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Levedura encontrada em múmia de 5.300 anos vira fermento e promete uso ambiental útil (FOTO)
Levedura encontrada em múmia de 5.300 anos vira fermento e promete uso ambiental útil (FOTO)
Sputnik Brasil
Cientistas descobriram que a levedura que viveu no intestino da múmia Oetzi, o Homem do Gelo, por milhares de anos, foi usada para fazer pão de fermento... 06.06.2026, Sputnik Brasil
2026-06-06T11:49-0300
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A reportagem destaca que há mais de 5.300 anos, muito antes da construção das pirâmides egípcias, Oetzi caminhava pelos Alpes, na fronteira entre a Áustria e a Itália, quando foi fatalmente atingido por uma flecha nas costas.Segundo a publicação, arqueólogos descobriram que tanto micróbios antigos quanto recém-chegados permaneceram ativos no corpo congelado, o que demonstra que ele funciona como um ecossistema vivo e não como uma cápsula do tempo estática.Ao mesmo tempo, foram detectadas quatro leveduras adaptadas ao frio no intestino, na pele e na água de degelo. Os pesquisadores conseguiram reativar e cultivar a levedura intestinal em condições refrigeradas.Após vários meses de tentativas, a levedura cultivada produziu uma massa fermentada de sucesso, e a equipe também considera utilizá-la na fabricação de cerveja. Uma propriedade notável da levedura é sua capacidade de metabolizar o fenol, o que indica um possível uso futuro na biodegradação desse produto químico em locais contaminados.O microbioma intestinal conta com um tipo de bactéria raro em populações industrializadas, mas encontrado em alguns grupos não industrializados e em amostras antigas, o que é consistente com uma dieta rica em fibras e grãos integrais, conclui o material.
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Levedura encontrada em múmia de 5.300 anos vira fermento e promete uso ambiental útil (FOTO)
Cientistas descobriram que a levedura que viveu no intestino da múmia Oetzi, o Homem do Gelo, por milhares de anos, foi usada para fazer pão de fermento natural, informa uma mídia ocidental.
A reportagem destaca que há mais de 5.300 anos, muito antes da construção das
pirâmides egípcias, Oetzi caminhava pelos Alpes, na fronteira entre a Áustria e a Itália,
quando foi fatalmente atingido por uma flecha nas costas.
"[Oetzi] permaneceu congelado no gelo até que, em 1991, dois alpinistas alemães se depararam com seus restos mortais mumificados na região do Tirol do Sul, no norte da Itália. Desde então, seus restos mortais, surpreendentemente bem preservados, têm sido mantidos nas condições de temperatura de seu túmulo de gelo: seis graus Celsius negativos", ressalta a matéria.
Segundo a publicação, arqueólogos descobriram que tanto
micróbios antigos quanto recém-chegados permaneceram ativos no corpo congelado, o que demonstra que
ele funciona como um ecossistema vivo e não como uma cápsula do tempo estática.
Ao mesmo tempo, foram detectadas quatro leveduras adaptadas ao frio no intestino, na pele e na água de degelo. Os pesquisadores conseguiram reativar e cultivar a levedura intestinal em condições refrigeradas.
Após vários meses de tentativas, a levedura cultivada produziu uma massa fermentada de sucesso, e
a equipe também considera utilizá-la na fabricação de cerveja. Uma propriedade notável da levedura é sua capacidade de metabolizar o fenol, o que indica um possível uso futuro na biodegradação desse
produto químico em locais contaminados.
O microbioma intestinal conta com um tipo de bactéria raro em populações industrializadas, mas encontrado em alguns grupos não industrializados e em amostras antigas, o que é consistente com uma dieta rica em fibras e grãos integrais, conclui o material.
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