https://noticiabrasil.net.br/20260528/fintechs-da-faria-lima-lavaram-quase-r-26-bilhoes-de-faccoes-criminosas-aponta-investigacao-50808368.html
Fintechs da Faria Lima lavaram quase R$ 26 bilhões de facções criminosas, aponta investigação
Fintechs da Faria Lima lavaram quase R$ 26 bilhões de facções criminosas, aponta investigação
Sputnik Brasil
A segunda fase da Operação Carbono Oculto realizou nesta quinta-feira (28) uma série de buscas e apreensões contra integrantes de fintechs suspeitas de lavar... 28.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-28T23:01-0300
2026-05-28T23:01-0300
2026-05-29T09:33-0300
notícias do brasil
américas
rio de janeiro
receita federal
ministério público
primeiro comando da capital (pcc)
são paulo
paraná
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/820/65/8206584_0:16:1600:916_1920x0_80_0_0_58e4c4f6e2f4e345e14d92a7d1aaaf10.jpg
As investigações da Receita Federal e do Ministério Público apontam movimentações financeiras de quase R$ 26 bilhões. As buscas e apreensões incluíram prédios da Faria Lima, o principal centro financeiro do país, em São Paulo, além dos estados de Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.A Agência Nacional do Petróleo (ANP) também colaborou nessa fase da operação, que, em agosto de 2025, expôs como o crime organizado usava o sistema financeiro para lavar dinheiro.As investigações afirmam que postos de combustíveis controlados por criminosos depositavam dinheiro de diferentes clientes em bancos de forma oculta. As fintechs não eram obrigadas a informar à Receita Federal a movimentação financeira de seus clientes até o final de 2025. Segundo a Receita, foi a mudança nessa regra que permitiu identificar seis novas instituições de pagamento.A ação é um desdobramento da operação Carbono Oculto, que investigou a atuação do PCC no setor de combustíveis e no sistema financeiro e busca asfixiar financeiramente a facção e combater esquemas de lavagem de dinheiro e sonegação no setor de combustíveis.Segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), o grupo teria se reorganizado após a primeira operação para manter o esquema de lavagem de dinheiro. A investigação avançou a partir de cerca de R$ 4 bilhões rastreados em transações de uma fintech já investigada, levando à identificação das novas empresas.
https://noticiabrasil.net.br/20260528/50803288.html
rio de janeiro
são paulo
paraná
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/820/65/8206584_180:0:1421:931_1920x0_80_0_0_f1a16fb64a76c874a0fa230d150db91c.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
américas, rio de janeiro, receita federal, ministério público, primeiro comando da capital (pcc), são paulo, paraná
américas, rio de janeiro, receita federal, ministério público, primeiro comando da capital (pcc), são paulo, paraná
Fintechs da Faria Lima lavaram quase R$ 26 bilhões de facções criminosas, aponta investigação
23:01 28.05.2026 (atualizado: 09:33 29.05.2026) A segunda fase da Operação Carbono Oculto realizou nesta quinta-feira (28) uma série de buscas e apreensões contra integrantes de fintechs suspeitas de lavar dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).
As investigações da Receita Federal e do Ministério Público apontam movimentações financeiras de quase R$ 26 bilhões. As buscas e apreensões incluíram
prédios da Faria Lima, o principal centro financeiro do país, em São Paulo, além dos estados de Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) também colaborou nessa fase da operação, que, em agosto de 2025, expôs como o crime organizado usava o
sistema financeiro para lavar dinheiro.
As investigações afirmam que postos de combustíveis controlados por criminosos depositavam dinheiro de diferentes clientes em bancos de forma oculta.
As fintechs não eram obrigadas a informar à Receita Federal a movimentação financeira de seus clientes até o final de 2025. Segundo a Receita, foi a mudança nessa regra que
permitiu identificar seis novas instituições de pagamento. A ação é um desdobramento da operação Carbono Oculto, que investigou a atuação do PCC no setor de combustíveis e no sistema financeiro e busca
asfixiar financeiramente a facção e combater esquemas de lavagem de dinheiro e
sonegação no setor de combustíveis.
Segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), o grupo teria se reorganizado após a primeira operação para manter o esquema de lavagem de dinheiro. A investigação avançou a partir de cerca de R$ 4 bilhões rastreados em transações de uma fintech já investigada, levando à identificação das novas empresas.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).