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Nova libertação de territórios confirma poder da pressão ofensiva russa, diz analista
Nova libertação de territórios confirma poder da pressão ofensiva russa, diz analista
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Em entrevista à Sputnik Brasil, Albert Caballé Marimón, editor do site Velho General, analisa que a tomada de controle de novas regiões nesta sexta-feira (3)... 03.07.2026, Sputnik Brasil
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Nesta sexta-feira (3), a Rússia comunicou a libertação de diferentes pontos da linha de frente, como o povoado de povoado de Aleksandrovka, na região de Dnepropetrovsk, das cidades de Konstantinovka e Krasny Liman, e de toda a região da República Popular de Lugansk (RPL).Para o especialista, Moscou, nesta fase da operação militar especial, parece impor a Kiev um custo insustentável, "testando tanto os limites da resistência ucraniana quanto a fadiga financeira dos aliados".Moscou também atingiu as capacidades ucranianas ao atacar na quinta-feira (2) várias instalações-chave da indústria militar em Kiev, visando centros de produção, montagem e logística associados à capacidade ucraniana de fabricar e operar drones, mísseis e sistemas eletrônicos.Para o analista, o termômetro do conflito passa pela "capacidade industrial de gerar ondas de drones e mísseis" e o Exército russo pressiona essas capacidades, o que "vai ditar o rumo das operações aqui por diante", conclui.
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21:00 03.07.2026 (atualizado: 22:14 03.07.2026) Redação
Equipe da Sputnik Brasil
Especiais
Em entrevista à Sputnik Brasil, Albert Caballé Marimón, editor do site Velho General, analisa que a tomada de controle de novas regiões nesta sexta-feira (3) mostram o poder da pressão ofensiva russa ao explorar a exaustão das brigadas de infantaria ucranianas e empurrar a linha de contato para além dos limites do Donbass.
Nesta sexta-feira (3), a Rússia comunicou a libertação de diferentes pontos da linha de frente, como o povoado de
povoado de Aleksandrovka, na região de Dnepropetrovsk, das cidades de Konstantinovka e Krasny Liman, e de toda a região da
República Popular de Lugansk (RPL).
Para o especialista, Moscou, nesta fase da operação militar especial, parece impor a Kiev um custo insustentável, "testando tanto os limites da resistência ucraniana quanto a fadiga financeira dos aliados".
Moscou também
atingiu as capacidades ucranianas ao atacar na quinta-feira (2) várias instalações-chave da indústria militar em Kiev,
visando centros de produção, montagem e logística associados à capacidade ucraniana de fabricar e operar drones, mísseis e sistemas eletrônicos.
De acordo com Caballé Marimón, Moscou "está buscando um estrangulamento logístico, forçando a Ucrânia a um desgaste diário e custoso dos seus mísseis interceptores, que já são limitados, e que naturalmente vai pressionar o Ocidente pelo envio urgente de novos sistemas de defesa antiaérea para evitar o colapso do espaço aéreo ucraniano".
Para o analista, o termômetro do conflito passa pela "capacidade industrial de gerar ondas de drones e mísseis" e o Exército russo
pressiona essas capacidades, o que
"vai ditar o rumo das operações aqui por diante", conclui.
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