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Mídia: plataformas de petróleo podem virar bases marítimas para pouso e recuperação de foguetes nos EUA
Mídia: plataformas de petróleo podem virar bases marítimas para pouso e recuperação de foguetes nos EUA
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A Força Aérea dos EUA quer transformar plataformas de petróleo desativadas em bases marítimas para pouso e recuperação de foguetes reutilizáveis, criando uma... 19.05.2026, Sputnik Brasil
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A iniciativa, batizada de Projeto Able Baker, busca reduzir custos operacionais e dar novo uso a estruturas offshore que, desativadas, podem se tornar passivos ambientais.A proposta também surge como alternativa ao modelo atual de recuperação com navios, usado por empresas como a SpaceX, diminuindo a dependência de embarcações especializadas e permitindo cadência maior de lançamentos.Para operar foguetes como Falcon 9, Vulcan e New Glenn, as plataformas precisariam ser reforçadas para suportar vibração extrema, cargas concentradas e a pluma dos motores. Na primeira fase, as empresas devem demonstrar a viabilidade técnica e econômica do conceito, incluindo análise estrutural, avaliação ambiental e um roteiro regulatório para operações em águas federais. Também podem ser solicitadas a identificar ao menos três plataformas aptas a receber foguetes de grande porte, considerando impactos do estrondo sônico na navegação, em comunidades costeiras e no ecossistema local.O projeto precisa ainda se alinhar ao programa federal Rigs to Reefs, que transforma plataformas desativadas em recifes artificiais. Já a segunda fase prevê a instalação de um kit modular de reforço em seções de convés para testes com quedas de massa entre dez e 25 toneladas ou simulações de incêndio, a fim de medir deformação, vibroacústica e interação com a pluma dos motores.O Programa de Pesquisa em Inovação para Pequenas Empresas (SBIR, na sigla em inglês) afirma que, "ao reaproveitar ativos offshore legados, o sistema oferece uma alternativa estratégica às operações tradicionais de lançamento e pouso costeiros", ampliando a cadência e reduzindo riscos acústicos e de detritos.
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Mídia: plataformas de petróleo podem virar bases marítimas para pouso e recuperação de foguetes nos EUA
05:56 19.05.2026 (atualizado: 06:43 19.05.2026) A Força Aérea dos EUA quer transformar plataformas de petróleo desativadas em bases marítimas para pouso e recuperação de foguetes reutilizáveis, criando uma alternativa mais barata, rápida e ambientalmente consciente às operações tradicionais em terra e ao uso de navios especializados.
A iniciativa, batizada de Projeto Able Baker, busca
reduzir custos operacionais e dar novo uso a estruturas offshore que, desativadas, podem se tornar passivos ambientais.
Segundo a solicitação oficial, o plano pretende criar "uma rede distribuída de locais de recuperação que aumentem a frequência de lançamentos, reduzam a exposição ao estrondo sônico e aproveitem a infraestrutura marítima existente".
A proposta também surge como alternativa ao modelo atual de recuperação com navios, usado por
empresas como a SpaceX,
diminuindo a dependência de embarcações especializadas e permitindo cadência maior de lançamentos.
Para operar foguetes como Falcon 9, Vulcan e New Glenn, as
plataformas precisariam ser reforçadas para suportar vibração extrema, cargas concentradas e a pluma dos motores.
O projeto também prevê sistemas de deflexão de chamas, supressão remota de incêndio e navegação de precisão para pousos autônomos, além de balsas ou módulos de Decolagem e Pouso Vertical (VTOL, na sigla em inglês) para transportar estágios recuperados até embarcações de apoio.
Na primeira fase, as empresas devem
demonstrar a viabilidade técnica e econômica do conceito,
incluindo análise estrutural, avaliação ambiental e um roteiro regulatório para operações em águas federais. Também podem ser solicitadas a identificar ao menos três plataformas aptas a receber foguetes de grande porte, considerando impactos do estrondo sônico na navegação, em comunidades costeiras e no ecossistema local.

15 de novembro 2025, 09:48
O projeto precisa ainda se alinhar ao programa federal Rigs to Reefs, que transforma plataformas desativadas em recifes artificiais. Já a segunda fase prevê a instalação de um kit modular de reforço em seções de convés para testes com quedas de massa entre dez e 25 toneladas ou simulações de incêndio, a fim de medir deformação, vibroacústica e interação com a pluma dos motores.
Segundo a mídia norte-americana, com o aumento acelerado de lançamentos e satélites em órbita, a Força Aérea vê nas plataformas convertidas uma forma de aliviar a pressão sobre instalações terrestres e acelerar todo o ciclo de lançamento e recuperação, além de reduzir custos operacionais de descomissionamento e remoção das plataformas em cerca de US$ 1,6 bilhão (mais de R$ 7,9 bilhões) cada.
O Programa de Pesquisa em Inovação para Pequenas Empresas (SBIR, na sigla em inglês) afirma que, "ao
reaproveitar ativos offshore legados, o sistema oferece uma alternativa estratégica às
operações tradicionais de lançamento e pouso costeiros", ampliando a cadência e reduzindo riscos acústicos e de detritos.
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