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PF investiga repasse de R$ 14 milhões de fundo ligado à Refit para empresa de Ciro Nogueira
PF investiga repasse de R$ 14 milhões de fundo ligado à Refit para empresa de Ciro Nogueira
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Senador também é suspeito receber mesada de R$ 500 mil pelo banqueiro Daniel Vorcaro em troca de favorecimento político. 21.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-21T15:37-0300
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A Polícia Federal (PF) investiga o repasse de R$ 14,2 milhões de um fundo ligado ao grupo Refit, controlado pelo empresário Ricardo Magro para uma companhia registrada em nome de familiares do senador Ciro Nogueira (PP-PI). As informações foram enviadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.Segundo a PF, a empresa Ciro Nogueira Agropecuária e Imóveis Ltda. movimentou R$ 14,2 milhões em 2024 por meio da Athena Real Estate Ltda., ligada a imóveis suspeitos de serem operados pelo grupo Refit. Em nota, o senador afirmou que os valores são referentes à venda regular de um terreno em Teresina. A defesa de Raimundo Neto e Silva Nogueira Lima, irmão do parlamentar, não se manifestou.A apuração faz parte da Operação Sem Refino, que também investiga o suposto favorecimento ao grupo Refit dentro da estrutura do governo do Rio de Janeiro, na gestão do ex-governador Cláudio Castro (PL).O contrato de venda foi assinado por Raimundo Nogueira, que tinha sido alvo de busca e apreensão na quinta fase da Operação Compliance Zero, em 7 de maio, sob suspeita de ser um agente familiar que operava as empresas do senador para o recebimento de propina.Em paralelo, Ciro Nogueira é suspeito de receber uma mesada de R$ 500 mil do banqueiro Daniel Vorcaro em troca de favorecimento político para o Banco Master. Raimundo não foi alvo de mandados na operação da Refit nem o senador do Piauí.Contudo, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou à PF um mandado de buscas ao ex-assessor do senador, Jonathas Assunção Salvador Nery de Castro. Jonathas Assunção teria, segundo a PF, recebido R$ 1,3 milhão de uma "empresa de passagem" ligada à Refit. O ex-assessor ocupou o cargo de secretário-executivo da Casa Civil, quando Ciro Nogueira foi o ministro da pasta no governo de Jair Bolsonaro (PL).
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PF investiga repasse de R$ 14 milhões de fundo ligado à Refit para empresa de Ciro Nogueira
15:37 21.05.2026 (atualizado: 16:18 21.05.2026) Senador também é suspeito receber mesada de R$ 500 mil pelo banqueiro Daniel Vorcaro em troca de favorecimento político.
A Polícia Federal (PF) investiga o repasse de R$ 14,2 milhões de um fundo ligado ao grupo Refit, controlado pelo empresário Ricardo Magro para uma companhia registrada em nome de familiares do senador Ciro Nogueira (PP-PI). As informações foram enviadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo a PF, a empresa Ciro Nogueira Agropecuária e Imóveis Ltda. movimentou R$ 14,2 milhões em 2024 por meio da Athena Real Estate Ltda., ligada a imóveis suspeitos de serem operados pelo grupo Refit. Em nota, o senador afirmou que os valores são referentes à venda regular de um terreno em Teresina. A defesa de Raimundo Neto e Silva Nogueira Lima, irmão do parlamentar, não se manifestou.
A apuração faz parte da
Operação Sem Refino, que também investiga o suposto favorecimento ao grupo Refit dentro da estrutura do governo do Rio de Janeiro, na gestão do
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O contrato de venda foi assinado por Raimundo Nogueira, que tinha sido alvo de busca e apreensão na quinta fase da Operação Compliance Zero, em 7 de maio, sob suspeita de ser um agente familiar que operava as empresas do senador para o recebimento de propina.
Em paralelo,
Ciro Nogueira é suspeito de receber uma mesada de R$ 500 mil do
banqueiro Daniel Vorcaro em troca de favorecimento político para o Banco Master. Raimundo não foi alvo de mandados na operação da Refit nem o senador do Piauí.
Contudo, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou à PF um mandado de buscas ao ex-assessor do senador, Jonathas Assunção Salvador Nery de Castro. Jonathas Assunção teria, segundo a PF, recebido R$ 1,3 milhão de uma "empresa de passagem" ligada à Refit. O ex-assessor ocupou o cargo de secretário-executivo da Casa Civil, quando Ciro Nogueira foi o ministro da pasta no governo de Jair Bolsonaro (PL).
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