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Tela Brasil: governo Lula lança plataforma pública de streaming
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Serviço gratuito lançado pelo governo reúne mais de 550 produções nacionais, entre filmes, séries e documentários, e busca ampliar o acesso ao audiovisual... 30.05.2026, Sputnik Brasil
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Cultura, Margareth Menezes, lançaram neste sábado (30), durante o Rio2C, no Rio de Janeiro, a Tela Brasil, o primeiro serviço público e gratuito de streaming audiovisual do país. A plataforma, dedicada exclusivamente ao cinema e à produção audiovisual nacional, já está disponível no site oficial e reúne, em sua estreia, mais de 550 obras brasileiras entre curtas, médias e longas-metragens, séries e documentários.Coordenada pelo Ministério da Cultura em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), a iniciativa busca democratizar o acesso ao audiovisual brasileiro, fortalecer o mercado cinematográfico nacional e valorizar a diversidade e a memória cultural do país. Durante agenda na sexta-feira (29) em Aracaju (SE), Lula descreveu o projeto como "a nossa Netflix brasileira", destacando que a proposta é disponibilizar ao público um amplo acervo de filmes nacionais de forma gratuita.O acesso à plataforma é feito por meio do login Gov.br, permitindo que o usuário personalize seu perfil com gêneros de preferência, classificação indicativa e senha PIN para proteção e controle dos conteúdos. Nesta fase inicial, a Tela Brasil está disponível na versão web e por aplicativo para Windows, enquanto os apps para iOS e Android devem ser lançados nas próximas semanas.O serviço oferece suporte para celulares, tablets e notebooks, além de compatibilidade com smart TVs, Chromecast e Apple TV. Também incorpora recursos de acessibilidade, como audiodescrição, legendagem descritiva e tradução em Libras.O catálogo inicial contempla produções de diferentes épocas, estilos e regiões do país, incluindo clássicos restaurados e obras contemporâneas. Entre os títulos disponíveis estão "Deus e o Diabo na Terra do Sol" (1964) e "A Idade da Terra" (1980), de Glauber Rocha, "A Hora da Estrela" (1985), de Suzana Amaral, "O Que é Isso, Companheiro?" (1997), de Bruno Barreto, "Qual Queijo Você Quer?" (2011), de Cíntia Domit Bittar, "O Menino e o Mundo" (2013), de Alê Abreu, e "Refavela 40" (2019), de Mini Kerti.Segundo o Ministério da Cultura, a seleção seguirá em expansão, com novas obras sendo incorporadas ao longo do tempo, mantendo foco especial na difusão do cinema independente e da produção audiovisual brasileira.Participação de LulaDurante o evento, Lula defendeu que o projeto ultrapasse governos e seja consolidado como política permanente. "Nós precisamos transformar tudo isso que estamos fazendo em política de Estado, isso não pode ser política de governo, porque se for apenas política do governo, vocês sabem que qualquer um que entra pode tirar", afirmou.O presidente também destacou o papel da cultura na formação social e criticou o desmonte institucional enfrentado pelo setor nos últimos anos. Segundo ele, reconstruir o Ministério da Cultura foi um desafio porque "tem pessoas que não gostam de cultura". Ao defender a valorização da produção nacional, Lula afirmou que o Brasil precisa superar o "complexo de vira-lata" e reconhecer sua capacidade cultural. "Nós queremos provar que somos capazes de fazer igual ou melhor do que qualquer um de outro país", disse. O presidente ressaltou ainda que o reconhecimento internacional do Brasil está ligado à valorização de suas próprias capacidades e identidades.Para Lula, o audiovisual possui forte dimensão estratégica e simbólica. Ao citar o impacto da indústria cinematográfica norte-americana, ele argumentou que a cultura exerce influência decisiva sobre a percepção histórica e política das sociedades. "Não teve nada mais poderoso no mundo do que a indústria cinematográfica fazendo campanha", afirmou.O presidente encerrou sua participação exaltando a criação de uma plataforma pública dedicada exclusivamente à cultura e elogiando a atuação da ministra Margareth Menezes.
