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EUA indiciam Raúl Castro por conspiração para 'matar americanos'; 'ação política', rebate Cuba
EUA indiciam Raúl Castro por conspiração para 'matar americanos'; 'ação política', rebate Cuba
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O governo do presidente estadunidense, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (20) o indiciamento do ex-presidente cubano Raúl Castro por suposta... 20.05.2026, Sputnik Brasil
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Segundo ele, os réus enfrentam acusações adicionais, incluindo duas aeronaves "abatidas sobre águas internacionais por aeronaves militares de Cuba" e homicídio de quatro estadunidenses.Blanche acrescentou que a acusação contra Castro e seus corréus partiu de um grande júri federal. Mais cedo, a mídia estadunidense havia antecipado a notícia, sem dar detalhes das acusações que o réu estaria enfrentando.A imprensa local também afirmou nesta semana que o Comando Sul dos EUA tinha dado início, nas últimas semanas, a um ciclo de planejamento operacional voltado para uma possível ação militar contra Cuba.Díaz-Canel: 'Ação política, sem qualquer fundamento legal'O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou em suas redes sociais que todo esse movimento trata-se de "uma ação política, sem qualquer fundamento legal, que busca apenas reforçar a narrativa criada para justificar a insensatez de uma agressão militar contra Cuba".Na última quinta-feira (14), o diretor da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), John Ratcliffe, visitou Havana à frente de uma delegação norte-americana e se reuniu com representantes do Ministério do Interior cubano, segundo o governo da ilha.No sábado (17), a mídia norte-americana informou que integrantes do alto escalão do governo Trump discutiam a possibilidade de sequestrar Raúl Castro, de forma semelhante à ocorrida recentemente na Venezuela.Em janeiro, Trump assinou uma ordem executiva autorizando tarifas sobre importações de países que fornecem petróleo a Cuba, e declarou estado de emergência, diante do que classificou de ameaça cubana à segurança nacional dos EUA.A medida agravou a crise de combustível na ilha e afetou setores como geração de energia, transporte, saúde e produção de alimentos. Para amenizar a situação, Havana recebeu doações de petróleo de países como Rússia e México, além de ajuda humanitária do Brasil e Colômbia.
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EUA indiciam Raúl Castro por conspiração para 'matar americanos'; 'ação política', rebate Cuba
15:04 20.05.2026 (atualizado: 17:33 20.05.2026) O governo do presidente estadunidense, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (20) o indiciamento do ex-presidente cubano Raúl Castro por suposta conspiração para assassinar americanos.
"Hoje estamos anunciando uma acusação formal contra Raúl Castro e vários outros por conspiração para matar cidadãos americanos", disse o procurador-geral interino dos EUA, Todd Blanche, em coletiva de imprensa.
Segundo ele, os réus enfrentam acusações adicionais, incluindo duas aeronaves "abatidas sobre águas internacionais por aeronaves
militares de Cuba" e
homicídio de quatro estadunidenses.
Blanche acrescentou que a acusação contra Castro e seus corréus partiu de um grande júri federal. Mais cedo, a mídia estadunidense havia antecipado a notícia, sem dar detalhes das acusações que o réu estaria enfrentando.
"Eles eram civis desarmados e estavam realizando missões humanitárias de resgate e proteção de pessoas que fugiam da opressão através do estreito da Flórida. Conforme alegado na acusação, Raúl Castro e cinco outros réus participaram de uma conspiração que terminou com a morte de quatro americanos por aeronaves militares cubanas. Essas são as alegações apresentadas por um grande júri federal."
A imprensa local também afirmou nesta semana que o Comando Sul dos EUA tinha dado início, nas últimas semanas, a um ciclo de planejamento operacional voltado para uma
possível ação militar contra Cuba.Díaz-Canel: 'Ação política, sem qualquer fundamento legal'
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel,
afirmou em suas redes sociais que todo esse movimento trata-se de "uma ação política, sem qualquer fundamento legal, que busca apenas reforçar a narrativa criada para justificar a insensatez de uma
agressão militar contra Cuba".
"A suposta acusação contra o general do Exército Raúl Castro Ruz, recém-anunciada pelo governo dos EUA, apenas demonstra a arrogância e a frustração que a firmeza inabalável da Revolução Cubana, bem como a unidade e a força moral de sua liderança, provoca nos representantes do império."
Na última quinta-feira (14), o diretor da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), John Ratcliffe, visitou Havana à frente de uma delegação norte-americana e se reuniu com representantes do Ministério do Interior cubano, segundo o governo da ilha.
No sábado (17), a mídia norte-americana informou que integrantes do alto escalão do governo Trump discutiam a possibilidade de
sequestrar Raúl Castro, de forma semelhante à ocorrida recentemente na Venezuela.
Em janeiro, Trump assinou uma ordem executiva autorizando tarifas sobre importações de países que fornecem petróleo a Cuba, e declarou estado de emergência, diante do que classificou de ameaça cubana à segurança nacional dos EUA.
A medida agravou a crise de combustível na ilha e afetou setores como geração de energia, transporte, saúde e produção de alimentos. Para amenizar a situação, Havana recebeu doações de petróleo de países como Rússia e México, além de ajuda humanitária do Brasil e Colômbia.
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