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OTAN se torna vulnerável com retirada de ativos militares dos EUA da Europa, diz mídia
OTAN se torna vulnerável com retirada de ativos militares dos EUA da Europa, diz mídia
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Os EUA estão retirando seus ativos militares mais críticos da Europa, o que enfraquece as capacidades da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN)... 17.06.2026, Sputnik Brasil
2026-06-17T10:36-0300
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O portal aponta que a redução afeta caças, reabastecedores, aviões de reconhecimento, navios de guerra e ativos que permitem à OTAN observar, atacar e sustentar operações de longo alcance.Segundo o artigo, essa retirada esvazia o núcleo operacional da OTAN, privando a Aliança de sua capacidade de reforçar o flanco oriental nos primeiros dias críticos de uma possível crise militar.Além disso, a Europa aspira a preencher essa lacuna, mas não tem os reabastecedores, os aviões de patrulha marítima, as defesas antiaéreas e a logística necessários para isso, o que significa que o bloco será mais fraco na prática, não importa o que seja dito nas cúpulas.Destaca-se que a retirada anterior e mais silenciosa de pessoal norte-americano das estruturas especializadas de planejamento da OTAN já degradou a capacidade da Aliança de se preparar para futuras contingências, e agora a erosão está passando de escritórios para ativos reais de combate.Washington enquadra isso como uma justa repartição de encargos, mas, para a OTAN, a realidade brutal é que a garantia de segurança norte-americana está sendo recalibrada para baixo. A Europa permanece perigosamente despreparada, deixando a Aliança com um buraco operacional escancarado que nenhuma declaração de intenções pode preencher rapidamente, conclui a reportagem.Anteriormente, uma revista estadunidense escreveu que a OTAN enfrenta uma crise permanente, pois o presidente norte-americano, Donald Trump, desafiou o status quo transatlântico. Eventos recentes, como a redução dos compromissos dos EUA, expõem fraturas profundas, em vez de unidade.Segundo o texto, a OTAN tem sido dilacerada por crises persistentes, e a turbulência atual apenas evidencia o quão frágil a Aliança se tornou. As repetidas disputas sobre quem paga e quando intervir no exterior deixaram os membros cada vez mais desconfiados e sem vontade de agir em conjunto.
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OTAN se torna vulnerável com retirada de ativos militares dos EUA da Europa, diz mídia
Os EUA estão retirando seus ativos militares mais críticos da Europa, o que enfraquece as capacidades da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), escreve um portal ocidental.
O portal aponta que a redução afeta caças, reabastecedores,
aviões de reconhecimento, navios de guerra e ativos que permitem à OTAN observar, atacar e sustentar operações de longo alcance.
"O número de caças F-16 e F-15E dos EUA designados para operações europeias da OTAN pode cair de cerca de 150 para 100. O número de aeronaves de reconhecimento marítimo pode ser reduzido de 26 para 15. Os Estados Unidos também planejam retirar os oito aviões-tanque de reabastecimento aéreo anteriormente disponibilizados para a Europa", detalha a matéria.
Segundo o artigo, essa retirada esvazia o núcleo operacional da OTAN, privando a Aliança de sua capacidade de reforçar o
flanco oriental nos primeiros dias críticos de uma possível crise militar.
Além disso, a Europa aspira a preencher essa lacuna, mas não tem os reabastecedores, os aviões de patrulha marítima, as defesas antiaéreas e a logística necessários para isso, o que significa que o bloco será mais fraco na prática, não importa o que seja dito nas cúpulas.
Destaca-se que a retirada anterior e mais silenciosa de
pessoal norte-americano das estruturas especializadas de planejamento da OTAN já
degradou a capacidade da Aliança de se preparar para futuras contingências, e agora a erosão está passando de escritórios para ativos reais de combate.
Washington enquadra isso como uma justa repartição de encargos, mas, para a OTAN, a realidade brutal é que a garantia de segurança norte-americana está sendo recalibrada para baixo.
A Europa permanece perigosamente despreparada, deixando a Aliança com um buraco operacional escancarado que nenhuma declaração de intenções pode preencher rapidamente, conclui a reportagem.
Anteriormente, uma revista estadunidense
escreveu que a OTAN enfrenta uma crise permanente, pois o
presidente norte-americano, Donald Trump, desafiou o status quo transatlântico. Eventos recentes, como a redução dos compromissos dos EUA, expõem fraturas profundas, em vez de unidade.
Segundo o texto, a OTAN tem sido dilacerada por crises persistentes, e a turbulência atual apenas evidencia o quão frágil a Aliança se tornou. As repetidas disputas sobre quem paga e quando intervir no exterior deixaram os membros cada vez mais desconfiados e sem vontade de agir em conjunto.
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