https://noticiabrasil.net.br/20260712/china-e-russia-exibem-submarinos-juntos-e-ampliam-integracao-em-exercicio-naval-diz-midia-52151825.html
China e Rússia exibem submarinos juntos e ampliam integração em exercício naval, diz mídia
China e Rússia exibem submarinos juntos e ampliam integração em exercício naval, diz mídia
Sputnik Brasil
Exercício naval Mar Conjunto 2026 terminou com a inédita aparição simultânea de submarinos chineses e russos, um gesto visto por especialistas como... 12.07.2026, Sputnik Brasil
2026-07-12T06:27-0300
2026-07-12T06:27-0300
2026-07-12T06:27-0300
panorama internacional
defesa
rússia
ásia e oceania
ásia-pacífico
pequim
china
federação da rússia
global times
submarino
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/268/63/2686326_0:141:4000:2391_1920x0_80_0_0_3322076b96ed4177bf4c72d32a0cd8f9.jpg
Segundo o Global Times, a fase marítima do exercício conjunto China‑Rússia Mar Conjunto 2026 terminou com um marco inédito: submarinos dos dois países apareceram juntos nas mesmas imagens oficiais, algo descrito por analistas chineses como sinal de confiança mútua em nível excepcional.As manobras incluíram resgate de submarinos, ataques de superfície, defesa antiaérea e operações antimísseis, conduzidas com coordenação dinâmica e sem roteiros fixos. As equipes ajustaram ações conforme condições do campo de batalha e fatores ambientais, ampliando a capacidade de resposta conjunta.O exercício também empregou formações mistas com meios marítimos, aéreos e submarinos, criando um sistema de combate multidomínio. Essa estrutura permitiu testar reconhecimento antecipado, coordenação de comando e emprego de poder de fogo em ambientes eletromagnéticos complexos, segundo o portal especializado.Nas operações de defesa antiaérea e antimíssil, navios chineses e russos atuaram com divisão clara de tarefas, explorando as vantagens de cada plataforma para interceptar alvos rapidamente. Para Pequim, o desempenho confirma a maturidade da formação naval conjunta.Desde 2012, a série Mar Conjunto tornou-se eixo central da cooperação naval bilateral entre Moscou e Pequim. A edição de 2026 mobilizou forças de elite e ampliou o escopo das operações, avançando de exercícios de superfície para integração entre meios de superfície e submarinos — um salto considerado estratégico pelas autoridades chinesas.A aparição simultânea dos submarinos — o russo Ufa, da classe Kilo aprimorada, e o chinês Tipo 039B — foi destacada pelo especialista Wang Yunfei ao Global Times como evidência de confiança incomum. Ele lembrou que submarinos raramente operam próximos devido ao sigilo de suas assinaturas acústicas, e que a troca de dados e comunicação subaquática exige compartilhamento de informações técnicas sensíveis.Após o encerramento da fase marítima, algumas unidades vão seguir em patrulhas no Pacífico, reforçando a presença bilateral na região.
https://noticiabrasil.net.br/20260701/mensagem-clara-russia-china-coreia-do-norte-e-ira-se-aproximam-e-preocupam-eua-diz-midia-51835526.html
ásia-pacífico
pequim
china
federação da rússia
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/268/63/2686326_313:0:3688:2531_1920x0_80_0_0_6cceb6d6652387df89543e6842b50f1d.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
defesa, rússia, ásia e oceania, ásia-pacífico, pequim, china, federação da rússia, global times, submarino, exercício naval, exercícios militares, exercícios conjuntos
defesa, rússia, ásia e oceania, ásia-pacífico, pequim, china, federação da rússia, global times, submarino, exercício naval, exercícios militares, exercícios conjuntos
China e Rússia exibem submarinos juntos e ampliam integração em exercício naval, diz mídia
Exercício naval Mar Conjunto 2026 terminou com a inédita aparição simultânea de submarinos chineses e russos, um gesto visto por especialistas como demonstração rara de confiança mútua e avanço na integração operacional entre as duas marinhas.
Segundo o Global Times, a fase marítima do
exercício conjunto China‑Rússia Mar Conjunto 2026
terminou com um marco inédito: submarinos dos dois países apareceram juntos nas mesmas imagens oficiais, algo descrito por analistas chineses como sinal de confiança mútua em nível excepcional.
Para o portal militar China Bugle, a operação reforça a cooperação estratégica e demonstra integração operacional rara entre forças navais.
As manobras incluíram resgate de submarinos, ataques de superfície, defesa antiaérea e operações antimísseis, conduzidas com coordenação dinâmica e sem roteiros fixos. As equipes
ajustaram ações conforme condições do campo de batalha e fatores ambientais, ampliando a capacidade de
resposta conjunta.
O exercício também
empregou formações mistas com meios marítimos, aéreos e submarinos, criando um sistema de
combate multidomínio. Essa estrutura permitiu testar reconhecimento antecipado, coordenação de comando e emprego de poder de fogo em ambientes eletromagnéticos complexos, segundo o portal especializado.
Nas operações de defesa antiaérea e antimíssil, navios chineses e russos atuaram com divisão clara de tarefas, explorando as vantagens de cada plataforma para interceptar alvos rapidamente. Para Pequim, o desempenho confirma a maturidade da formação naval conjunta.
Desde 2012, a
série Mar Conjunto tornou-se eixo central da cooperação naval bilateral entre Moscou e Pequim. A edição de 2026 mobilizou forças de elite e ampliou o escopo das operações,
avançando de exercícios de superfície para integração entre meios de superfície e submarinos — um salto considerado estratégico pelas autoridades chinesas.
A
aparição simultânea dos submarinos — o russo Ufa, da classe Kilo aprimorada, e o chinês Tipo 039B — foi destacada pelo especialista Wang Yunfei ao Global Times como evidência de confiança incomum. Ele lembrou que
submarinos raramente operam próximos devido ao sigilo de suas assinaturas acústicas, e que a troca de dados e comunicação subaquática exige compartilhamento de informações técnicas sensíveis.
Wang afirmou que a coordenação de ataques, o compartilhamento de dados e a comunicação entre submarinos representam um nível de integração raríssimo no cenário internacional. Para ele, o exercício abre caminho para aprofundar a intensidade e a complexidade das operações conjuntas no futuro.
Após o encerramento da
fase marítima, algumas unidades
vão seguir em patrulhas no Pacífico, reforçando a presença bilateral na região.
Lançado em 6 de julho em Qingdao, o exercício segue agora para novas etapas sob um comando conjunto, com ambos os países prometendo ampliar transparência, cooperação e contribuição para a estabilidade global.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).