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Vance admite em livro que 'nem todas as munições dos EUA atenderiam' às necessidades da Ucrânia
Vance admite em livro que 'nem todas as munições dos EUA atenderiam' às necessidades da Ucrânia
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O vice-presidente dos Estados Unidos, J. D. Vance, reconheceu em seu novo livro que, mesmo que Washington entregasse a Kiev todos os seus estoques de munição... 16.06.2026, Sputnik Brasil
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Em um dos capítulos de "Comunhão: encontrando o meu caminho de volta à fé", lançado hoje no Brasil, Vance relembra sua participação na Conferência de Segurança de Munique de 2024, quando ainda ocupava o cargo de senador.Durante o evento, o republicano se posicionou contra a aprovação de novos pacotes de ajuda à Ucrânia, o que o levou a uma discussão com um "líder parlamentar ucraniano" não identificado.Em junho de 2024, o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que o fornecimento de armas ocidentais à Ucrânia representa uma participação direta dos países do Ocidente no conflito. Segundo ele, a transferência para Kiev de armamentos de longo alcance e alta precisão pode levar a consequências extremamente graves.Putin também declarou que tais ações contribuem para a deterioração das relações internacionais e para o enfraquecimento da segurança global.Atividades sem precedentes da OTANNos últimos anos, a Rússia observou uma atividade sem precedentes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) perto de suas fronteiras ocidentais, situação que foi uma das principais causas para o início do conflito na Ucrânia. O bloco militar está ampliando suas iniciativas e chama isso de contenção da agressão. Moscou expressou repetidamente sua preocupação com o aumento das forças do bloco na Europa.O Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou que está aberto ao diálogo com a OTAN, desde que seja em pé de igualdade, e que o Ocidente deve abandonar o curso de militarização do continente.O chanceler russo, Sergei Lavrov, afirmou que Moscou não tem planos agressivos e está pronta para registrar tais garantias por escrito. O Kremlin também observou que a Rússia não ameaça ninguém, mas não deixará de prestar atenção a ações potencialmente perigosas para seus interesses.
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Vance admite em livro que 'nem todas as munições dos EUA atenderiam' às necessidades da Ucrânia
20:11 16.06.2026 (atualizado: 20:39 16.06.2026) O vice-presidente dos Estados Unidos, J. D. Vance, reconheceu em seu novo livro que, mesmo que Washington entregasse a Kiev todos os seus estoques de munição, isso ainda não seria suficiente para atender às necessidades da Ucrânia em meio à operação militar especial russa.
Em um dos capítulos de "Comunhão: encontrando o meu caminho de volta à fé", lançado hoje no Brasil, Vance relembra sua participação na
Conferência de Segurança de Munique de 2024, quando ainda ocupava o cargo de senador.
Durante o evento, o republicano se posicionou contra a aprovação de
novos pacotes de ajuda à Ucrânia, o que o levou a uma discussão com um
"líder parlamentar ucraniano" não identificado.
"Perguntei a ele quantos projéteis de artilharia e mísseis interceptadores seu país precisava. E, quando ele respondeu, disse honestamente que, mesmo se entregássemos tudo o que tínhamos, ainda assim isso não seria suficiente", escreveu Vance.
Em junho de 2024, o
presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que o fornecimento de armas ocidentais à Ucrânia representa uma
participação direta dos países do Ocidente no conflito. Segundo ele, a transferência para Kiev de armamentos de longo alcance e alta precisão pode levar a consequências extremamente graves.
Putin também declarou que tais ações contribuem para a deterioração das relações internacionais e para o enfraquecimento da segurança global.
Atividades sem precedentes da OTAN
Nos últimos anos, a Rússia observou uma atividade sem precedentes da
Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) perto de suas fronteiras ocidentais, situação que foi uma das principais causas para o início do conflito na Ucrânia.
O bloco militar está ampliando suas iniciativas e chama isso de contenção da agressão. Moscou expressou repetidamente sua preocupação com o aumento das forças do bloco na Europa.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou que está aberto ao diálogo com a OTAN, desde que seja em pé de igualdade, e que o Ocidente deve abandonar o curso de militarização do continente.
O chanceler russo,
Sergei Lavrov, afirmou que Moscou não tem planos agressivos e está pronta para registrar tais garantias por escrito. O Kremlin também observou que a Rússia não ameaça ninguém, mas
não deixará de prestar atenção a ações potencialmente perigosas para seus interesses.
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