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Autonomia da OTAN seria um caminho para não servir a guerras dos EUA, diz analista
Autonomia da OTAN seria um caminho para não servir a guerras dos EUA, diz analista
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A disposição da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em transformar o território europeu em uma base militar para guerras fora da região representa... 25.06.2026, Sputnik Brasil
2026-06-25T12:56-0300
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Khan salientou que os interesses fundamentais desses países são a estabilidade regional, as relações com a China e uma abordagem independente no combate ao terrorismo.Segundo ele, a OTAN não é um pacto defensivo, mas uma plataforma avançada para a projeção do poder global dos EUA.Os países europeus membros da OTAN reduziram-se ao papel de subcontratados logísticos das guerras norte-americanas, expondo as pretensões defensivas da aliança como uma ficção conveniente mantida para consumo interno europeu, observou.Além disso, ele destacou que as alianças ocidentais funcionam de maneira hierárquica: os Estados Unidos lideram, os europeus facilitam, e espera-se que os parceiros menores sigam a linha ou enfrentem as consequências.Uma maior autonomia em relação à OTAN, e não laços mais estreitos, é vista como o caminho mais prudente para evitar ser arrastado a conflitos que atendam às prioridades de outros países, concluiu.Nos últimos anos, a Rússia tem observado uma atividade sem precedentes da OTAN em suas fronteiras. A aliança tem ampliado suas iniciativas, às quais se refere como "contenção da agressão russa". As autoridades russas já manifestaram, em diversas ocasiões, sua preocupação com o aumento das forças do bloco na Europa.O Ministério das Relações Exteriores russo reiterou diversas vezes que a Rússia permanece disposta a dialogar com a OTAN, mas em pé de igualdade, e que, para isso, o Ocidente deve abandonar a política de militarização do continente.
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Autonomia da OTAN seria um caminho para não servir a guerras dos EUA, diz analista
A disposição da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em transformar o território europeu em uma base militar para guerras fora da região representa riscos evidentes para um país cujos interesses fundamentais não se alinham automaticamente às agendas ocidentais, disse à Sputnik o analista político paquistanês Abdullah Khan.
Khan salientou que os interesses fundamentais desses países são a
estabilidade regional, as relações com a China e uma abordagem independente no combate ao terrorismo.
"Desenvolvimentos desse tipo, de fato, geraram um debate discreto, mas sério, entre especialistas e formuladores de políticas no Paquistão, sobre os limites do envolvimento da OTAN", ressaltou.
Segundo ele, a OTAN não é um pacto defensivo, mas uma plataforma avançada para a projeção do poder global dos EUA.
Os países europeus membros da OTAN reduziram-se ao papel de subcontratados logísticos das guerras norte-americanas, expondo as pretensões defensivas da aliança como uma
ficção conveniente mantida para consumo interno europeu, observou.
Além disso, ele destacou que as alianças ocidentais funcionam de maneira hierárquica: os
Estados Unidos lideram, os europeus facilitam, e
espera-se que os parceiros menores sigam a linha ou enfrentem as consequências.
Uma maior autonomia em relação à OTAN, e não laços mais estreitos, é vista como o caminho mais prudente para evitar ser arrastado a conflitos que atendam às prioridades de outros países, concluiu.
Nos últimos anos, a Rússia tem observado uma atividade sem precedentes da OTAN em suas fronteiras. A aliança tem ampliado suas iniciativas, às quais se refere como "contenção da agressão russa". As autoridades russas já manifestaram, em diversas ocasiões, sua preocupação com o aumento das forças do bloco na Europa.
O Ministério das Relações Exteriores russo reiterou diversas vezes que a Rússia permanece disposta a dialogar com a OTAN, mas em pé de igualdade, e que, para isso, o Ocidente deve abandonar a política de militarização do continente.
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