https://noticiabrasil.net.br/20260624/ministro-do-trabalho-defende-a-saida-temporaria-de-jaques-wagner-da-lideranca-no-senado--51623448.html
Ministro do Trabalho se une a coro pró-saída de Jaques Wagner da liderança no Senado
Ministro do Trabalho se une a coro pró-saída de Jaques Wagner da liderança no Senado
Sputnik Brasil
Fala foi feita em resposta a jornalistas durante divulgação da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), nesta quarta-feira (24). 24.06.2026, Sputnik Brasil
2026-06-24T17:06-0300
2026-06-24T17:06-0300
2026-06-24T18:49-0300
notícias do brasil
jaques wagner
senado
luiz marinho
luiz inácio lula da silva
articulação
líder
afastamento
suspeita
liderança
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07e8/08/1a/36206639_0:0:3129:1760_1920x0_80_0_0_aceb8b7a918e3ba51702f9128524f0ea.jpg
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu que o senador Jaques Wagner (PT-BA), seu correligionário, deixe temporariamente a liderança do governo no Senado, diante das investigações da Polícia Federal (PF) relacionadas ao Banco Master.Com a fala, Marinho se une a outros aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que opinaram abertamente sobre a renúncia de Wagner ao comando da articulação no Senado.Segundo Marinho, a permanência no cargo e as apurações devem ser tratadas como questões separadas, mas o afastamento poderia dar ao parlamentar melhores condições para se defender. Ele acrescentou que, se estivesse na posição do presidente Lula, optaria pela substituição de Wagner.Apesar da declaração, Marinho ressaltou a relação de proximidade com o senador e afirmou ter ligado para Wagner após a operação da PF para prestar solidariedade. No passado, o político baiano foi investigado em inquéritos decorrentes da operação Lava Jato, mas que terminaram sem acusações por falta de provas.Marinho também citou uma manifestação do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, que afirmou que Wagner atuou para barrar os interesses do Banco Master no Congresso. "Ele agiu contra o Master, inclusive a meu pedido. Conversamos sobre essa emenda, e eu expliquei a situação e a necessidade de votarmos contra."A senadora e ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB-MT) também opinou que seu colega do Senado deveria deixar a liderança para evitar desgastes ao Planalto e trabalhar em sua defesa.Principal articulador de Lula no Senado, Jaques Wagner foi o principal alvo da 9ª fase da operação Compliance Zero, da PF. Segundo as investigações, ele teria recebido um apartamento de luxo em Salvador, além de repasses financeiros, para atuar a favor do Banco Master no Congresso.A situação de Wagner é acompanhada pelo Palácio do Planalto, que avalia os impactos políticos das investigações em meio ao cenário eleitoral. O senador se reuniu com Lula nesta quarta-feira, no Palácio da Alvorada, para discutir sua permanência ou não na liderança do governo na Casa legislativa.
https://noticiabrasil.net.br/20260618/nova-fase-da-compliance-zero-mira-jaques-wagner-por-suspeita-de-vantagens-ligadas-ao-banco-master-51425917.html
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07e8/08/1a/36206639_205:0:2936:2048_1920x0_80_0_0_bf83bced4bc8df540490c1a6cdac4fb9.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
jaques wagner, senado, luiz marinho, luiz inácio lula da silva, articulação, líder, afastamento, suspeita, liderança, política
jaques wagner, senado, luiz marinho, luiz inácio lula da silva, articulação, líder, afastamento, suspeita, liderança, política
Ministro do Trabalho se une a coro pró-saída de Jaques Wagner da liderança no Senado
17:06 24.06.2026 (atualizado: 18:49 24.06.2026) Fala foi feita em resposta a jornalistas durante divulgação da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), nesta quarta-feira (24).
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu que o senador Jaques Wagner (PT-BA), seu correligionário, deixe temporariamente a liderança do governo no Senado, diante das investigações da Polícia Federal (PF) relacionadas ao Banco Master.
Com a fala, Marinho se une a outros aliados do
presidente Luiz Inácio Lula da Silva que opinaram abertamente sobre a renúncia de Wagner ao comando da articulação no Senado.
Segundo Marinho, a permanência no cargo e as apurações devem ser tratadas como questões separadas, mas
o afastamento poderia dar ao parlamentar melhores condições para se defender. Ele acrescentou que, se estivesse
na posição do presidente Lula, optaria pela substituição de Wagner.
"Tem momentos em que a pessoa tem que deixar sua posição para se defender, ter mais condições de atuar, do que ficar ali na posição que está exercendo."
Apesar da declaração, Marinho ressaltou a relação de proximidade com o senador e afirmou ter ligado para Wagner após a operação da PF para prestar solidariedade. No passado, o político baiano foi investigado em inquéritos decorrentes da operação Lava Jato, mas que terminaram sem acusações por falta de provas.
"Eu torço para que de fato não tenha absolutamente nada em relação ao Wagner, que é uma pessoa que a gente gosta e respeita muito."
Marinho também citou uma manifestação do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, que afirmou que Wagner atuou para barrar os interesses do Banco Master no Congresso. "Ele agiu contra o Master, inclusive a meu pedido. Conversamos sobre essa emenda, e eu expliquei a situação e a necessidade de votarmos contra."
"Sou testemunha de que ele atuou contra o Banco Master e ajudou o governo a bloquear os interesses da instituição", afirmou Haddad à Folha de S.Paulo.
A senadora e ex-ministra do Planejamento
Simone Tebet (PSB-MT) também opinou que seu colega do Senado
deveria deixar a liderança para evitar desgastes ao Planalto e trabalhar em sua defesa.
"Eu falo como advogada, todos têm direito a ampla defesa e ao contraditório, mas ele é líder do governo. Então, para não expor o próprio governo, ele deve pedir […] o afastamento, até para que possa cuidar de sua defesa e fazer os movimentos que achar pertinentes."
Principal articulador de Lula no Senado, Jaques Wagner foi o principal alvo da 9ª fase da operação Compliance Zero, da PF. Segundo as investigações, ele teria recebido um apartamento de luxo em Salvador, além de repasses financeiros, para atuar a favor do Banco Master no Congresso.
A situação de Wagner é acompanhada pelo Palácio do Planalto, que avalia os impactos políticos das investigações em meio ao cenário eleitoral. O senador se reuniu com Lula nesta quarta-feira, no Palácio da Alvorada, para discutir sua permanência ou não na liderança do governo na Casa legislativa.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).