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Artemis II: foguete da NASA é levado à plataforma para missão que sobrevoará a Lua
Artemis II: foguete da NASA é levado à plataforma para missão que sobrevoará a Lua
Sputnik Brasil
A NASA iniciou neste sábado (17) o transporte do foguete SLS (Space Launch System, na sigla em inglês) até a plataforma de lançamento no Kennedy Space Center... 18.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-18T01:02-0300
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A estrutura levará a cápsula Orion na missão Artemis II, a primeira com tripulação do programa que marcará o retorno de humanos à órbita lunar após mais de 50 anos.O deslocamento, que pode durar até 12 horas, é feito por um veículo especial e marca uma etapa crítica nos preparativos. Os últimos testes e simulações serão realizados antes do lançamento, previsto para começar em 6 de fevereiro de 2026.A missão Artemis II fará um voo ao redor da Lua com quatro astronautas a bordo, três da NASA e um da agência espacial canadense, para testar os sistemas que serão usados em futuras missões, incluindo pousos lunares e viagens a Marte.Em novembro passado a sonda Lunar Reconnaissance Orbiter Camera (LROC) da NASA identificou uma cratera inédita na Lua, formada entre 2009 e 2012. A descoberta reforça que a superfície lunar segue dinâmica e é crucial para garantir segurança nas futuras missões tripuladas do programa Artemis.Com cerca de 22 metros de diâmetro, acredita-se que tenha se formado entre 2009 e 2012, resultado de uma colisão ao norte da cratera Romer.A LROC já é conhecida por identificar novas crateras, graças à sua capacidade de comparar imagens da mesma região em diferentes momentos. Essa técnica de análise temporal tem revelado que a superfície lunar é dinâmica, mesmo em escalas de tempo relativamente curtas. O avanço permitiu comprovar que impactos continuam a remodelar o satélite natural da Terra.A NASA, por meio do programa Artemis, pretende levar humanos de volta à Lua na próxima década. Para isso, cientistas analisam cuidadosamente regiões próximas ao polo sul lunar, avaliando comunicação, terreno, iluminação e até condições sísmicas. Uma cratera inesperada em uma zona de pouso poderia comprometer a missão, tornando essencial o conhecimento detalhado da superfície irregular do satélite.
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Artemis II: foguete da NASA é levado à plataforma para missão que sobrevoará a Lua
01:02 18.01.2026 (atualizado: 01:12 18.01.2026) A NASA iniciou neste sábado (17) o transporte do foguete SLS (Space Launch System, na sigla em inglês) até a plataforma de lançamento no Kennedy Space Center, na Flórida, EUA.
A estrutura levará a cápsula Orion na missão Artemis II, a
primeira com tripulação do programa que marcará o retorno de humanos à
órbita lunar após mais de 50 anos.
O deslocamento, que pode durar até 12 horas,
é feito por um veículo especial e marca uma etapa crítica nos preparativos. Os últimos testes e simulações serão realizados antes do lançamento
, previsto para começar em 6 de fevereiro de 2026.
A missão Artemis II fará um voo ao redor da Lua com
quatro astronautas a bordo, três da NASA e um da agência espacial canadense
, para testar os sistemas que serão usados em futuras missões, incluindo pousos lunares e viagens a Marte.
Em novembro passado a sonda Lunar Reconnaissance Orbiter Camera (LROC) da NASA identificou uma cratera inédita na Lua, formada entre 2009 e 2012.
A descoberta reforça que a superfície lunar segue dinâmica e é crucial para garantir segurança nas futuras missões tripuladas do programa Artemis.
Com cerca de 22 metros de diâmetro, acredita-se que tenha se formado entre 2009 e 2012,
resultado de uma colisão ao norte da cratera Romer.
A LROC já é conhecida por identificar novas crateras, graças à sua capacidade de comparar imagens da mesma região em diferentes momentos. Essa técnica de análise temporal tem revelado que a
superfície lunar é dinâmica, mesmo em escalas de tempo relativamente curtas. O avanço permitiu
comprovar que impactos continuam a remodelar o satélite natural da Terra.
A NASA, por meio do
programa Artemis,
pretende levar humanos de volta à Lua na próxima década. Para isso, cientistas analisam cuidadosamente regiões próximas ao polo sul lunar, avaliando comunicação, terreno, iluminação e até condições sísmicas. Uma cratera inesperada em uma zona de pouso poderia comprometer a missão, tornando essencial o conhecimento detalhado da superfície irregular do satélite.
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