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Zelensky pode demitir comandante-chefe do Exército ucraniano devido à crise política, diz mídia
Zelensky pode demitir comandante-chefe do Exército ucraniano devido à crise política, diz mídia
Sputnik Brasil
O atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, está considerando a possibilidade de demitir o comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, Aleksandr Syrsky, na... 18.07.2026, Sputnik Brasil
2026-07-18T11:12-0300
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A publicação destaca que, após o conflito em torno da demissão do ministro da Defesa da Ucrânia, Mikhail Fedorov, começaram em Kiev protestos exigindo a troca da liderança militar. Zelensky se reunirá com possíveis candidatos.Conforme destaca a reportagem, Zelensky se reunirá com os comandantes neste fim de semana, dias 18 e 19 de julho, para ouvir suas avaliações da situação no campo de batalha e conversar com os candidatos ao cargo de comandante-chefe.De acordo com a fonte do veículo de informação, Zelensky está disposto a destituir Syrsky caso consiga encontrar um substituto e garantir uma transição tranquila de comando, sem prejudicar a defesa.A análise da demissão de Syrsky ocorreu após a saída do ministro da Defesa, Mikhail Fedorov, cujo conflito com o comandante-chefe causou uma crise de pessoal. De acordo com Fedorov, Syrsky exigiu que Zelensky o demitisse, apresentando um "ultimato" ao líder ucraniano.O ex-ministro da Defesa ucraniano acusou o comandante das Forças Armadas da Ucrânia de corrupção e de "falta de visão estratégica" e pediu sua renúncia. Um veículo de comunicação da mídia estadunidense classificou Fedorov como vítima de um conflito político e considerou sua renúncia "a crise mais grave na liderança" desde a demissão do comandante anterior, o general Valery Zaluzhny.Após a saída de Fedorov, os protestos em apoio ao ex-ministro se transformaram em manifestações exigindo a renúncia de Syrsky. Anteriormente, Zelensky havia declarado que Fedorov e o comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia não conseguiam estabelecer uma boa cooperação, comunicando-se apenas por intermédio do atual líder ucraniano. Segundo ele, as partes não conseguiram alcançar a unidade necessária.Fedorov e Syrsky defendiam abordagens diferentes quanto à condução das operações militares. O ex-ministro defendia a ampliação do papel dos drones e dos sistemas automatizados, enquanto o comandante-chefe enfatizava as armas tradicionais, incluindo a artilharia e as operações de infantaria.Cabe lembrar que Syrsky assumiu o comando das Forças Armadas da Ucrânia em fevereiro de 2024, após a demissão de Zaluzhny, que atualmente ocupa o cargo de embaixador da Ucrânia no Reino Unido.
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Zelensky pode demitir comandante-chefe do Exército ucraniano devido à crise política, diz mídia
O atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, está considerando a possibilidade de demitir o comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, Aleksandr Syrsky, na tentativa de encontrar uma solução para a crise política, escreve um jornal britânico citando fontes.
A publicação destaca que, após o conflito em torno da demissão do ministro da Defesa da Ucrânia,
Mikhail Fedorov, começaram em Kiev protestos exigindo a troca da liderança militar. Zelensky se reunirá com possíveis candidatos.
"Enquanto busca uma saída para a maior crise de liderança militar de sua presidência, Zelensky considera demitir o comandante-chefe da Ucrânia, conhecido como 'o Carniceiro'. A liderança de Aleksandr Syrsky nas Forças Armadas tornou-se alvo de protestos que vêm ganhando força desde que Zelensky demitiu o ministro da Defesa civil, após uma divisão cada vez mais profunda entre os dois líderes se tornar insustentável", ressalta a publicação.
Conforme destaca a reportagem,
Zelensky se reunirá com os comandantes neste fim de semana, dias 18 e 19 de julho, para ouvir suas avaliações da situação no
campo de batalha e conversar com os candidatos ao cargo de comandante-chefe.
De acordo com a fonte do veículo de informação, Zelensky está disposto a destituir Syrsky caso consiga encontrar um substituto e garantir uma transição tranquila de comando, sem prejudicar a defesa.
A análise da demissão de Syrsky ocorreu após a saída do ministro da Defesa, Mikhail Fedorov, cujo conflito com o comandante-chefe causou uma crise de pessoal. De acordo com Fedorov, Syrsky exigiu que Zelensky o demitisse, apresentando um "ultimato" ao líder ucraniano.
O ex-ministro da Defesa ucraniano acusou o comandante das
Forças Armadas da Ucrânia de corrupção e de "falta de visão estratégica" e pediu sua renúncia. Um veículo de comunicação da mídia estadunidense
classificou Fedorov como vítima de um conflito político e considerou sua renúncia "a crise mais grave na liderança" desde a demissão do comandante anterior, o general Valery Zaluzhny.
Após a saída de Fedorov, os protestos em apoio ao ex-ministro se transformaram em manifestações exigindo a renúncia de Syrsky. Anteriormente, Zelensky havia declarado que Fedorov e o comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia não conseguiam estabelecer uma boa cooperação, comunicando-se apenas por intermédio do atual líder ucraniano. Segundo ele, as partes não conseguiram alcançar a unidade necessária.
Fedorov e Syrsky defendiam abordagens diferentes quanto à
condução das operações militares. O ex-ministro defendia a ampliação do papel dos drones e dos sistemas automatizados, enquanto
o comandante-chefe enfatizava as armas tradicionais, incluindo a artilharia e as operações de infantaria.
Cabe lembrar que Syrsky assumiu o comando das Forças Armadas da Ucrânia em fevereiro de 2024, após a demissão de Zaluzhny, que atualmente ocupa o cargo de embaixador da Ucrânia no Reino Unido.
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