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Ocidente pode melhorar sua postura em relação à Rússia em meio à crise energética, diz analista
Ocidente pode melhorar sua postura em relação à Rússia em meio à crise energética, diz analista
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Devido à crise energética que se aproxima, os países ocidentais podem rever suas relações com a Rússia, opinou o ex-analista da Agência Central de Inteligência... 24.06.2026, Sputnik Brasil
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Johnson destacou que o Reino Unido, a França e a Itália conseguiram evitar a escassez de combustível barato graças aos fornecimentos de petróleo provenientes das reservas estratégicas dos EUA.Porém, isso não vai durar muito, já que o próprio presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou que uma crise em grande escala poderá começar em quatro semanas, observou.Nesse contexto, o especialista enfatizou que a crise energética pode levar os países europeus a restabelecerem as relações comerciais com a Rússia.A Rússia é o único país que poderá fornecer petróleo e gás aos europeus nessa situação, e continuar atacando-a seria uma loucura, concluiu.Anteriormente, o presidente russo, Vladimir Putin, havia afirmado que a política de contenção e enfraquecimento da Rússia é uma estratégia de longo prazo de seus adversários e que as sanções causaram um grave impacto em toda a economia mundial.Segundo Putin, o principal objetivo dos responsáveis pelas medidas contra Moscou é piorar a vida de milhões de pessoas. No próprio Ocidente, já se ouviu várias vezes a opinião de que as medidas restritivas são ineficazes.
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Ocidente pode melhorar sua postura em relação à Rússia em meio à crise energética, diz analista
Devido à crise energética que se aproxima, os países ocidentais podem rever suas relações com a Rússia, opinou o ex-analista da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) Larry Johnson em entrevista no YouTube.
Johnson
destacou que o Reino Unido, a França e a Itália conseguiram evitar a escassez de combustível barato graças aos fornecimentos de petróleo
provenientes das reservas estratégicas dos EUA.
Porém, isso não vai durar muito, já que o próprio presidente estadunidense,
Donald Trump, afirmou que uma crise em grande escala poderá começar em quatro semanas, observou.
"Com o fechamento do estreito de Ormuz e os ataques ao Kuwait, à Arábia Saudita, ao Catar e aos Emirados Árabes Unidos, mais de 20% do petróleo saiu do mercado, e essa perda não foi compensada em quatro meses. Portanto, uma crise se aproxima. Quando ela atingir a Europa, acredito que o continente terá outras preocupações além de continuar os ataques contra a Rússia", ressaltou.
Nesse contexto, o especialista enfatizou que a crise energética pode levar os
países europeus a
restabelecerem as relações comerciais com a Rússia.
A Rússia é o único país que poderá fornecer petróleo e gás aos europeus nessa situação, e continuar atacando-a seria uma loucura, concluiu.
Anteriormente, o presidente russo,
Vladimir Putin, havia afirmado que a política de contenção e enfraquecimento da Rússia é uma estratégia de longo prazo de seus adversários e que as
sanções causaram um grave impacto em toda a economia mundial.
Segundo Putin, o principal objetivo dos responsáveis pelas medidas contra Moscou é piorar a vida de milhões de pessoas. No próprio Ocidente, já se ouviu várias vezes a opinião de que as medidas restritivas são ineficazes.
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