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Países europeus da OTAN são impotentes militarmente sem apoio dos EUA, diz estudo
Países europeus da OTAN são impotentes militarmente sem apoio dos EUA, diz estudo
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A Europa precisa se preparar para uma situação em que os EUA deixem de desempenhar o papel fundamental que têm atualmente na garantia da defesa coletiva por... 22.06.2026, Sputnik Brasil
2026-06-22T05:15-0300
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O relatório aponta que a capacidade de defesa do continente não dependerá tanto do aumento dos gastos militares, mas da disposição dos exércitos europeus em atuarem como uma força unida.Segundo a matéria, a capacidade de dissuasão da Europa não será avaliada pelo quanto ela gasta com defesa, mas pela capacidade de suas forças armadas agirem efetivamente em conjunto em situações de crise.Além disso, o material salienta que a coordenação existente entre os países europeus já não é mais suficiente. Por isso, os europeus precisam migrar de exércitos nacionais que coexistem paralelamente para sistemas operacionais verdadeiramente integrados.Na prática, o documento propõe um aprofundamento da integração militar entre os países europeus, incluindo o uso conjunto de armamentos, logística, sistemas de comando e determinadas capacidades militares.No estudo, é explicada a necessidade dessas medidas, pois a Rússia já adaptou suas Forças Armadas às condições de combate moderno, ampliou a produção de material de defesa e desenvolveu novos métodos de condução de operações militares.No entanto, o foco principal do documento não está no potencial militar russo, mas nos problemas da própria Europa, que, segundo os autores, continua excessivamente dependente do apoio militar norte-americano.Como um dos cenários mais realistas, os pesquisadores apontam a formação gradual de uma "OTAN mais europeizada", na qual os países europeus assumiriam a responsabilidade principal pela garantia da segurança no continente.Nos últimos anos, a Rússia tem observado uma atividade sem precedentes da OTAN em suas fronteiras ocidentais. A aliança tem ampliado suas iniciativas, às quais se refere como "contenção da agressão russa". As autoridades russas já manifestaram, em diversas ocasiões, sua preocupação com o aumento das forças do bloco na Europa.Vale destacar que o Ministério das Relações Exteriores da Rússia reiterou diversas vezes que o país continua aberto ao diálogo com a OTAN, mas em pé de igualdade. Para isso, o Ocidente deve abandonar a política de militarização do continente.
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Países europeus da OTAN são impotentes militarmente sem apoio dos EUA, diz estudo
A Europa precisa se preparar para uma situação em que os EUA deixem de desempenhar o papel fundamental que têm atualmente na garantia da defesa coletiva por meio da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo um relatório de um centro analítico europeu.
O relatório aponta que a capacidade de defesa do continente não dependerá tanto do aumento dos
gastos militares, mas da disposição dos exércitos europeus em atuarem como uma força unida.
"O objetivo final seria uma aliança na qual os europeus constituíssem a espinha dorsal, com os EUA deixando de atuar como a nação indispensável", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, a capacidade de dissuasão da Europa não será avaliada pelo quanto ela gasta com defesa, mas pela capacidade de suas forças armadas agirem efetivamente em conjunto em situações de crise.
Além disso, o material salienta que a coordenação existente entre os
países europeus já não é mais suficiente. Por isso, os europeus precisam migrar de exércitos nacionais que coexistem paralelamente para
sistemas operacionais verdadeiramente integrados.
Na prática, o documento propõe um aprofundamento da integração militar entre os países europeus, incluindo o uso conjunto de armamentos, logística, sistemas de comando e determinadas capacidades militares.
Os autores também defendem a criação de mecanismos europeus mais sustentáveis para a gestão das forças armadas, que sejam capazes de funcionar com um apoio significativamente menor por parte dos EUA.
No estudo, é explicada a necessidade dessas medidas, pois a Rússia já adaptou suas Forças Armadas às condições de combate moderno, ampliou a produção de material de defesa e desenvolveu novos métodos de condução de operações militares.
No entanto, o foco principal do documento não está no
potencial militar russo, mas nos problemas da própria Europa, que, segundo os autores,
continua excessivamente dependente do apoio militar norte-americano.
Como um dos cenários mais realistas, os pesquisadores apontam a formação gradual de uma "OTAN mais europeizada", na qual os países europeus assumiriam a responsabilidade principal pela garantia da segurança no continente.
Nos últimos anos, a Rússia tem observado uma atividade sem precedentes da OTAN em suas fronteiras ocidentais. A aliança tem ampliado suas iniciativas, às quais se refere como "contenção da agressão russa". As autoridades russas já manifestaram, em diversas ocasiões, sua preocupação com o aumento das forças do bloco na Europa.
Vale destacar que o Ministério das Relações Exteriores da Rússia reiterou diversas vezes que o país continua aberto ao diálogo com a OTAN, mas em pé de igualdade. Para isso, o Ocidente deve abandonar a política de militarização do continente.
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