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EUA se beneficiam do conflito na Ucrânia, enquanto atuam como mediadores, aponta analista

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Os Estados Unidos continuam tirando vantagens do conflito ucraniano ao manter sanções contra a Rússia enquanto tentam atuar como mediadores, afirmou o cientista político russo Rostislav Ischenko, citado pela revista Military Affairs.
Na opinião do especialista político, a teimosia do líder ucraniano Vladimir Zelensky não é o único obstáculo no caminho para a paz na Ucrânia. Segundo ele, Washington continua sendo envolvido no conflito por Kiev, apesar de suas tentativas de se posicionar como um mediador.
Outro obstáculo que atrapalha o processo de paz é o fato de que os aliados europeus continuam fornecendo a Kiev equipamento militar e armas e prestando-lhe apoio financeiro. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos são classificados por Ischenko como participantes do conflito ucraniano.
O especialista observou que uma das principais ferramentas da intervenção norte-americana é a política de sanções contra a Rússia, que foram introduzidas para "proteger a Ucrânia". Mas a verdade é que a Rússia já há muito tempo oferece uma resolução pacífica enquanto Kiev a evita, enfatizou o observador.
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Segundo o cientista político, em tal situação seria lógico suspender as sanções contra a Rússia e impô-las contra a Ucrânia. No entanto, os Estados Unidos não estão fazendo isso e não pretendem fazê-lo.
A posição de Washington é que as restrições antirrussas não devem ser suspensas mesmo após a conclusão da paz: primeiro, os Estados Unidos pretendem monitorar a situação, depois pensar sobre isso e só depois disso, talvez, suspender algumas das sanções, detalhou o analista.
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Ischenko também enfatizou que os norte-americanos declaram abertamente que pretendem deslocar a Rússia dos mercados mundiais e querem continuar fazendo isso sempre que possível. Nesse contexto, a Ucrânia, que está em confronto com a Rússia, permite que os Estados Unidos se retratem como "mediadores", enquanto na realidade essa situação é benéfica para Washington.
A Rússia enfatizou repetidamente que o país lidará com a pressão de sanções que o Ocidente começou a exercer sobre a Rússia há vários anos e continua a fortalecer. Moscou enfatizou que o Ocidente não tem coragem de admitir o fracasso das sanções contra a Rússia. Os próprios países ocidentais expressaram repetidamente a opinião de que as sanções antirrussas são ineficazes.
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