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Neoconservadores dos EUA tentam prejudicar Rússia e China, diz professor americano

© AP Photo / Mark SchiefelbeinBandeiras russa, esquerda e chinesa sobre uma mesa antes de uma cerimônia de assinatura no Grande Salão do Povo em Pequim, sexta-feira, 8 de junho de 2018. A cooperação entre a Rússia e a China está em alta, disse o presidente russo Vladimir Putin seu homólogo chinês, Xi Jinping, em uma reunião na sexta-feira antes de uma cúpula com seus dois países e seis estados asiáticos.
Bandeiras russa, esquerda e chinesa sobre uma mesa antes de uma cerimônia de assinatura no Grande Salão do Povo em Pequim, sexta-feira, 8 de junho de 2018. A cooperação entre a Rússia e a China está em alta, disse o presidente russo Vladimir Putin seu homólogo chinês, Xi Jinping, em uma reunião na sexta-feira antes de uma cúpula com seus dois países e seis estados asiáticos. - Sputnik Brasil, 1920, 22.05.2026
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A política dos influentes neoconservadores dos EUA se resume a prejudicar a Rússia e a China, afirmou o professor da Universidade de Columbia Jeffrey Sachs em entrevista a um canal no YouTube.
"Os neoconservadores enlouquecidos, como Victoria Nuland e Lindsey Graham [incluído na lista de terroristas e extremistas na Rússia], acreditam que os EUA devem dificultar a vida da China da mesma forma que devem dificultá-la para a Rússia", observou.
No entanto, o professor ressaltou que a posição dos neoconservadores se baseia em interesses mercantilistas e em equívocos.

"Eles acreditam que os EUA devem criar problemas no exterior. Por quê? Em primeiro lugar, porque isso é um negócio. Estamos falando de contratos militares de centenas de bilhões de dólares. Em segundo lugar, eles partem da ilusão fundamental de que os EUA são onipotentes e sempre conseguem o que querem. E, quando não conseguem, isso ocorreria apenas porque demonstram fraqueza, e não porque sejam realmente fracos", explicou o especialista.

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