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Deputado Mario Frias nega ter usado emenda para filme sobre Jair Bolsonaro
Deputado Mario Frias nega ter usado emenda para filme sobre Jair Bolsonaro
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O deputado Mario Frias (PL-SP) afirmou nesta segunda-feira (25) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não destinou emenda parlamentar de R$ 2 milhões para... 25.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-25T20:29-0300
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Segundo o deputado, tal afirmação é "absolutamente falsa, desprovida de qualquer lastro probatório e difamatória". O Supremo tentou por mais de dois meses intimar Frias para explicações a um pedido da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), que denunciou o uso de verbas parlamentares para financiar empresas comandadas pela empresária Karina Ferreira da Gama, responsável pela produção cinematográfica.Nas últimas semanas, reportagens do portal de notícias The Intercept Brasil revelaram que a produção teria sido financiada por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master,preso em Brasília.O senador Flávio Bolsonaro (PL) admitiu ter intermediado as negociações e cobrado pagamentos de Vorcaro, que chegou a repassar cerca de R$ 61 milhões ao projeto antes de ser preso. O parlamentar tinha antes negado contato com Vorcaro e afirmado que o recurso tinha origem privada.Na semana passada, uma ex-funcionária de Mario Frias (PL-SP) afirmou que devolveu parte do salário ao parlamentar e pagou despesas da família de Frias. As informações foram divulgadas pelo g1, apresentando comprovantes de Pix, extratos bancários e relatos da própria ex-assessora.Os dois mantiveram contato de 2024 até 8 de novembro de 2025, um dia antes da prisão de Vorcaro. O Master já despertava suspeitas no Banco Central em meados de 2025, e governos estaduais investiram dinheiro público no banco, como no caso do RioPrevidência, durante a gestão de Cláudio Castro (PL-RJ), no Rio de Janeiro, o que contesta a tese de que as reservas mantidas pela instituição eram "privadas".
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Deputado Mario Frias nega ter usado emenda para filme sobre Jair Bolsonaro
20:29 25.05.2026 (atualizado: 21:43 25.05.2026) O deputado Mario Frias (PL-SP) afirmou nesta segunda-feira (25) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não destinou emenda parlamentar de R$ 2 milhões para financiar o filme "Dark Horse", uma biografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo o deputado, tal afirmação é "absolutamente falsa, desprovida de qualquer lastro probatório e difamatória".
O Supremo tentou por mais de dois meses intimar Frias para explicações a um pedido da
deputada Tabata Amaral (PSB-SP), que denunciou o uso de
verbas parlamentares para financiar empresas comandadas pela empresária Karina Ferreira da Gama, responsável pela
produção cinematográfica.
Nas últimas semanas, reportagens do portal de notícias The Intercept Brasil revelaram que a produção teria sido financiada por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master,preso em Brasília.
O
senador Flávio Bolsonaro (PL) admitiu ter intermediado as negociações e cobrado pagamentos de Vorcaro, que chegou a repassar cerca de
R$ 61 milhões ao projeto antes de ser preso. O parlamentar tinha antes negado contato com Vorcaro e afirmado que o recurso tinha origem privada.
Na semana passada, uma ex-funcionária de
Mario Frias (PL-SP) afirmou que devolveu parte do salário ao parlamentar e pagou despesas da família de Frias. As informações foram divulgadas pelo g1, apresentando comprovantes de Pix, extratos bancários e relatos da própria ex-assessora.
Os dois mantiveram contato de 2024 até 8 de novembro de 2025, um dia antes da prisão de Vorcaro. O Master já despertava suspeitas no Banco Central em meados de 2025, e governos estaduais investiram dinheiro público no banco, como no caso do RioPrevidência, durante a gestão de Cláudio Castro (PL-RJ), no Rio de Janeiro, o que contesta a tese de que as reservas mantidas pela instituição eram "privadas".
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