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Bulgária confirma saída de coalizão que fornece apoio militar à Ucrânia

© Stringer/RIA NovostiPresidente da Bulgária, Rumen Radev, em evento com representantes da União Europeia
Presidente da Bulgária, Rumen Radev, em evento com representantes da União Europeia - Sputnik Brasil, 1920, 17.07.2026
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A Bulgária confirmou nesta sexta-feira (17) que não fará mais parte da coalizão voltada ao fornecimento de apoio militar à Ucrânia. Segundo o primeiro-ministro, Rumen Radev, o país continuará a participar das decisões coletivas da União Europeia, mas não enviará armas nem recursos financeiros a Kiev.
"Recebi pessoalmente um convite do presidente [francês Emmanuel] Macron para que a Bulgária participasse da Coalizão de Voluntários, mas não participamos de nenhuma coalizão que insiste em uma ajuda financeira e militar continuada na Ucrânia", manifestou Radev, citado pela cadeia de rádio BNR.
O chefe do Executivo búlgaro argumentou que "a solução para o conflito consiste em uma missão diplomática forte, e não pela via militar.

"Vimos muitas propostas e ideias até o momento, mas as decisões foram tomadas em diferentes formatos, e a Bulgária participa ativamente em todos eles", acrescentou.

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Radev afirmou que as relações entre Bulgária e Ucrânia seguirão nas áreas de energia e economia. Veículos da imprensa ocidental também relatam que a postura de Sófia em relação ao conflito e às sanções contra a Rússia têm chamado mais atenção no bloco europeu.
A Itália também sinalizou se manter à margem da coalizão, segundo o diário la Repubblica:
"O país não se unirá à Força Multinacional para a Ucrânia, que está apresentando exercícios na Polônia à espera do fim das hostilidades."
A capital francesa acolheu uma cúpula da Coalizão de Voluntários, que hoje integra mais de 30 nações.
Para o Kremlin, trata-se de uma coalizão de "instigadores da guerra", um grupo de países que "não quer a paz, mas sim a continuação da guerra", afirmou o porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov.
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