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Rubio culpa Lula por tarifaço e diz que governo brasileiro não negociou 'de boa-fé' com EUA
Rubio culpa Lula por tarifaço e diz que governo brasileiro não negociou 'de boa-fé' com EUA
Sputnik Brasil
Poucas horas após a confirmação da tarifa de 25% sobre a maior parte das importações brasileiras, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio... 16.07.2026, Sputnik Brasil
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Rubio responsabilizou diretamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela decisão e afirmou que o governo brasileiro não negociou "de boa-fé" com Washington.Segundo o secretário de Estado, ao longo do último ano, Lula "colocou seu próprio ego acima da possibilidade de chegar a um acordo em benefício do povo brasileiro", acrescentando que "essas tarifas são o preço disso".A decisão do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) encerra um processo de um ano que envolveu investigação, consulta pública, audiências e negociações entre Brasil e Estados Unidos.A sobretaxa será aplicada à maior parte dos produtos brasileiros que chegam ao país, estando isentos, carne bovina, café verde (em grãos), terras raras, determinadas categorias de metais e peças e componentes da indústria aeroespacial.A investigação, conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que permite investigações sobre supostas práticas comerciais desleais, concluiu que políticas brasileiras prejudicam de forma injusta empresas estadunidenses.O escritório propôs uma alíquota adicional de 25% sobre produtos brasileiros, além de outra de 12,5% relacionada ao combate ao trabalho forçado. Entre as críticas americanas ao Brasil está o sistema de pagamentos por Pix, por ser uma plataforma pública e não controlada por empresas privadas.O Ministério da Fazenda já havia se pronunciado que o impacto macroeconômico de possíveis novas taxas teria efeito reduzido sobre a economia, visto que as exportações tiveram recuperação gradual após o tarifaço de agosto do ano passado.
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Rubio culpa Lula por tarifaço e diz que governo brasileiro não negociou 'de boa-fé' com EUA
01:18 16.07.2026 (atualizado: 01:47 16.07.2026) Poucas horas após a confirmação da tarifa de 25% sobre a maior parte das importações brasileiras, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou nas redes sociais que o presidente Donald Trump orientou o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) a adotar a medida.
Rubio
responsabilizou diretamente o
presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela decisão e afirmou que o governo brasileiro não negociou "de boa-fé" com Washington.
"Que não haja dúvidas sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociaram de boa-fé com os Estados Unidos. Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros", disse.
Segundo o secretário de Estado, ao longo do último ano, Lula "colocou seu próprio ego acima da possibilidade de chegar a um acordo em benefício do povo brasileiro", acrescentando que "essas tarifas são o preço disso".
A decisão do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês)
encerra um processo de um ano que envolveu investigação, consulta pública, audiências e negociações entre
Brasil e Estados Unidos.
A sobretaxa será aplicada à maior parte dos produtos brasileiros que chegam ao país, estando isentos, carne bovina, café verde (em grãos), terras raras, determinadas categorias de metais e peças e componentes da indústria aeroespacial.
A investigação, conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que permite investigações sobre supostas práticas comerciais desleais, concluiu que políticas brasileiras prejudicam de forma injusta empresas estadunidenses.
O escritório propôs uma
alíquota adicional de 25% sobre produtos brasileiros, além de outra de 12,5% relacionada ao combate ao trabalho forçado. Entre as críticas americanas ao Brasil está o sistema de
pagamentos por Pix, por ser uma plataforma pública e não controlada por empresas privadas.
O Ministério da Fazenda já havia se pronunciado que o impacto macroeconômico de possíveis novas taxas teria efeito reduzido sobre a economia, visto que as exportações tiveram recuperação gradual após o tarifaço de agosto do ano passado.
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