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Ocidente está lutando freneticamente contra Rússia através da Ucrânia, afirma Lavrov
Ocidente está lutando freneticamente contra Rússia através da Ucrânia, afirma Lavrov
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Os países ocidentais estão guerreando contra a Rússia através da Ucrânia, fornecendo armas modernas e fazendo provocações para incitar a sociedade contra as... 29.07.2026, Sputnik Brasil
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O chanceler russo lembrou que, quando o presidente russo, Vladimir Putin, chegou ao poder, estava absolutamente aberto para um diálogo igualitário e parceria estratégica com o Ocidente.Como sublinhou o ministro, os países ocidentais queriam deliberadamente despertar a sociedade pacífica contra as autoridades, já que não sabem competir honestamente. Por isso introduziram sanções para tentar manter posições que "escapam irreversivelmente após 500 anos de domínio ocidental", acrescentou Lavrov.O chefe da diplomacia russa destacou que as condições do Ocidente para a resolução do conflito ucraniano são um ultimato. Comentando a ajuda militar dos países ocidentais à Ucrânia, Lavrov mencionou que a Rússia dispõe da Marinha, do Exército, da Força Aeroespacial e das tropas de sistemas não tripulados, com os quais pode responder.Comentando a situação na região do mar Báltico, o responsável pela diplomacia russa salientou que o Ocidente usa os Países Bálticos como a principal arma contra a Rússia, apesar das declarações anteriores de que sua adesão à OTAN deveria aliviar as preocupações de segurança.Segundo Lavrov, durante a expansão da OTAN em 2004, os países ocidentais explicaram a entrada dos Estados Bálticos na Aliança pelo fato de que isso supostamente os ajudaria a se livrar dos medos que sobreviveram após o colapso da URSS. Em vez disso, Lituânia, Letônia e Estônia tornaram-se os mais ativos defensores da linha dura contra a Rússia, resumiu Lavrov.
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Ocidente está lutando freneticamente contra Rússia através da Ucrânia, afirma Lavrov
10:58 29.07.2026 (atualizado: 10:59 29.07.2026) Os países ocidentais estão guerreando contra a Rússia através da Ucrânia, fornecendo armas modernas e fazendo provocações para incitar a sociedade contra as autoridades, afirmou o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, em entrevista à mídia russa.
O chanceler russo lembrou que, quando o presidente russo, Vladimir Putin, chegou ao poder, estava absolutamente aberto para um diálogo igualitário e parceria estratégica com o Ocidente.
"Agora, nossos antigos aliados, nomeadamente os anglo-saxões, com diferentes graus de frenesim – Londres mais, os Estados Unidos um pouco menos – estão lutando contra nós através da Ucrânia, bombeando-a com as armas mais modernas, anunciando que produzirão novos sistemas antimísseis letais e de alta tecnologia especificamente para a Ucrânia", disse Lavrov.
Como sublinhou o ministro,
os países ocidentais queriam deliberadamente despertar a sociedade pacífica contra as autoridades,
já que não sabem competir honestamente. Por isso introduziram sanções para tentar manter posições que "escapam irreversivelmente após 500 anos de domínio ocidental", acrescentou
Lavrov.
O chefe da diplomacia russa destacou que as condições do
Ocidente para a resolução do conflito ucraniano
são um ultimato. Comentando a ajuda militar dos países ocidentais à
Ucrânia, Lavrov mencionou que
a Rússia dispõe da Marinha, do Exército, da Força Aeroespacial e das tropas de sistemas não tripulados, com os quais pode responder.
"O Ocidente está nos dizendo que eles ainda vão pensar quando vale retomar as negociações conosco [...]. Mas, antes disso, na opinião deles, é necessário declarar uma trégua, um cessar-fogo. Depois disso, eles introduzirão uma força multinacional liderada pela França e Reino Unido e, em seguida, se sentarão para conversar. O que significa isso? É um ultimato", constatou o ministro.
Comentando a situação na região do
mar Báltico, o responsável pela diplomacia russa salientou que o Ocidente usa os
Países Bálticos como a principal arma contra a Rússia,
apesar das declarações anteriores de que sua adesão à
OTAN deveria aliviar as preocupações de segurança.
"Eles [os Países Bálticos] são agora as principais 'ogivas' [do Ocidente], que são lançadas contra nós, conhecendo seu 'caráter quente', desses caras estonianos", disse o ministro.
Segundo Lavrov, durante a expansão da OTAN em 2004, os países ocidentais explicaram a entrada dos Estados Bálticos na Aliança pelo fato
de que isso supostamente os ajudaria a se livrar dos medos que sobreviveram após o colapso da URSS. Em vez disso,
Lituânia,
Letônia e
Estônia tornaram-se os mais ativos defensores da linha dura contra a Rússia, resumiu Lavrov.
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