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'Tomaram uma surra no Vietnã', mas fizeram Rambo: Lula destaca poder da cultura
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Tela Brasil: governo Lula lança plataforma pública de streaming
14:32 30.05.2026 (atualizado: 16:10 30.05.2026) Serviço gratuito lançado pelo governo reúne mais de 550 produções nacionais, entre filmes, séries e documentários, e busca ampliar o acesso ao audiovisual brasileiro com catálogo integrado ao Gov.br.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Cultura, Margareth Menezes, lançaram neste sábado (30), durante o Rio2C, no Rio de Janeiro, a Tela Brasil, o primeiro serviço público e gratuito de streaming audiovisual do país.
A plataforma, dedicada exclusivamente ao
cinema e à produção audiovisual nacional, já está disponível no site oficial e reúne, em sua estreia,
mais de 550 obras brasileiras entre curtas, médias e longas-metragens, séries e documentários.
Coordenada pelo Ministério da Cultura em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), a iniciativa busca democratizar o acesso ao audiovisual brasileiro, fortalecer o mercado cinematográfico nacional e valorizar a diversidade e a memória cultural do país. Durante agenda na sexta-feira (29) em Aracaju (SE), Lula descreveu o projeto como "a nossa Netflix brasileira", destacando que a proposta é disponibilizar ao público um amplo acervo de filmes nacionais de forma gratuita.
O acesso à plataforma é feito por meio do login Gov.br, permitindo que o usuário personalize seu perfil com gêneros de preferência, classificação indicativa e senha PIN para proteção e controle dos conteúdos. Nesta fase inicial, a Tela Brasil está disponível na versão web e por aplicativo para Windows, enquanto os apps para iOS e Android devem ser lançados nas próximas semanas.
O serviço oferece suporte para celulares, tablets e notebooks, além de compatibilidade com smart TVs, Chromecast e Apple TV. Também incorpora recursos de acessibilidade, como audiodescrição, legendagem descritiva e tradução em Libras.
O catálogo inicial contempla produções de diferentes épocas, estilos e regiões do país, incluindo clássicos restaurados e obras contemporâneas. Entre os títulos disponíveis estão "Deus e o Diabo na Terra do Sol" (1964) e "A Idade da Terra" (1980), de Glauber Rocha, "A Hora da Estrela" (1985), de Suzana Amaral, "O Que é Isso, Companheiro?" (1997), de Bruno Barreto, "Qual Queijo Você Quer?" (2011), de Cíntia Domit Bittar, "O Menino e o Mundo" (2013), de Alê Abreu, e "Refavela 40" (2019), de Mini Kerti.
Segundo o Ministério da Cultura, a seleção seguirá em expansão, com novas obras sendo incorporadas ao longo do tempo, mantendo foco especial na difusão do cinema independente e da produção audiovisual brasileira.

22 de dezembro 2025, 16:10
Durante o evento, Lula defendeu que o projeto ultrapasse governos e seja consolidado como política permanente. "Nós precisamos transformar tudo isso que estamos fazendo em política de Estado, isso não pode ser política de governo, porque se for apenas política do governo, vocês sabem que qualquer um que entra pode tirar", afirmou.
O presidente também destacou o papel da cultura na formação social e criticou o desmonte institucional enfrentado pelo setor nos últimos anos. Segundo ele, reconstruir o Ministério da Cultura foi um desafio porque "tem pessoas que não gostam de cultura".
"A cultura ensina, abre cabeça, abre horizontes, faz a gente enxergar um pouco mais longe."
Ao defender a valorização da produção nacional, Lula afirmou que o Brasil precisa superar o "complexo de vira-lata" e reconhecer sua
capacidade cultural. "Nós queremos provar que somos capazes de fazer igual ou melhor do que qualquer um de outro país", disse. O presidente ressaltou ainda que o reconhecimento internacional do Brasil está ligado à valorização de suas próprias capacidades e identidades.
Para Lula, o audiovisual possui forte dimensão estratégica e simbólica. Ao citar o impacto da indústria cinematográfica norte-americana, ele argumentou que a cultura exerce influência decisiva sobre a percepção histórica e política das sociedades. "Não teve nada mais poderoso no mundo do que a indústria cinematográfica fazendo campanha", afirmou.
O presidente encerrou sua participação exaltando a criação de uma plataforma pública dedicada
exclusivamente à cultura e elogiando a atuação da ministra Margareth Menezes.
"Nós temos o Ministério da Cultura só para discutir cultura."
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