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Após pedido da PGR, Moraes arquiva inquérito de malas sem inspeção em voo com Motta e Ciro Nogueira
Após pedido da PGR, Moraes arquiva inquérito de malas sem inspeção em voo com Motta e Ciro Nogueira
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Nesta quinta-feira (21), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes remeteu à primeira instância uma investigação da Polícia Federal (PF)... 21.05.2026, Sputnik Brasil
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Estavam presentes no jatinho, que chegou de viagem da ilha caribenha de São Martinho, um paraíso fiscal, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL).Acompanhava os políticos o dono da aeronave, Fernando Oliveira Lima, também conhecido como Fernandinho OIG, sócio da empresa de apostas on-line que popularizou o "jogo do tigrinho" no Brasil e investigado pela CPI das Bets.A Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu os autos há cerca de três semanas. Em resposta, o procurador-geral, Paulo Gonet, afirmou não ver indícios de crime por parte dos parlamentares.Segundo Gonet, as imagens mostram que os passageiros realizaram o procedimento correto quanto à fiscalização pessoal. "Não há, tampouco, registro de etiquetas, com os nomes dos proprietários respectivos, relativamente às bagagens referidas no caso."O raciocínio foi acompanhado por Moraes, que determinou a devolução dos autos para o juízo da 1ª Vara Federal de Sorocaba (SP), para que continue contra os demais investigados.O casoA Polícia Federal apurou que, em 20 de abril de 2025, um voo privado desembarcou no aeroporto executivo internacional São Paulo Catarina, em São Roque (SP). Nele, cinco bagagens passaram por fora do instrumento de raio X, entrando no país sem qualquer tipo de fiscalização.Em um primeiro momento, a PF investigava o auditor fiscal Marco Canella, indiciado em outro inquérito por facilitação de contrabando ou descaminho. No entanto, ao descobrir que Motta, Nogueira, Luizinho e Bulhões estavam no voo em questão, a PF enviou o caso ao STF.
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Após pedido da PGR, Moraes arquiva inquérito de malas sem inspeção em voo com Motta e Ciro Nogueira
21:37 21.05.2026 (atualizado: 14:34 22.05.2026) Nesta quinta-feira (21), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes remeteu à primeira instância uma investigação da Polícia Federal (PF) sobre bagagens não inspecionadas em um voo de jatinho que contou com nomes da política brasileira.
Estavam presentes no jatinho, que chegou de viagem da ilha caribenha de São Martinho,
um paraíso fiscal, o presidente da Câmara,
Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL).
Acompanhava os políticos o dono da aeronave, Fernando Oliveira Lima, também conhecido como Fernandinho OIG, sócio da empresa de apostas on-line que popularizou o "jogo do tigrinho" no Brasil e investigado pela CPI das Bets.
A
Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu os autos há cerca de três semanas. Em resposta, o procurador-geral,
Paulo Gonet, afirmou não ver indícios de crime por parte dos parlamentares.
"Apesar de a lista de passageiros do voo da aeronave de prefixo PP-OIG indicar a presença de autoridades com prerrogativa de foro perante a Corte, não se cogita da participação de nenhuma delas nos fatos sob investigação."
Segundo Gonet, as imagens mostram que os passageiros realizaram o procedimento correto quanto à fiscalização pessoal. "Não há, tampouco, registro de etiquetas, com os nomes dos proprietários respectivos, relativamente às bagagens referidas no caso."
O raciocínio foi acompanhado por Moraes, que determinou a devolução dos autos para o juízo da 1ª Vara Federal de Sorocaba (SP), para que continue contra os demais investigados.
"As imagens acostadas aos autos demonstram que os passageiros se submeteram ao correto procedimento de fiscalização."
A Polícia Federal apurou que, em 20 de abril de 2025, um voo privado desembarcou no aeroporto executivo internacional São Paulo Catarina, em São Roque (SP). Nele, cinco bagagens passaram por fora do instrumento de raio X, entrando no país sem qualquer tipo de fiscalização.
Em um primeiro momento,
a PF investigava o auditor fiscal
Marco Canella, indiciado em outro inquérito por
facilitação de contrabando ou descaminho. No entanto, ao descobrir que Motta, Nogueira, Luizinho e Bulhões estavam no voo em questão,
a PF enviou o caso ao STF.
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