nacional dos Estados Unidos. Almendra lembra que o próprio Vale do Silício tem raízes ligadas à Guerra Fria e ao financiamento estatal de tecnologias estratégicas, enquanto fundos de investimento e empresas do setor mantêm conexões históricas com a indústria de defesa e com o Departamento de Estado.
Ele cita também a chamada "porta giratória" entre o setor privado e o aparato militar, com engenheiros, matemáticos e executivos transitando entre empresas de tecnologia, órgãos de defesa e projetos ligados à segurança nacional.
Na avaliação do consultor, essa proximidade ajuda a explicar por que determinadas empresas não enxergam necessariamente os conflitos como uma ameaça direta aos próprios interesses econômicos, especialmente aquelas ligadas a vigilância, inteligência e sistemas algorítmicos aplicados à guerra. "O número de engenheiros e matemáticos que sai da Google e vai para iniciativas ligadas à defesa — e depois retorna — é imenso", afirma Almendra.
Em maio de 2026,
o Departamento de Defesa dos EUA firmou acordos para
integrar sistemas de IA de empresas como Google, OpenAI, Microsoft, Amazon e Nvidia
a redes classificadas voltadas para planejamento, análise de dados e apoio a operações militares.
Os contratos – chegando até US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) com a Google – autorizam o uso dessas tecnologias para "finalidades governamentais legais" em ambientes sensíveis e reforçam a estratégia americana de transformar suas Forças Armadas em uma estrutura orientada por inteligência artificial.
"Existe uma imbricação muito grande entre a máquina de guerra americana e essas big techs. A gente não pode achar que elas não fazem parte. Essa é também uma guerra das big techs", resume Almendra.
Para ele, ainda que conflitos provoquem perdas para a economia global, a indústria bélica mantém uma lógica própria de expansão. "Você simplesmente fornece ao Estado capacidade de lutar guerras. E isso é um modelo de negócio possível".
Almendra afirma também que empresas como a Palantir simbolizam essa convergência entre tecnologia, defesa e política. Sobretudo, alerta que a proximidade dessas empresas com instituições governamentais pode enfraquecer processos democráticos ao transferir funções de decisão e gestão para sistemas automatizados orientados por interesses privados.
Em sua visão, o problema central está no fato de que esses sistemas não responderiam necessariamente a mecanismos de controle popular ou deliberação democrática.
"Isso é extremamente antidemocrático, porque essa ferramenta não estará a mando de um processo democrático, não estará respondendo a decisões populares, mas sim ao grande capital", argumenta. Almendra menciona ainda declarações do CEO da Palantir, Alex Karp, com o manifesto do livro "A República Tecnológica" como exemplo de uma visão crítica à gestão pública tradicional e favorável à ampliação do papel da tecnologia em decisões estratégicas.
O especialista conclui que crises econômicas ou dificuldades enfrentadas pelo setor de IA, por si só, não alterariam essa trajetória. Para ele, a eventual desaceleração do mercado tecnológico provocada por conflitos internacionais não representa necessariamente uma ruptura com esse modelo, mas pode se converter em mais uma etapa de reorganização do setor.
"Não vai ter uma crise que vá salvar nossa vida. Ou a sociedade luta contra esse troço, ou essa crise vai ser só uma etapa para a implementação de um sistema de tecnofascismo, tecnoguerra e por aí vai."
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