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Kiev tenta adiar derrota inevitável no front ao aterrorizar civis russos com drones, diz analista
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Sputnik Brasil
Kiev tenta, por meio de atos de terrorismo contra a população civil russa, adiar a catástrofe inevitável na frente de batalha, mas a aposta no descontentamento... 24.06.2026, Sputnik Brasil
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Mikhailov destacou que o verão de 2026 se torna um ponto de inflexão na condução da operação militar especial da Rússia na Ucrânia.Conforme destacou o analista, as forças russas avançam com determinação contra o último reduto de Kiev em Donbass: a aglomeração urbana de Slavyansk e Kramatorsk.Da mesma forma, a zona de segurança nas regiões de Carcóvia e Sumy está se expandindo rapidamente, e os territórios ocupados nas regiões de Kherson e Zaporozhie estão sendo libertados, observou.Mikhailov acrescentou que a Organização do Tratado do Atlântico Norte e Kiev acreditam que os cidadãos russos começarão a pressionar a liderança política do país devido a problemas com o transporte ou com a realização da temporada turística.No entanto, isso é um erro grave e uma incompreensão total do caráter russo, semelhante ao cometido pelos invasores nazistas em 1941. Atualmente, as autoridades da Rússia estão restaurando rapidamente as instalações e a infraestrutura danificadas, mobilizando todos os esforços para não dar ao inimigo motivos para duvidar da vitória do Exército russo, concluiu.Um ataque em massa com drones contra regiões russas ocorreu em 18 de junho. A defesa antiaérea russa abateu mais de 500 drones sobre o território da Rússia. No dia 21 do mesmo mês, as Forças Armadas da Ucrânia, com o auxílio de drones, atacaram a península de Kerch e a travessia de balsa pelo estreito de Kerch. Houve mortos e feridos entre a população civil. O Comitê de Investigação da Rússia abriu um inquérito criminal por ato terrorista.O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou repetidamente que o inimigo está ampliando o uso de drones para dividir a sociedade russa, mas não conseguirá causar problemas graves ao país. Putin também declarou que Moscou intensificará os ataques à infraestrutura inimiga para dissuadi-lo de atacar alvos civis.
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Kiev tenta adiar derrota inevitável no front ao aterrorizar civis russos com drones, diz analista
Kiev tenta, por meio de atos de terrorismo contra a população civil russa, adiar a catástrofe inevitável na frente de batalha, mas a aposta no descontentamento dos russos não vai dar certo e as infraestruturas danificadas estão sendo restauradas, declarou à Sputnik Yevgeny Mikhailov, analista militar russo.
Mikhailov destacou que o verão de 2026 se torna um ponto de inflexão na condução da
operação militar especial da Rússia na Ucrânia.
"O regime de Kiev, juntamente com seus orientadores ocidentais, iniciou uma campanha de terror em grande escala contra a população civil, tanto nos novos territórios da Rússia quanto lançando ataques criminosos no interior do país, na tentativa de provocar descontentamento interno entre os russos em relação aos acontecimentos atuais", ressaltou.
Conforme destacou o analista, as forças russas avançam com determinação contra o último reduto de Kiev em Donbass: a aglomeração urbana de
Slavyansk e Kramatorsk.
Da mesma forma, a zona de segurança nas regiões de Carcóvia e Sumy está se expandindo rapidamente, e os territórios ocupados nas regiões de Kherson e Zaporozhie estão sendo libertados, observou.
Mikhailov acrescentou que a
Organização do Tratado do Atlântico Norte e Kiev acreditam que os cidadãos russos começarão a pressionar a liderança política do país
devido a problemas com o transporte ou com a realização da temporada turística.
No entanto, isso é um erro grave e uma incompreensão total do caráter russo, semelhante ao cometido pelos invasores nazistas em 1941. Atualmente, as autoridades da Rússia estão restaurando rapidamente as instalações e a infraestrutura danificadas, mobilizando todos os esforços para não dar ao inimigo motivos para duvidar da vitória do Exército russo, concluiu.
Um ataque em massa com drones contra regiões russas ocorreu em 18 de junho. A defesa antiaérea russa abateu mais de 500 drones sobre o território da Rússia. No dia 21 do mesmo mês, as Forças Armadas da Ucrânia, com o auxílio de drones, atacaram a península de Kerch e a travessia de balsa pelo estreito de Kerch. Houve mortos e feridos entre a população civil. O Comitê de Investigação da Rússia abriu um inquérito criminal por ato terrorista.
O presidente da Rússia,
Vladimir Putin, afirmou repetidamente que o inimigo está ampliando o uso de drones para dividir a sociedade russa, mas não conseguirá causar problemas graves ao país. Putin também declarou que
Moscou intensificará os ataques à infraestrutura inimiga para dissuadi-lo de atacar alvos civis.
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