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Negociações com a Rússia aprofundam divisões entre líderes da União Europeia
Negociações com a Rússia aprofundam divisões entre líderes da União Europeia
Sputnik Brasil
A possibilidade de abrir negociações com a Rússia expôs divergências entre os líderes da União Europeia (UE), que se dividiram em dois grupos sobre a melhor... 19.06.2026, Sputnik Brasil
2026-06-19T03:18-0300
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Conforme as publicações, os contatos entre a UE e a Rússia nas últimas semanas foram limitados e não trataram de temas centrais, mas evidenciaram que o bloco possui interesses que "precisam ser protegidos". O presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou anteriormente que vem discutindo com os líderes europeus a preparação para futuras negociações com Moscou, quando as condições forem consideradas adequadas.O tema foi discutido durante a cúpula da União Europeia realizada em Bruxelas. Segundo a mídia, a conversa ocorreu em uma reunião reservada, sem a presença de assessores e sem o uso de telefones celulares.Do outro lado, o presidente francês, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, se posicionaram contra a abertura de contatos nesse momento. Ambos defendem que ainda não é hora de iniciar um diálogo com o Kremlin e que, quando isso ocorrer, a iniciativa deverá ser conduzida pela chamada "eurotroika", composta por França, Alemanha e Reino Unido.Por outro lado, uma "grande quantidade" de líderes europeus teria apoiado a posição de António Costa, segundo uma das fontes ouvidas pela revista.Anteriormente, a mídia europeia informou que autoridades da região também demonstraram preocupação com uma possível viagem a Moscou do enviado especial do presidente dos Estados Unidos, Steve Witkoff, e de Jared Kushner, genro de Donald Trump. Segundo esses funcionários, a visita poderia sinalizar uma tentativa de Washington de negociar diretamente com a Rússia sobre a Ucrânia, deixando a Europa à margem das conversações.O presidente russo, Vladimir Putin, já afirmou que Moscou está aberta a negociações com os países europeus, mas ressaltou que a Rússia "não tem pressa" para dar início a esse processo.
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Negociações com a Rússia aprofundam divisões entre líderes da União Europeia
A possibilidade de abrir negociações com a Rússia expôs divergências entre os líderes da União Europeia (UE), que se dividiram em dois grupos sobre a melhor forma e o momento adequado para iniciar um diálogo com Moscou, informou a mídia europeia.
Conforme as publicações, os
contatos entre a UE e a Rússia nas últimas semanas foram limitados e não trataram de temas centrais, mas
evidenciaram que o bloco possui interesses que "precisam ser protegidos". O presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou anteriormente que vem discutindo com os líderes europeus a preparação para futuras negociações com Moscou,
quando as condições forem consideradas adequadas.
O tema foi discutido durante a
cúpula da União Europeia realizada em Bruxelas. Segundo a mídia, a conversa ocorreu em uma reunião reservada,
sem a presença de assessores e sem o uso de telefones celulares.
Do outro lado, o
presidente francês, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, se posicionaram contra a abertura de contatos nesse momento. Ambos defendem que ainda não é hora de iniciar um diálogo com o Kremlin e que, quando isso ocorrer, a iniciativa deverá ser conduzida pela chamada "eurotroika", composta por
França, Alemanha e Reino Unido.
Por outro lado, uma "grande quantidade" de líderes europeus teria apoiado a posição de António Costa, segundo uma das fontes ouvidas pela revista.
Anteriormente, a mídia europeia informou que autoridades da região também demonstraram preocupação com uma possível viagem a Moscou do
enviado especial do presidente dos Estados Unidos, Steve Witkoff, e de Jared Kushner, genro de Donald Trump. Segundo esses funcionários, a visita poderia sinalizar uma tentativa de Washington de
negociar diretamente com a Rússia sobre a Ucrânia, deixando a Europa à margem das conversações.
O presidente russo, Vladimir Putin, já afirmou que Moscou está aberta a negociações com os países europeus, mas ressaltou que a Rússia "não tem pressa" para dar início a esse processo.
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