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Descobrem no México fósseis de nova espécie de axolote que viveu há mais de 4 milhões de anos (FOTOS)
Descobrem no México fósseis de nova espécie de axolote que viveu há mais de 4 milhões de anos (FOTOS)
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Paleontólogos identificaram uma nova espécie de axolote do gênero Ambystoma de vários espécimes fossilizados encontrados no fundo dos afloramentos rochosos do... 02.06.2026, Sputnik Brasil
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O animal denominado Ambystoma quetzalcoatli viveu há cerca de 4,2 milhões de anos, durante o período do Plioceno tardio, em um lago montanhoso agora desaparecido no que é hoje a área de Santa María Amajac de Hidalgo. A espécie representa o registro mais antigo conhecido do gênero Ambystoma no México.Todas as espécies vivas de Ambystoma estão distribuídas na América do Norte, com uma faixa geográfica a partir do sul do Canadá, através da maior parte dos Estados Unidos e do Planalto mexicano.Em seu estudo, os pesquisadores estudaram vários espécimes fósseis de salamandra coletados no início dos anos 2000 do sítio fossilífero Sanctorum da área de Santa María Amajac. Eles então compararam os fósseis com várias espécies mexicanas relacionadas, confirmando que o material representa uma nova espécie de Ambystoma.A descoberta de Ambystoma quetzalcoatli também lança luz sobre a biodiversidade do antigo sistema lacustre de Amajac.
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Descobrem no México fósseis de nova espécie de axolote que viveu há mais de 4 milhões de anos (FOTOS)
10:46 02.06.2026 (atualizado: 11:36 02.06.2026) Paleontólogos identificaram uma nova espécie de axolote do gênero Ambystoma de vários espécimes fossilizados encontrados no fundo dos afloramentos rochosos do estado mexicano de Hidalgo, aponta recente estudo publicado na revista Palaeontologia Electronica.
O animal denominado Ambystoma quetzalcoatli
viveu há cerca de 4,2 milhões de anos, durante o
período do Plioceno tardio, em um lago montanhoso agora desaparecido no que é hoje a área de Santa María Amajac de Hidalgo.
A espécie representa o registro mais antigo conhecido do gênero Ambystoma no México.Este gênero se destaca entre as salamandras modernas por sua biologia de desenvolvimento única, caracterizada pela neotenia, de algumas espécies, com indivíduos adultos mantendo traços de larvas mais tarde na vida.
Todas as espécies vivas de Ambystoma estão distribuídas na América do Norte, com uma faixa geográfica a partir do sul do Canadá, através da maior parte dos Estados Unidos e do Planalto mexicano.
Em seu
estudo, os pesquisadores estudaram vários espécimes
fósseis de salamandra coletados no início dos anos 2000 do sítio fossilífero Sanctorum da área de Santa María Amajac. Eles então compararam os
fósseis com várias espécies mexicanas relacionadas, confirmando que o material representa uma nova espécie de Ambystoma.
A nova espécie possuía uma combinação de características esqueléticas não vistas em parentes vivos.
A descoberta de Ambystoma quetzalcoatli também lança luz sobre a biodiversidade do antigo sistema lacustre de Amajac.
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