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Rússia aumentará sua produção de petróleo no âmbito da OPEP+ 'para manter a estabilidade do mercado'

© Sputnik / Aleksei Nikolskiy / Acessar o banco de imagensO presidente russo, Vladimir Putin, durante visita à refinaria de petróleo Tuapse, da Rosneft, em 11 de outubro de 2013
O presidente russo, Vladimir Putin, durante visita à refinaria de petróleo Tuapse, da Rosneft, em 11 de outubro de 2013 - Sputnik Brasil, 1920, 05.07.2026
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Rússia, Arábia Saudita e outros cinco países elevarão a oferta em 188 mil barris por dia, com possibilidade de rever a medida conforme as condições do mercado.
Os sete países da OPEP+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e associados) que adotaram cortes voluntários na produção de petróleo decidiram aumentar a oferta conjunta em 188 mil barris por dia a partir de agosto. A medida foi aprovada durante uma reunião virtual realizada neste domingo (5) e faz parte da reversão gradual das reduções voluntárias anunciadas em abril de 2023.
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Segundo comunicado divulgado pelo grupo, formado por Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã, a decisão foi tomada "em virtude do compromisso coletivo de manter a estabilidade do mercado petrolífero". Este é o quarto aumento consecutivo dos limites de produção desde o início da flexibilização dos cortes.
Pelo acordo, Rússia e Arábia Saudita poderão elevar sua produção em 62 mil barris por dia cada. O Iraque terá um aumento de 26 mil barris diários, enquanto Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã receberão cotas adicionais entre 5 mil e 16 mil barris por dia.
Os países destacaram que os cortes voluntários de 2023 poderão ser revertidos parcial ou totalmente, dependendo da evolução das condições do mercado. O grupo também reiterou o compromisso de compensar integralmente qualquer produção acima dos níveis acordados desde janeiro de 2024.
A Opep+ informou ainda que continuará monitorando o mercado por meio de reuniões mensais para avaliar as condições de oferta e demanda, o cumprimento das cotas e eventuais ajustes na política de produção. O próximo encontro está previsto para 2 de agosto.
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