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Astrônomos descobrem que a formação estelar em Andrômeda diminui já há 500 milhões de anos (VÍDEO)

© NASA . Swift/Stefan Immler (GSFC), Erin Grand (UMCP)Imagem da galáxia Andromeda
Imagem da galáxia Andromeda - Sputnik Brasil, 1920, 28.07.2026
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Astrônomos descobriram que a velocidade de formação de novas estrelas na galáxia de Andrômeda vem diminuindo continuamente há cerca de 500 milhões de anos, e que a desaceleração tem sido muito mais rápida nos últimos 40 milhões de anos.
Cientistas chegaram a essa conclusão analisando dados do telescópio espacial Hubble, que permitiu medir os parâmetros de aproximadamente 200 milhões de estrelas individuais nessa grande galáxia espiral próxima à Via Láctea.
Pesquisadores combinaram os resultados de duas pesquisas do Hubble em larga escala, cobrindo cerca de dois terços do disco de Andrômeda. As imagens foram divididas em milhares de seções, cada uma com cerca de 300 anos-luz de tamanho, reconstruindo a história da formação estelar pela cor das estrelas: estrelas jovens e massivas são azuis e têm vida curta, enquanto estrelas mais velhas e menos massivas parecem mais vermelhas.
Cálculos mostraram que, há 500 milhões de anos, Andrômeda formava estrelas com cerca de uma massa solar por ano; há 40 milhões de anos, esse número caiu para cerca de 0,5 massa solar por ano; no momento das observações, era cerca de 0,2 massa solar por ano.
A maior redução na atividade ocorreu em um anel de formação estelar localizado a aproximadamente 32.000 anos-luz do centro da galáxia.
No entanto, os cientistas acreditam que o declínio não se deve à falta de gás e poeira necessários para o nascimento de novas estrelas, mas sim à atenuação natural após um período de elevada atividade. Foi estabelecido anteriormente que, há cerca de 2 bilhões de anos, Andrômeda experimentou um poderoso surto de formação estelar, provavelmente causado pela interação ou fusão com outra galáxia.
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