https://noticiabrasil.net.br/20260607/brasil-acelera-negociacoes-para-reverter-veto-da-ue-a-carne-diz-midia-51099290.html
Brasil acelera negociações para reverter veto da UE à carne, diz mídia
Brasil acelera negociações para reverter veto da UE à carne, diz mídia
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Governo intensificou o diálogo com autoridades sanitárias do bloco europeu. Veto ameaça cerca de R$ 9 bilhões em exportações anuais de carne brasileira. 07.06.2026, Sputnik Brasil
2026-06-07T14:53-0300
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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificou as negociações com a União Europeia (UE) para reverter o veto sanitário aplicado pelo bloco à carne bovina, tripas, peixe e mel do país antes de 3 de setembro, quando a restrição entra em vigor.Segundo noticiou o portal Poder360, o veto da UE ameaça cerca de R$ 9 bilhões em exportações anuais de carne brasileira e tem como cerne o desafio logístico do Brasil, dada a escala da pecuária nacional, em comprovar o ajuste às normas sanitárias do bloco europeu.O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se reuniu neste fim de semana com o comissário de Comércio da UE, Maros Sefcovic, em Paris, à margem da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE); em paralelo, a missão brasileira em Bruxelas iniciou diálogo com autoridades sanitárias europeias. Em outra frente, o governo estuda formas de esgotar, até 3 de setembro, a cota de carne bovina que ainda pode entrar na UE com tarifa reduzida.A UE oficializou o veto na sexta-feira (5), pouco mais de um mês após a entrada em vigor do acordo do bloco com o Mercosul, e justificou a medida afirmando que o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem, em toda a sua cadeia produtiva, a determinadas exigências sanitárias do bloco europeu. Uma das principais exigências que, segundo a UE o Brasil não conseguiu comprovar, é o não uso de medicamentos antimicrobianos usados para tratar e prevenir infecções em animais.As regras contra o uso desses medicamentos em produtos alimentares fazem parte da política de segurança alimentar e saúde pública europeia criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. Em abril, o Brasil proibiu parte dos antimicrobianos que comprovadamente eram usados para estimular o crescimento e a produtividade animal, mas a UE aponta que ainda faltam garantias adicionais.
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Brasil acelera negociações para reverter veto da UE à carne, diz mídia
14:53 07.06.2026 (atualizado: 18:26 07.06.2026) Governo intensificou o diálogo com autoridades sanitárias do bloco europeu. Veto ameaça cerca de R$ 9 bilhões em exportações anuais de carne brasileira.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificou as negociações com a União Europeia (UE) para
reverter o veto sanitário aplicado pelo bloco à carne bovina, tripas, peixe e mel do país
antes de 3 de setembro, quando a restrição entra em vigor.
Segundo
noticiou o portal Poder360,
o veto da UE ameaça cerca de R$ 9 bilhões em exportações anuais de carne brasileira e tem como cerne o desafio logístico do Brasil, dada a
escala da pecuária nacional, em comprovar o ajuste às normas sanitárias do bloco europeu.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se reuniu neste fim de semana com o comissário de Comércio da UE, Maros Sefcovic, em Paris, à margem da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE); em paralelo, a missão brasileira em Bruxelas iniciou diálogo com autoridades sanitárias europeias. Em outra frente, o governo estuda formas de esgotar, até 3 de setembro, a cota de carne bovina que ainda pode entrar na UE com tarifa reduzida.
A UE oficializou o veto na sexta-feira (5), pouco mais de um mês após a entrada em vigor do
acordo do bloco com o Mercosul, e justificou a medida afirmando que o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem, em toda a sua cadeia produtiva, a determinadas exigências sanitárias do bloco europeu. Uma das principais exigências que, segundo a UE o Brasil não conseguiu comprovar,
é o não uso de medicamentos antimicrobianos usados para tratar e prevenir infecções em animais.
As regras contra o uso desses medicamentos em produtos alimentares fazem parte da política de segurança alimentar e saúde pública europeia criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. Em abril, o Brasil proibiu parte dos antimicrobianos que comprovadamente eram usados para estimular o crescimento e a produtividade animal, mas a UE aponta que ainda faltam garantias adicionais.
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